Visitar Samarcanda – Dicas, lugares obrigatórios e melhores hotéis da cidade | Uzbequistão

Visitar Samarcanda - Dicas, lugares obrigatórios e melhores hotéis da cidade | Uzbequistão

Durante séculos, Samarcanda foi uma das principais cidades da Rota da Seda, um dos pontos nevrálgicos na encruzilhada entre a Pérsia, a Ásia Central, o subcontinente indiano e a China. Hoje visitar Samarcanda é reviver esse cenário do nosso imaginário.

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Na antiguidade, era conhecida dos gregos como Maracanda, e a sua fama era tal que, quando Alexandre, o Grande, conquistou Samarcanda em 329 a.C. terá afirmado: “Tudo o que ouvi sobre Maracanda é verdade, excepto que é mais bonita do que alguma vez imaginei”. E terá sido por isso que Alexandre poupou a cidade da destruição total mas, ainda assim, a cidade demorou a recuperar nos séculos a seguir à morte do conquistador macedónio. Durante a conquista árabe nos séculos VII e VIII, a cidade foi mudando de mãos conforme a dinastia reinante, e foi gradualmente perdendo importância para Bucara, a capital da dinastia Samânida. Mas em 1220 a cidade sofreu o maior golpe da sua história, quando foi tomada após um cerco de cinco dias e completamente arrasada pelo exército de Genghis Khan. Após a devastação, alguns dos habitantes foram autorizados a voltar, mediante o pagamento de um resgate, mas nos cento e cinquenta anos seguintes a cidade seria uma sombra de si mesma. No entanto, Samarcanda estava destinada a ter uma segunda idade de ouro quando, em 1370, o turco Tamerlão a fez capital do seu vasto império, que se expandia a olhos vistos. Foi ele e seus descendentes, em particular o seu neto, Ulug Bek, que construíram a Samarcanda que ficaria conhecida como expoente máximo cultural e arquitectónico da Ásia Central, e da qual podemos ainda hoje apreciar algumas maravilhas, ainda que restauradas com alguma polémica pelos soviéticos nos anos 60 e 70. Já no regime soviético, a cidade começou por ser capital da República Socialista Soviética do Turquestão (1918), e mais tarde da República do Uzbequistão (1924), perdendo no entanto o título para Tashkent apenas seis anos depois.

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QUANDO VISITAR SAMARCANDA

Tal como o resto do país, a melhor altura para visitar Samarcanda é na Primavera ou no Outono, quando as temperaturas são mais amenas. No verão também pode ser uma boa altura mas as temperaturas são muito elevadas, por isso beba muita água e evite caminhar nas ruas nas horas de mais calor. Os Invernos são frios e rigorosos mas se gosta de frio, Samarcanda veste-se de branco.

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ONDE SE ALOJAR QUANDO VISITAR SAMARCANDA

Já visitei Samarcanda cinco vezes! É verdade! O meu local de eleição na cidade é o Jahongir Hotel, uma casa típica a 300 metros do Registão, convertida em guesthouse. Tem poucos quartos por isso marque com antecedência. Os quartos são cómodos, o wifi funciona super bem, tem frigorífico no quarto, os chuveiros são fantásticos e o pequeno-almoço da manhã é muito bom! Outras opções na cidade são o Bibikhanum Hotel , um lugar que parece um recanto esquecido da Rota da Seda e vai fazer sentir nas mil e uma noites. Os quartos são e sonho. Estes hotéis são mesmo no centro histórico, assim como todos os que aqui recomendamos. Se procura algo diferente, mais barato ou se as outras opções já estiverem esgotadas, opte por Amir Hostel, o Timur The Great, o  Tilyakori Hotel, o Samarkand Travel Inn, o L’Argamak, o Hotel Samarkand Safar, o Registon Zargaron e o Hotel Legende.

DICA – Independentemente do tipo de alojamento que escolher, fique junto à Praça do Registão e na zona velha da cidade.

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LUGARES A NÃO PERDER QUANDO VISITAR SAMARCANDA

Desde 1991, Samarcanda está integrada na República do Uzbequistão, sendo a segunda maior cidade e um importante centro industrial. Talvez por isto, as grandes atracções turísticas de Samarcanda encontram-se bastante separadas entre si, sendo que a moderna cidade de traço soviético se mistura com os monumentos históricos, perdendo-se um pouco da espectacularidade em comparação com os centros históricos compactos de Bucara e Khiva. No entanto, cada uma destas atracções é por si só uma visita obrigatória e uma visão fabulosa na nossa “Rota da Seda”, assim como o era há centenas de anos.

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1. REGISTÃO

No centro histórico da cidade, o Registão é o seu ponto nevrálgico, um complexo de três enormes madraças ricamente decoradas em estilo iraniano. Conhecido por Registan,  seria o centro comercial e cultural da Samarcanda medieval. Agora uma atracção turística, a tradição comercial da praça mantém-se viva, mas as lojas de comércio tradicional e local foram ocupar o interior das madraças. Poderia pensar-se que, com o comércio constante, se perderia um pouco a noção que se está a visitar um local histórico, mas na história do Islão a prática comercial nunca esteve desligada da perspectiva religiosa e política.

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1.1. Madraça Ulug Bek

A madraça mais antiga data de 1420, mandada construir por Ulug Bek, onde se ensinava matemática, astronomia, e filosofia. As restantes são algo semelhantes no estilo, todas com uma fachada impressionante, sendo a visão da praça uma profusão de minaretes, fachadas e arcadas, todas decoradas a azulejos com cores vivas e belas representações geométricas, assim como inscrições corânicas, e encimadas pelas cúpulas cujo azul vivo ganhava ainda maior esplendor quando o sol brilhava sem nuvens.

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1.2.  Madraça Sher Dor

Na fachada da madraça Sher Dor (“Leão”), observámos representações nada habituais de seres vivos, neste caso de felinos mais parecidos com tigres do que com leões, em plena caça, e com caras representadas no seu dorso. Vale a pena entrar ara encontrar tranquilidade.

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1.3. Madraça Tilla-Kari

O interior mais interessante das três madraças é a da construção mais recente, de 1660, chamada Tilla-Kari (“Coberta de Ouro”), onde se pode admirar uma sala com o interior revestido a ouro. Quando se olha para o tecto, parece ser uma cúpula, mas na realidade é um efeito de perspectiva criado pela decoração. Além disso, pode-se ver uma exposição de fotografias de Samarcanda de há cem anos, e da qual se tem uma ideia da magnitude do restauro soviético, nalguns casos porventura exagerado, por exemplo quando acrescentaram a esta mesma madraça uma cúpula que não existia originalmente.

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2. MESQUITA BIBI-KHANYM

A mesquita Bibi-Khanym deve o seu nome ao da esposa chinesa de Tamerlão, e era a jóia da coroa da cidade no tempo do conquistador, impressionante pelo seu tamanho mas também pela sua beleza. Os séculos passados, o desmazelo e os sismos foram duros com a mesquita, e nem mesmo as obras de reconstituição dos anos setenta do século passado conseguiram recuperar por completo a estrutura, mas a sua beleza é esmagadora. A fachada da entrada está particularmente necessitada de restauro, mas no seu interior amplo encontra-se um espaço tranquilo, ao qual não é alheio o preço alto de entrada no recinto, com árvores e duas mesquitas mais pequenas.

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Uma delas tem o interior completamente por restaurar, sem qualquer tipo de decoração e com o estuque a cair em muitos sítios, revelando o tijolo por baixo, o que acaba por ser extremamente interessante pois pode-se ter uma melhor noção do grau de destruição envolvido nestas grandes obras.

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3. BAZAR SIOB

Logo ao lado da mesquita, o bazar Siob atrai as atenções. É um local verdadeiramente característico e mantém um carácter genuíno, apesar da presença de alguns turistas que procuram captar fotograficamente a azáfama de vendedores de fruta, vegetais, queijo, mel e doces tradicionais. Vale a pena comprar nougat, queijo fresco e curado e os favos de mel. É um excelente lugar para fazer compras quando visitar Samarcanda.

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4. MESQUITA DE SEXTA FEIRA

Esta é a principal mesquita de culto activa em Samarcanda. Recebe vários fiéis todos os dias e tem, no seu interior, o túmulo do primeiro presidente do Uzbequistão. Vala a pena espreitá-la quando visitar Samarcanda.

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5. AVENIDA DOS TÚMULOS SHAH-I-ZINDA

A nordeste encontrava-se aquela que é, na nossa opinião, o lugar mais belo que pode ver quando visitar Samarcanda, o Shah-I-Zinda, uma avenida de mausoléus construída em volta de um túmulo mais antigo, pertencente a um primo de Maomé e um dos seus principais discípulos. Passeando por uma pequena rua ladeada, de ambos os lados, por filas de mausoléus que parecem competir pela nossa atenção e espanto, tem-se a sensação que percorremos história viva que ficou gravada em pedra e azulejo.

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Tanto dentro, como fora, o azul dos azulejos é rei, por vezes cegando o olhar, como que a exigir respeito por tal obra. A beleza do conjunto só era rivalizada pela minúcia do pormenor na decoração em majólica no azulejo dos túmulos, que era verdadeiramente impressionante, apesar de ter sido alvo de um restauro controverso em 2005.

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6. MAUSOLÉU DE RUKHOBOD

No outro extremo da cidade, a oeste, encontra-se a beleza na simplicidade, por exemplo, do mausoléu de Rukhobod, de 1380, que é provavelmente o monumento mais antigo da cidade, com uma arquitectura austera e singela, mas que parece muito atractiva, principalmente sob a luz do sol poente. No seu interior, encontra-se a inevitável loja de artesanato e recordações.

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7. MAUSOLÉU GUR-E-AMIR

Quase em frente ao mausoléu de  Rukhobod, ao fundo do jardim, vê-se o edifício do mausoléu que encerra o túmulo do próprio Tamerlão, Gur-e-Amir, imponente perante os visitantes, com um portal de entrada e um edifício interior guardado por duas torres, num estilo muito semelhante ao das madraças do Registão, e com uma cúpula azul turquesa com pequenos ladrilhos numa superfície ondulada. O pormenor da decoração atestava o facto de que este edifício serviu como inspiração e precursor de outros mausoléus posteriores, nomeadamente o Taj Mahal, na Índia.

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Dentro, o interior não fica nada a desejar ao exterior. Uma sala totalmente decorada a folha de ouro com inscrições corânicas, alberga, para além do túmulo de Tamerlão, também aqueles de alguns filhos e netos, sendo que o lugar de honra foi dado ao seu principal professor, suposto descendente directo de Maomé, e em redor do qual Tamerlão ordenou a construção do próprio edifício.

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7. MUSEU AFROSIAB

O museu Afrosiab, construído sobre o local do achado arqueológico mais importante da cidade, exibe uma colecção de artefactos referentes à ocupação humana em diferentes épocas. A visita vale pelo extraordinário fresco, apenas descoberto em 1965, que cobre as quatro paredes de uma sala. Muito destruído, e apenas parcialmente restaurado, ainda assim é um postal excelente da antiga Rota da Seda, estando nele representado o rei sogdiano, Varkhuman, do século VII, recebendo dignitários estrangeiros, acompanhados de cavalos, camelos e elefantes, incluindo um grupo de embaixadores chineses, carregando oferendas de seda, em casulo, medas e tecido.

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8. TÚMULO DO PROFETA DANIEL

Perto do museu Afrosiab encontra-se outra curiosidade histórica que deve aproveitar quando visitar Samarcanda, pois era ali que se situava o túmulo do profeta Daniel, cujas façanhas estão descritas no Antigo Testamento, diz-se que trazido de Susa, no Irão, por Tamerlão. Consta que o sarcófago de Daniel tem que ser restaurado com frequência, já que o corpo se diz aumentar alguns centímetros por ano.

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O QUE NÃO PODE DEIXAR DE FAZER QUANDO VISITAR SAMARCANDA

1. Juntar-se a um casamento

A palavra certa é mesmo juntar-se! Os uzbeques não são tão afáveis como os iranianos e não é muito fácil ser convidado para um casamento, a não ser, que mostre interesse! Sendo assim, mostre-se interessado, espreite, aproxime-se e tente interagir com os convidados. Passado dois minutos já terá sido convidado para se juntar ao casamento. Mas repare bem, para os homens este é um momento alegre e feliz.

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Para a maioria das mulheres, este é um dos piores dias da sua vida. A maioria dos casamentos são, infelizmente, arranjados. Se tiver oportunidade de falar com elas, especialmente se for mulher, ouça-as. Um bom local para ir ver um casamento quando visitar Samarcanda é na parte baixa do jardim do Registão, onde há um pavilhão enorme com casamentos quase diários, especialmente nos meses de verão.

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2. Apreciar a comida uzbeque

Aproveite algumas boas esplanadas na parte velha da cidade para experimentar a comida uzbeque. Shashlik, mantis, langman e kebab são alguns dos pratos que são obrigatórios provar quando vai visitar Samarcanda.

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3. Diga sim a um convite para entrar

Não é fácil os uzbeques convidarem alguém a entrar em suas casas. Sendo assim, se receber um convite para privar de um momento familiar, aproveite-o. Na maioria das vezes nem vai perceber o que está a acontecer porque a barreira linguística é grande, mas vai de certeza aprender muito. Na viagem do Rally Mongol desconfio que entrei numa cerimónia fúnebre de mulheres em Samarcanda. Não percebi bem, mas da conversa que os meus companheiros que estavam lá fora tiveram, ficou essa impressão. Aproveite para enriquecer a sua experiência quando visitar Samarcanda.

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Carla Mota

Geógrafa com uma enorme paixão pelas viagens e pelo mundo. Desde muito cedo que as viagens de exploração fazem parte da sua vida. A busca do conhecimento do mundo leva-a em direcção a culturas perdidas e ameaçadas, tentando percebe-las. Hoje é também líder de viagens de aventura na Nomad.

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15 Comentários

  1. uau quantos detalhes incríveis por todo canto! achei demais os azuis do Shah-I-Zinda. é necessário cobrir uma parte da cabeça com um lenço sempre ou não?

    1. Carla Mota diz: Responder

      Não. Pode andar à vontade. O Islamismo no Uzbequistão é pouco importante.

  2. Ruthia Portelinha diz: Responder

    A arquitetura é tão exótica quanto esperado, os detalhes moçárabes ficam sempre lindos nos edifícios. Lindo destino

    1. Carla Mota diz: Responder

      Verdade, Ruthia. É maravilhoso.

  3. Que linda arquitetura! Que belas fotos! Adorei muito passear com você e conhecer um pouquinho do lugar. Fiquei triste com o hábito do casamento arranjado ainda existir por lá e o dia do casamento, nas suas palavras, ser um dia triste para mulher… Enfim, cada povo com a sua cultura, não é?

    1. Carla Mota diz: Responder

      É isso. Mas é mesmo muito triste.

  4. Uma região do globo que quero muito visitar e imagens como esta aguçam-me ainda mais a vontade!
    Boas viagens!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada. Força!

  5. Cristina Sousa diz: Responder

    Carla, para quando uma viagem organizada ao Uzbequistão? Com uma guia assim seria top!!!! :)

    1. Carla Mota diz: Responder

      Já fiz na Nomad, uma agência de viagens de aventura do Porto. Agora, por falta de tempo, só faço a Gronelândia. Mas a viagem continua a existir e é linda. Vale a pena. Espreita.

      1. Cristina Sousa diz: Responder

        Obrigada. Vou espreitar sim. :)

  6. que destino tão inusitado, ainda não sei quando irei conhecer essas bandas, mas que dá muita vontade isso dá! Abraços

    1. Carla Mota diz: Responder

      Vai mesmo. 😀

  7. Esses templos são lindíssimos e que riqueza de detalhes. Em especial gostei dessa questão do casamento! É interessante acompanhar a cultura do outro!

    1. Carla Mota diz: Responder

      É magnífico e Samarcanda um expoente máximo. Obrigada

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