Visitar Bucara – Dicas, lugares obrigatórios e melhores hotéis da Rota da Seda | Uzbequistão

Visitar Bucara - Dicas, lugares obrigatórios e melhores hotéis da cidade | Uzbequistão

Bucara teve o seu auge nos séculos IX e X, como centro cultural e religioso da Ásia Central, altura em que contava com dezenas de caravancerais, mais de 100 madrassas e 300 mesquitas e da qual sobrevivem ainda hoje os tesouros arquitectónicos do centro histórico da cidade. Visitar esta cidade é obrigatório em qualquer viagem ao Uzbequistão.


QUANDO IR

A melhor altura para visitar Bucara é na Primavera ou no Outono, quando as temperaturas são mais amenas. No verão também pode ser uma boa altura mas as temperaturas são muito elevadas, por isso beba muita água e evite caminhar nas ruas nas horas de mais calor.

Veja aqui como tirar o visto do Uzbequistão


ONDE SE ALOJAR QUANDO VISITAR BUCARA

Já visitei Bucara cinco vezes! É verdade! Esta é uma das minhas cidades preferidas na Ásia Central e como tal já fiquei alojada em vários locais. Tenho o meu preferido, claro, pela simpatia das gentes, pela autenticidade do local, pelo ambiente e pela qualidade do alojamento. O meu local de eleição na cidade é o Amulet Hotel, uma madraça convertida em guesthouse. Tem poucos quartos mas são divinais. Os quartos são cómodos, o wifi funciona super bem, tem frigorífico no quarto, os chuveiros são fantásticos e o pequeno-almoço da manhã é um luxo! O quarto duplo custa cerca de 70 USD mas vale cada centímo! A mnha segunda opção na cidade é o Boutique Hotel Minzifa, um lugar que parece um recanto esquecido da Rota da Seda e vai fazer sentir nas mil e uma noites. Os quartos são e sonho. estes dois hotéis são mesmo no centro histórico, assim como todos os que aqui recomendamos. O mais perto da praça é o Hotel Fatima Boutique. Se procura algo diferente, mais barato ou se as outras opções já estiverem esgotadas, opte por Chor Minor Hotel, o Minzifa Inn, o Old Bukhara, o Chor Minor Hotel, o Hotel Khurjin, ou o Komil Bukhara Boutique Hotel.

DICA – Independentemente do tipo de alojamento que escolher, fique junto à Praça  Lyabi-Hauz.


LUGARES A VISITAR EM BUCARA

1. Praça Lyabi-Hauz

A praça Lyabi-Hauz é o centro nevrálgico da cidade histórica de Bucara. É muito agradável, rodeada por três madrassas e com uma pequena piscina. A piscina é uma lembrança do antigo sistema de irrigação da cidade que, ao mesmo tempo que fornecia o líquido precioso aos seus habitantes, também era, por falta de limpeza, causa de pestilências que atingiam a cidade regularmente. Esta era uma das cerca de duzentas que existiam espalhadas pela cidade oásis, aproveitando a água fóssil existente no subsolo e armazenada nos aquíferos há milhares de anos. A presença de água permite que amoreiras cresçam em torno dela. Os Bolcheviques acabariam por modernizar o sistema de irrigação e secar a maioria das piscinas, mas aquela no centro de Lyabi-Hauz sobreviveu e continua a ser uma fonte de frescura na cidade.

2. Madraça Kukeldash

As três madraças da praça Lyab-i-Hauz, datando dos séculos XV e XVI, albergavam exposições de artesanato, lojas de carpetes, exposições de fotografias, espectáculos de danças tradicionais e espectáculos de marionetas. A madraça Kukeldash, a maior madraça da Ásia Central, conta com cento e sessenta quartos, mas encontrava-se em obras de restauro.

3. Madraça Nadir Divan begi

Na fachada da madraça Nadir Divan begi, pode-se admirar uma decoração em azulejo invulgar, com representações de animais e um sol antropomorfizado, contrária à tradição islâmica mais ortodoxa de não representar seres vivos. Construída para ser um caravançarai na Rota da Seda, depois do Khan a inaugurar como madraça, teve que ser convertida à pressa. À noite vimos um espectáculo de danças e folclore uzbeque com um misto de divulgação de trajes uzbeques actuais e antigos.

4. Khanaka Divan begi

Do outro lado da piscina de Lyab-i-Hauz encontra-se o Khanaka Divan begi, um antigo alojamento de peregrinos e mesquita que albergava um pequeno museu.

5. Hodja Nasreddin

No centro da praça Lyab-i-Hauz, uma estátua homenageia um dos mais amados comediantes do Islão, Hodja Nasreddin, um sufi satírico seljúcida, do século XIII, oriundo da região de Konya, no actual território turco. A sua filosofia popular, estórias e anedotas viajaram ao longo da Rota da Seda e ainda hoje as suas estórias e anedotas são contadas nas casas de chá e caravançarais do Médio Oriente e da Ásia Central. Em volta da estátua as pessoas aglomeravam-se para tirarem uma fotografia com Hodja Nasreddin, especialmente os muitos casais vestidos de noivos.

6. Bazares da Rota da Seda

Os bazares cobertos de Bucara são um dos maiores legados da Rota da Seda na cidade. Bucara terá sido o coração da Rota da Seda e possivelmente uma das cidades mais importantes de todo o seu trajecto. Chegaram a haver mais de quarenta bazares em Bucara, com mais de vinte caravançarais, seis tims (casas de comércio) e três toks (bazares com múltiplas entradas que abarcavam vários cruzamentos). Grande parte dos bazares foi destruído mas permaneciam de pé algumas das áreas de intercepção dos bazares, bem como casas de comércio. Apesar de já não exporem os produtos que durante milénios foram comercializados aqui, muito do legado mercantil da rota ficou preservado neste interposto comercial.

6.1. Tok-i-Zargazon

O Tok-i-Zargazon, o antigo interface do bazar do século XVI com vários domos, destinado à venda de jóias e pedras preciosas e semi-preciosas provenientes da Índia, como lápis lazuli e rubis, deixou de ser o bazar de joalharia e vendia agora tapetes fabricados em lã e seda, assim como especiarias e artesanato. Foi e continua a ser o maior “centro comercial” de Bucara.

6.2. Tok-i-Tilpak Furushon

O Tok-i-Tilpak Furushon, outro interface que conserva ainda uma arquitectura do século XVI, também conhecido por bazar dos chapéus, tornou-se especializado em gorros de pêlo e pele, chapéus da região e manuscritos ilustrados.

6.3. Tok-i-Sarrafon

O Tok-i-Sarrafon, outrora um bazar de câmbio, data também do século XVI e localiza-se próximo de uma vala de irrigação, um shahrud, por onde a água fluía no fundo de um riacho lamacento. Um canal de betão permitia agora o funcionamento do sistema de irrigação da cidade, mantendo em contacto as várias piscinas, e neste caso, permitindo a ligação à piscina de Lyab-i-Hauz. Inúmeras lojas de artesanato, tapetes e artigos de vestuário ocuparam o bazar mas os agiotas ainda frequentam o local. Cruzando o bazar, passámos por inúmeras bancadas vendendo diferentes produtos de artesanato, tais como chapéus coloridos, marionetas, carpetes e porcelana, maioritariamente em tons azuis, tal como os azulejos que adornam as mesquitas, assim como as mais diversas recordações para turistas.

6.4. Tim Abdulla Khan

Dos tims originais resta muito pouco. O tim Abdulla Khan era o melhor preservado, situado numa rua que liga o Tok-i-Zargazon ao Tok-i-Tilpak Furushon, rodeado de caravançarais, e era um centro nevrálgico da cidade durante o século XVI.

6.5. Bazar Cord Hammam

Para além dos toks que ficaram incrivelmente preservados e do tim Abdulla Khan sobreviveram alguns bazares, convertidos na sua maioria em lojas e em que se destaca o Bazar Cord Hammam, também do século XVI, onde existe um hammam masculino e onde é possível ver a produção de tapetes de forma artesanal.

7. Mesquita Maghok-i-Attari

Não muito longe de Tok-i-Sarrafon há um edifício que se encontra vários metros abaixo do nível actual da cidade, e que é a mais antiga mesquita da Ásia Central, Maghok-i-Attari. Com uma fachada do século IX, mas reconstruída no século XVI, foi construída no local de uma antigo Templo de Fogo zoroastriano e de um templo budista posterior, de acordo com os vestígios arqueológicos encontrados pelos soviéticos. No seu pequeno interior funcionava uma loja de tapetes, mas o seu exterior austero, e não recuperado, parecia transparecer uma aura carregando a essência de tantos séculos de história. Outrora também funcionou como bazar de ervas, especiarias e perfumes.

8. Madraça Ulug Bek

Próximo de Tok-i-Zargazon, chega-se a uma praça com duas grandes e belas madraças, a de Ulug Bek e a de Abdul Aziz Khan, uma em frente da outra e parecendo desafiarem-se entre si. A Ulug Bek data de 1417 e é a madraça mais antiga da Ásia Central, servindo de modelo a muitas outras posteriores, nomeadamente a de Samarcanda, na praça Registan. A madraça exibe vários motivos astronómicos na sua decoração, revelando a paixão de Ulug Bek pela ciência. Mas Ulug Bek foi mais longe, e na sua porta de entrada pode ler-se “É dever sagrado de todos os homens e mulheres muçulmanos procurarem o conhecimento”, albergando agora um pequeno museu no seu interior.

9. Madraça Abdul Aziz Khan

A Madraça Abdul Aziz Khan foi construída para tentar superar a sua vizinha, e os seus quartos de estudantes foram convertidos em lojas de carpetes ou de souvenirs. Para destronar os motivos astronómicos da madraça de Ulug Bek, Abdul Aziz Khan criou uma madraça com influências decorativas chinesas, sendo mais um legado da Rota da Seda, que não encontra paralelo em mais nenhum lugar da Ásia Central. No seu interior, para além de vários quartos convertidos em lojas de artesanato, é possível visitar o museu de madeira esculpida e várias mostras de artesanato local, como trabalho em madeira, metal e pintura. A indústria das carpetes continua tão importante como nos tempos áureos da Rota da Seda, e podesse visitar uma escola onde as jovens uzbeques são encorajadas a frequentar cursos, aprendendo esta delicada e complexa arte, de forma a manter a tradição viva.

10. Minarete de Kalom

O principal complexo arquitectónico da cidade, constituído pela mesquita Kalon, e o seu minarete homónimo, que significa “alto”, data do século XII. Este minarete terá sido, aquando da sua construção, o edifício mais alto do mundo, atingindo cerca de cinquenta metros. O minarete era uma pérola da arquitectura, pioneiro no uso dos azulejos ornamentais e tão impressionante que se diz que o próprio Genghis Khan ordenou que fosse poupado à destruição. Na actualidade este é o único monumento anterior à invasão mongol que se encontra preservado na cidade de Bucara e continua a surpreender os viajantes tanto como então. Ficamos impressionados pela sua dimensão, quer em altura, quer em diâmetro, mas a beleza e a diversidade da sua decoração não lhe ficava atrás. Dispostos em várias faixas horizontais, encontrámos diferentes motivos geométricos, que se iam alternando conforme o nosso olhar ia percorrendo a superfície do minarete até chegar ao seu cimo. Pelo que lemos, a subida ao cimo já terá sido possível, mas naquela altura estava interdita a turistas. Conhecido na cidade por “torre da morte”, deve o seu nome ao facto de ter sido usado no século XIX para atirar do seu topo os criminosos, amarrados em sacos.

11. Mesquita de Kalom

A mesquita Kalon foi construída no século XVI no local de outra destruída pelos mongóis. Gengis Khan poupou o minarete de Kalom mas não poupou a mesquita, transformou-a num estábulo e no local onde guardava as riquezas pilhadas na cidade. Os soviéticos, no século XX, utilizaram-na como armazém e só muito recentemente é que o edifício foi recuperado. Agora é uma atracção turística, atraindo tanto nacionais como estrangeiros, com um portal e fachada onde faltavam alguns elementos de decoração. Ainda assim, o reflexo brilhante do azul dos azulejos enchia o nosso olhar, assim como a delicadeza e o detalhe dos motivos florais e geométricos representados. Mas o calor era intenso, e eram poucos aqueles que se aventuravam nas ruas da cidade durante a tarde em que a visitámos. No pátio interior, a única sombra disponível era aquela criada por uma árvore no centro do recinto, mas a decoração das arcadas mantinha-nos a deambular sob um sol implacável. Os salões também nos chamavam a atenção, com o seu ambiente silencioso e uma sombra bem-vinda.

12. Madraça Mir-i-Arab

A madraça Mir-i-Arab, ainda em funcionamento, com uma fachada ainda mais impressionante do que a da mesquita de Kalon, apesar de algumas arcadas estarem obstruídas por andaimes durante a nossa visita, é magnífica ao pôr-do-sol. Duas cúpulas azuis, uma de cada lado do portal, compunham um belo quadro que adornava esta pequena praça. Testemunho da importância de Bucara ao longo dos tempos, até nos anos mais duros do domínio comunista e de combate ao Islão, esta madraça foi uma das duas únicas na Ásia Central que se manteve sempre em funcionamento (a outra foi em Tashkent). Infelizmente, não era permitida a entrada a turistas. Haveríamos de regressar a esta praça várias vezes durante a nossa estadia em Bucara, sendo sempre diferente, variando com a hora do dia, o ângulo da luz do sol e o bulício dos transeuntes.

13. Arca

Mais a norte, encontrámos a mais antiga estrutura de Bucara, uma cidadela conhecida como a Arca, habitada desde o século V até 1920, quando foi bombardeada pelo Exército Vermelho. O edifício original aqui construído terá mais de dois mil anos e foi em torno dele que cresceu a urbe. É uma visão invulgar, pois o estilo de construção é marcadamente diferente de todos os outros edifícios da cidade. A muralha tem cerca de vinte metros de altura, ligeiramente inclinada e feita de tijolo. O interior estava ocupado por uma mesquita e alguns museus, assim como o Salão da Coroação, tendo a última ocorrida aqui em 1910, mas as vistas das suas muralhas e torres para a cidade eram mais apelativas. No exterior, a praça de Registan testemunhou quase tudo na história dramática desta cidade oásis, tal como o mercado de escravos e área de execuções públicas.

14. Mesquita Bolo Hauz

Em frente à Arca, está a mesquita Bolo Hauz, ou mesquita de Emir, com uma fachada com altas colunas de madeira esculpida e finamente decorada. A mesquita ainda conservava o minarete e uma pequena piscina. Apesar do combate dos soviéticos ao sentimento religioso, a verdade é que o Islão permaneceu no coração destas gentes, ainda que não com o fervor de outros países vizinhos.

15. Parque Samani

Dando um passeio pelo parque Samani podesse admirar o edifício muçulmano mais antigo da cidade, o mausoléu de Ismail Samani, construído em 905, e cujas paredes de dois metros de espessura permitiram-lhe que sobrevivesse quase incólume (apenas a sua cúpula foi reconstruída) a mais de um milénio de circunstâncias naturais muitas vezes adversas. O edifício, de forma cúbica, exibe quatro entradas de luz, paredes com uma decoração austera, apenas com tijolos, mas belíssima no seu efeito, encimadas por pequenos nichos a toda a volta, só ultrapassados em altura pela cúpula central, também em tijolo simples. Ao fundo estão as muralhas, ou a parte delas que sobreviveu, que guardavam a cidade no século XVI.

16. Chor Minor

De seu nome Chor Minor (que significa “quatro minaretes”), fazia parte de uma madraça do início do século XIX, já desaparecida, e parece uma pequena mesquita com quatro minaretes, mas na realidade é um antigo portão de entrada da madraça, com quatro torres decorativas. De qualquer forma, a sua beleza invulgar e fotogenia são inegáveis. Os locais chamam-lhe “cadeira virada” e o seu pequeno interior foi convertido numa pequena loja de artesanato local. Subimos ao topo, onde outrora nidificavam várias cegonhas, mas que depois das obras de recuperação fugiram para outras paragens.

17. Palácio de Verão de Alim Khan

Fora de Bucara, está o palácio de Verão do último Emir, Alim Khan, a cerca de seis quilómetros do centro da cidade, onde o governante controlado pelos russos passava o tempo entre as piscinas e o harém. Apesar de por si só não ser extraordinário, é um destino de lazer predilecto dos locais, afluindo aí famílias inteiras que desejava dar um passeio e apreciar como viviam os antigos governantes.

Carla Mota

Geógrafa com uma enorme paixão pelas viagens e pelo mundo. Desde muito cedo que as viagens de exploração fazem parte da sua vida. A busca do conhecimento do mundo leva-a em direcção a culturas perdidas e ameaçadas, tentando percebe-las. Hoje é também líder de viagens de aventura na Nomad.

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10 Comentários

  1. Gente, que lugar! Diferente de tudo que já vi. Essas obras arquitetônicas parecem impressionantes. Já quero! 😉

    1. Carla Mota diz: Responder

      Maravilhoso mesmo, Fabio.

  2. muito interessante esse lugar, fiquei sabendo que dois amigos meus estavam ai semana passada e gostaram bastante, foram bem recebidos

    1. Carla Mota diz: Responder

      É uma das minhas cidades preferidas no mundo. É demais.

  3. Uau! Simplesmente incrível! Fiquei encantado com cada detalhe! Sonho em conhecer e ver de perto este tipo de arquitetura! Este post só aumentou meu desejo! Adorei!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Itamar. 😀 Vai mesmo.

  4. Que viagem interessantíssima!!! A arquitetura é muito bonita, linda as fotos. O roteiro de lugares e explicações super completos. Aprendi muito lendo o seu post

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada.

  5. Ando mesmo com o Uzbequistão atravessado. Adoro a arquitetura, especialmente os detalhes e o azulão! Cinco visitas já é “obra”! Beijos de boas viagens!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Tens mesmo de ir, Luís. Eu acho que já sou viciada. 😉

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