Eu sempre amei o deserto. A gente senta-se numa duna de areia. Não se vê nada. Não se escuta nada. E no entanto, no silêncio, alguma coisa irradia…
O que torna belo o deserto, é que ele esconde um poço nalgum lugar.
Eu sempre amei o deserto. A gente senta-se numa duna de areia. Não se vê nada. Não se escuta nada. E no entanto, no silêncio, alguma coisa irradia…
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Os humanos movidos, ainda que provisórios, pela CUIÉS, que significa o silêncio mais interior que exterior, se adaptam melhor ao mundo moderno, que cerceia silêncios de um planeta outrora “desabitado”. Os anciões dos tuaregues foram testemunhas deste silêncio até início da década de 60. De lá pra cá as turbinas dos jatos imitam surdos trovões longínquos à distância. E aquele humano habitante do deserto contemplado pela CUIÉS tem nestes novos trovejados como que sinais acalentadores dos irmãos tecnológicos agraciados por forças que também vem de Deus. Fiquem com Deus…:)