VISITAR O GERÊS | O que ver e fazer na serra do Gerês para aproveitar trilhos, cascatas, piscinas naturais e gastronomia

Visitar a SERRA DO GERÊS | O que ver e fazer na serra do Gerês para aproveitar trilhos, cascatas, piscinas naturais e gastronomia

Visitar o Gerês é maravilhoso mas para que possa mesmo usufruir da serra é preciso tempo. Visitar a Serra do Gerês não é tão fácil quanto possa parecer. A maioria dos visitantes visita a serra de forma superficial, já que, por variadíssimas razões, não é fácil perceber o que ver e fazer na Serra do Gerês, e mais difícil ainda, como lá chegar e organizar a sua visita. De forma a evitar que o Gerês fique congestionado de carros e pessoas que visitam todos as mesmas coisas e lugares é necessário diversificar destinos e tipo de turismo no Gerês. É isso que pretendemos com este artigo e roteiro, que possa explorar a Serra do Gerês de forma tranquila e em comunhão com a natureza, sempre que possível.

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As dicas que se seguem destinam-se a quem pretende visitar o Gerês de forma independente. Contudo, pode também visitar o Gerês em tour desde:

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Porque não é fácil visitar a Serra do Gerês

Visitar a Serra do Gerês não é tão fácil como possa parecer porque a informação prestada nos diferentes lugares não é assertiva nem completa, já que as entidades que promovem/gerem o PNPG são várias. O Parque Nacional da Peneda Gerês é gerido pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e os postos de turismo são concelhios e afectos a um município, parecendo, para quem visita, trabalharem de forma não articulada. Sendo assim, estas foram algumas das dificuldades que encontramos para visitar a Serra do Gerês, e que, devidamente corrigidas, podiam acrescentar qualidade ao turismo na Serra do Gerês e, inclusive, à preservação do imenso património natural existente no nosso único Parque Nacional.

  • O atendimento feito nos postos de turismo é “pouco informativo”. Os funcionários não têm informação sobre muitos dos lugares e dos trilhos.
  • Os postos de turismo não têm panfletos dos trilhos, a maioria dos postos “desenrasca” umas fotocópias “ranhosas” e com anotações feitas à mão, sem qualquer rigor e pouco digno de um parque nacional.
  • Esta falta de informação existente faz com que uma das formas mais comuns de explorar os trilhos do Gerês seja através de agências turísticas que operam na Serra do Gerês.
  • Em cada um dos postos de turismo que visitámos, não existe articulação sobre os locais a visitar na serra quando os locais pertencem a concelhos diferentes. O que se promove nos postos de turismo não é a Serra do Gerês ou o PNPG mas as atracções turísticas de um concelho.
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A Serra do Gerês, como um todo, ganharia muito mais se conseguisse preservar o seu imenso património natural, cultural e paisagístico de forma articulada com o visitante. Ao ser desencorajado, por falta de informação, o pedestrianismo e o turismo de natureza, o turismo do Gerês, infelizmente, resume-se a centenas de carros que estacionam e se aglomeram em dois ou três locais de destaque, deixando imensos lixos, fazendo imenso barulho e transformando lugares idílicos em autênticos pesadelos. Esperemos que estas críticas possam ser interpretadas de forma construtiva por quem de direito e que a Serra do Gerês possa ter o tipo de turismo que o seu Parque Nacional merece.

Dito isto, visitar a Serra do Gerês é fantástico e vale mesmo a pena mas, acredite, não é fácil, especialmente se quiser sair da estrada e explorar realmente a serra. Felizmente, vamos partilhar aqui tudo o aquilo que gostaríamos de ter sabido antes de ir para a Serra do Gerês.

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O que é a Serra do Gerês

A Serra do Gerês é o conjunto montanhoso delimitado pelo rio Cávado e rio Homem. A serra é predominantemente granítica, onde as formas de relevo são vigorosas e muito típicas desta morfologia. Os penedos graníticos dão um toque singular à paisagem, fortemente recortada pela acção da tectónica que facilita o encaixe das linhas de água, atingindo o seu expoente máximo no rio Cávado, no rio Homem e no rio Arado. Predominam as vertentes rochosas em blocos arredondados com autênticas torres de caos de blocos e tors, alguns desafiando as leis da gravidade.

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A biodiversidade da Serra do Gerês é impressionante, com bosques de carvalhos e sobreiros nativos, assim como santuários da biosfera como a Mata de Albergaria. Os garranos, cavalos selvagens do Gerês, são réis e senhores da serra. O lobo ibérico parece ainda habitar estas serras.

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O que é o Parque Nacional da Peneda Gerês – PNPG

O Parque Nacional da Peneda Gerês – PNPG – é muito mais do que a Serra do Gerês. É uma zona mais ampla, que envolve a Serra do Gerês, Serra da Peneda, Serra Amarela e Serra do Soajo. Inclui ainda o planalto de Castro Laboreiro e da Mourela. Sendo assim, o PNPG é uma vasta área com regiões naturais características, de paisagens naturais e humanizadas, de elementos de biodiversidade e de geossítios, com valor científico, ecológico e educativo.

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QUANDO VISITAR A SERRA DO GERÊS

A Serra do Gerês é magnífica para visitar em todas as estações do ano. No Inverno cobre-se, frequentemente, de neve branca e atraindo os seus visitantes para belos passeios. Na Primavera, as urzes e giestas enchem-se de cor e flores coloridas e é o momento ideal para percorrer os seus trilhos. No Verão, as cascatas transformam-se em piscinas naturais e os veraneantes enchem os parques de campismo e as aldeias para percorrer os trilhos e contemplar a beleza dos seus miradouros. No Outono, o vermelho e o laranja toma conta da Serra do Gerês e as cores quentes transformam a Serra do Gerês num local mágico. Dependendo do que que procura, a Serra do Gerês abraça-o todo o ano.

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ONDE DORMIR QUANDO VISITAR A SERRA DO GERÊS


Há imensas opções de alojamento na Serra do Gerês, desde casas de granito nas aldeias, até hotéis de luxo nas vilas. A Serra divide-se nas suas zonas oeste, onde se encontram a albufeira de Vilarinho das Furnas, a aldeia de Campo do Gerês e a vila das Termas do Gerês, e leste, onde se encontram a albufeira de Paradela e a aldeia de Pitões das Júnias. Como o nosso principal objectivo ao visitar a Serra do Gerês era fazer trilhos, precisávamos de acordar cedo e estar perto do início dos trilhos, e assim privilegiámos ficar alojados dentro do Parque Nacional. No entanto, fora da área do Parque Nacional, há excelentes opções suficientemente perto para serem consideradas. Ficam então aqui as nossas sugestões sobre onde dormir na Serra do Gerês.

Onde dormir nas Termas do Gerês

A vila de Termas do Gerês é a localidade mais central na região do Gerês, e é quase inevitável ficar ali alojado quando visitar a Serra do Gerês, pois permite-lhe estar perto de muitos lugares de interesse e do início de vários trilhos. Há várias opções possíveis, todas de boa qualidade.

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  • De manhã, descíamos e íamos comprar pão fresco ao supermercado mesmo ao lado, e à noite, depois de estacionarmos no parque privado, fazíamos o jantar na óptima cozinha do apartamento. Tudo ideal para os nossos dias atarefados entre os melhores trilhos do Gerês.
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TRILHOS DO GERÊS | Os melhores percursos pedestres para explorar na Serra do Gerês

Pode reservar aqui a sua estadia no Gerês Village Apartment.

Mas há outras excelentes opções na vila das Termas do Gerês. Pode escolher entre:

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Onde dormir na Ermida

  • Ficar alojado na aldeia de Ermida, perto da Cascata do Arado, é também uma boa opção quando fizer o trilho PR 14 ou o trilho do Poço Azul. Só há, no entanto, uma opção (mas com excelente cotação), que é a Casa Baranda.
TRILHOS DO GERÊS | Os melhores percursos pedestres para explorar na Serra do Gerês

Onde dormir no Campo do Gerês

O Campo do Gerês é uma das principais aldeias do Gerês e está localizada no extremo oeste da Serra do Gerês, perto da Albufeira de Vilarinho das Furnas, a 15 km da sede do concelho (Terras de Bouro). Ficar ali alojado é uma boa opção se for fazer o trilho da Fenda da Calcedónia ou o trilho da Águia do Sarilhão. No Campo do Gerês poderá escolher entre:

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NOTA: A caminho do Campo do Gerês, pode também ficar alojado perto do Santuário de São Bento da Porta Aberta, na freguesia de Rio Caldo, o segundo santuário mais popular em Portugal, a seguir ao de Fátima. A opção mais clássica é o Hotel São Bento da Porta Aberta, mas também pode optar pela Casa São Bernardo de Claraval, ou ainda a Quinta do Caneiro.

Consulte o nosso artigo sobre visitar Fátima.

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Onde dormir em Pitões das Júnias

  • Para fazer o trilho de Pitões das Júnias, e para poder apreciar melhor a beleza e o ambiente desta zona da Serra do Gerês, convém ficar a dormir, pelo menos, uma noite em Pitões das Júnias, no extremo nordeste da Serra do Gerês e a poucos quilómetros de Espanha. Nós ficámos alojados na Casa do Preto, com quartos simples mas confortáveis e um restaurante com uma cozinha de babar por mais. Outras boas opções em Pitões das Júnias são a Casa da Fonte, a Casa D’Campo Ferreira, ou o Cantinho Ti Carlos.
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Onde dormir em Terras de Bouro

Terras de Bouro é a sede do concelho que abarca grande parte da área da Serra do Gerês (em conjunto com o município de Montalegre). Está localizada a poucos quilómetros da entrada do Parque Nacional. É possível ficar alojado no centro da vila, mas há poucas opções. Fora do centro, em particular mais para norte (e mais perto do Parque) há várias opções de qualidade. Assim, na zona de Terras de Bouro poderá escolher entre:

NOTA: Fora da área do Parque Nacional, na margem sul do Rio Cávado, há duas excelentes opções, a Pousadela Village, perto da zona oeste da Serra do Gerês, e o Hotel Rural Misarela, perto da zona leste da Serra do Gerês. Ambos são destinos para aqueles que procuram mais conforto e exclusividade, com vistas para a serra a partir de uma piscina infinita.


O QUE VER E FAZER QUANDO VISITAR A SERRA DO GERÊS


Quando visitar a Serra do Gerês vai ter que fazer escolhas. Salvo tenha cerca de duas semanas é impossível conhecer bem a serra. Contudo, pode aproveitar para fazer pequenas escapadinhas na Serra do Gerês e, em várias visitas, ir conhecendo os seus segredos. Se quiser explorar mesmo a serra, dedique-lhe pelo menos duas semanas.

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1. Conhecer a aldeia de Pitões das Júnias

A pequena aldeia de Pitões das Júnias é um pequeno reduto de tradição e cultura rural viva e preservada. Caminhar nas suas ruas é quase como viajar no tempo, sendo acompanhado por gado, sucessivos “bons dias” e muita simpatia.

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2. Fazer o Trilho de Pitões das Júnias

Não pode ir até Pitões das Júnias e não fazer o trilho de Pitões de Júnias. Este trilho pode ser feito de forma temática, com um guião de geologia, para o auxiliar a interpretar a paisagem mas também a fazer algumas actividades no terreno (pode fazer o download do guião no artigo abaixo). É muito giro e vale a pena. Para além disso, pode também visitar no seu percurso o Mosteiro de Santa Maria das Júnias e a Cascata de Pitões de Júnias, inclusive o passadiço para lá chegar.

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3. Visitar o Mosteiro de Santa Maria das Júnias

O mosteiro de Santa Maria de Júnias foi fundado no século XII por um monge beneditino num local onde existia um ermitério pré-românico. É mais antigo do que a própria nacionalidade. Mais tarde, é transferido para a ordem de Cister e, no século XIX, com a extinção das Ordens Religiosas em Portugal e um incêndio, o mosteiro acabou por encerrar, tendo ficado ao abandono desde essa altura. Hoje é possível deambular nas suas ruínas mas não entrar na igreja. Esta só abre para a festa que se celebra a 15 de Agosto.

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4. Comer o melhor bolo de chocolate do mundo na Casa do Preto

Que nós somos viajados e apaixonados por comida não há dúvidas, é um facto. Sendo assim, quando encontramos iguarias e as colocamos neste pedestal é sinal que são mesmo boas, acredite! A Casa do Preto, em Pitões das Junias tem o melhor bolo de chocolate que já comemos. Sendo assim, não resista!

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5. Provar o fumeiro da Serra do Gerês

Um pouco por toda a Serra do Gerês é possível encontrar casas tradicionais e restaurantes que fazem fumeiro caseiro, ainda de forma tradicional, e o servem no restaurante ou vendem ao público (muitas vezes tem que perguntar). Sendo assim, não resista, prove as alheiras de aves, os chouriços e salpicões da serra.

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6. Fazer o trilho das 7 Lagoas de Xertelo

Um dos trilhos e passeios mais bonitos que pode fazer quando visitar a Serra do Gerês é visitar as 7 Lagoas de Xertelo. Estas lagoas encontram-se a uma hora a pé da aldeia do Xertelo mas, acredite, vale bem a pena caminhar até lá. Há diferentes formas de lá chegar, umas mais fáceis, outras mais aventurosas.

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7. Fazer o Trilho dos Poços Verdes do Sobroso

Se gosta de aventura tem mesmo que conciliar o trilho dos Poços Verdes do Sobroso com a visita às 7 Lagoas (que na realidade é a mesma coisa). Porém, a maioria das pessoas que visita as 7 Lagoas faz o caminho de ida e volta mais curto, com apenas 1 hora de trilho, em vez do percurso circular e espectacular com 12 km. Este percurso é maravilhoso mas vai demorar 3 horas a chegar às 7 Lagoas e depois uma hora para regressar.

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8. Conhecer as aldeias pitorescas da Ponteira e Covelães

Ponteira é uma das aldeias mais pitorescas do Gerês, já que se encontra construída no que parece a base do batólito granítico. Os calhaos de granito erguem-se por trás da aldeia concedendo a este povoado um aspecto maravilhoso, especialmente incrível ao final do dia. Relativamente perto, a aldeia de Covelães também merece uma visita.

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9. Conhecer a Ponte do Diabo (ponte de Misarela)

Na povoação da Sidrós, perto de Cabril, ergue-se a Ponta da Misarela, uma ponte envolta em mistério e lendas. Diz a lenda que a ponte foi construída pelo próprio Diabo quando perseguia um clérigo. Ainda hoje a ponte é palco de rituais de feitiçaria ligados ao culto da fertilidade, mas a ponte marca também um episódio importante da nossa história e da luta nas Invasões Francesas. Pode ver o vídeo seguinte para conhecer a história da Ponte da Misarela.

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10. Banhar-se na cascata de Pincães

A cascata de Pincães parece tirada de um postal de Bali ou das Filipinas mas não é. É uma das cascatas mais acessíveis da Serra do Gerês mas uma das menos conhecidas. Basta caminhar cerca de 20 minutos desde a aldeia de Pincães até à cascata. A cascata não é grande mas é óptima para uns bons mergulhos. Como está muito encaixada só recebe luz solar directa da parte da manhã e à hora do almoço. Da parte da tarde está à sombra.

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11. Mergulhar na cascata de Tahiti (Cascata da Frecha de Barjas)

A Cascata do Tahiti é a cascata mais mediática da Serra do Gerês. É, contudo, muito perigosa, e embora seja bonita, está nitidamente sobrevalorizada. A Cascata não é adequada para crianças já que para passar de umas piscinas para as outras é preciso saltar e as quedas são frequentes. Todos os dias há acidentes graves nas cascatas, muitos dos quais levam à morte ou invalidez. Nós estivemos lá menos de uma hora, num dia da semana com pouca gente e, nesse tempo, assistimos à queda de uma rapariga que se magoou. É um lugar a visitar, pelas excelentes piscinas naturais, mas sem crianças e com cuidado redobrado.

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12. Maravilhar-se com a Cascata do Arado

A Cascata do Arado dispensa apresentações. É uma das mais belas e conhecidas na Serra do Gerês. A cascata é acessível de carro até ao miradouro das Rocas, ou se preferir, numa estrada de terra batida até mesmo às cascatas. Depois basta subir alguns degraus de pedra para poder contemplá-la de cima. Se quiser nadar nas suas lagoas pode subir pelo ribeiro desde a ponte ou seguir um trilho depois do miradouro em direcção ao prado da Teixeira. Um pouco acima existem belas piscinas naturais.

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13. Fazer o trilho do Poço Azul

O trilho do Poço Azul é outro dos ex-líbris da Serra do Gerês. A maioria das pessoas faz o trilho ida e volta desde o Miradouro das Rocas (ou Cascatas do Arado) mas o ideal, para explorar o Poço Azul é fazer um trilho que combine o PR14 e parte do GR50 até à Ermida. O Poço Azul é um lugar lindo e maravilhoso mas se quer desfrutar bem dele, vá cedo e durante a semana.

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14. Contemplar o vale do Rio Arado do miradouro das Rocas

O miradoro das Rocas tem um vista magnifica sobre a Serra do Gerês e todo o vale do rio Arado mas esta é especialmente magistral com os raios solares do final do dia. A subida para o miradouro não é difícil mas exige agilidade e destreza física. Demora cerca de 5 minutos a chegar lá acima mas vale bem a pena. À chegada tem logo uma pequena cavidade, linda, formada pelos blocos graníticos mas as vistas estão mesmo do topo.

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15. Perder-se de amores pelo Gerês no miradouro da Pedra Bela

O magnífico miradouro da Pedra Bela dispensa apresentações. É uma das mais belas vistas do Gerês e é imperdível em qualquer visita pela região. O miradouro é acessível de carro, que pode estacionar mesmo em frente. Na realidade há dois miradouros, o novo e o velho, e são ambos magnificentes. Recomendamos uma visita ao entardecer, quando as cores do vale do rio Gerês se tornam ainda mais magistrais. O sol põe-se mesmo em frente ao miradouro e o espectáculo é magnífico.

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16. Conhecer a Vila do Gerês

A Vila do Gerês é o local óbvio para se alojar na Serra do Gerês quer pelas sua história ligada à presença das termas, quer pela sua dinâmica de vila serrana. Tem boas lojas, restaurantes, bares, farmácia, supermercado, parques de campismo, hotéis, casas de férias e até uma mercado semanal à sexta-feira cheio de charme.

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17. Comprar produtos regionais no mercado de 6ª Feira

O mercado de sexta-feira na Vila do Gerês é bem pequeno mas é interessante e vale a pena apreciar a dinâmica local. Tem vários produtos regionais mas também roupas e bens de primeira necessidade na vila.

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18. Contemplar as vistas do miradouro da Junceda

O miradouro da Junceda é um belo miradouro que permite contemplar a Serra do Gerês e o vale do rio Gerês. Para chegar ao miradouro pode percorrer a pé o trilho da Silha dos Ursos ou então seguir o estradão e levar o carro até cerca de 300 metros do miradouro.

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19. Conhecer o São Bento da Porta Aberta

O Santuário do São Bento da Porta Aberta é o segundo mais importante santuário de Portugal e em honra do monge São Bento. Recebe centenas de peregrinos todos os dias e vale a pena apreciar a fé e devoção dos seus fiéis.

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20. Visitar a Cascata da Laja

A melhor forma de conhecer a cascata da Laja é fazendo o trilho da Preguiça (5 km). No entanto, se não o quiser fazer, pode visitar a cascata estacionando o carro na Casa da Preguiça e, depois de subir ao miradouro homónimo, caminhar até à cascata. O trilho para a cascata fica do lado oposto do miradouro. É necessário fazer cerca de 500 metros para alcançar a cascata. Sendo que dá mais ou menos 1 km ida e volta.

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21. Fazer o Trilho da Preguiça – PR10

Se vai visitar a Serra do Gerês este é um belo trilho para iniciar a sua visita, já que é curto, 5 km, e fácil. Pelo caminho será uma autentica descoberta com cascatas, currais e cursos de água.

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22. Fazer o trilho da Fenda da Calcedónia (ou Cidade da Calcedónia)

Este é um dos trilhos de mais aventura para fazer na Serra do Gerês. O trilho oficial não atravessa a fenda mas este é o ponto alto do trilho e a maioria das pessoas faz a fenda. Já fizemos este trilho 3 vezes e é sempre um clássico nas nossas visitas ao Gerês.

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23. Visitar o miradouro da Fraga Negra

Não faltam miradouros fabulosos para visitar na Serra do Gerês e o da Fraga Negra é um dos miradouros obrigatórios. Fica perto da Vila do Gerês e pode ser alcançado a pé desde a povoação no trilho dos Miradouros.

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24. Encantar-se no Campo do Gerês

O Campo do Gerês é uma aldeia serrana com casas de granito muito bem preservadas e um local excelente para um pequeno passeio e para se alojar.

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25. Conhecer o Mirante Velho

O mirante Velho é um miradouro na estrada que liga a Vila do Gerês ao Campo do Gerês. Fica mesmo na estrada e vale a pena parar porque parece uma autentica varanda sobre a serra.

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26. Deslumbrar-se no Miradouro da Boneca

O miradouro da Boneca tem que ser acedido a pé pois a estrada não vai lá. No entanto, vale mesmo a pena. Para lá chegar, consulte este nosso artigo sobre os miradouros da Serra do Gerês.

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27. Apaixonar-se pela Mata de Albergaria

A Mata de Albergaria é o local mais mágico para visitar na Serra do Gerês. A Mata de Albergaria é grande mas a parte protegida começa na Casa de Leonte e vai até à Portela do Homem. Para atravessar a Mata de Albergaria é necessário pagar 1,5€/pessoa na casa abrigo de Leonte ou no acesso de quem entra por Vilarinho das Furnas. Há funcionários do ICNF no local que podem esclarecer as suas dúvidas mas durante o percurso pela mata não pode parar, estacionar nem sair da estrada. Só pode parar o carro quando chegar à Portela do Homem. Vai passar pela Cascata da Portela do Homem pelo caminho mas lembre-se, não pode parar. Tem que voltar para trás a pé para a explorar.

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28. Conhecer a Portela do Homem

A Portela do Homem é uma das fronteiras mais carismáticas de Portugal e permite o acesso a Espanha, permitindo atravessar do Parque Nacional Peneda-Gerês para o Parque do Xurez, em Espanha. Mas a sua história é muito ais antiga do que os parques. Era aqui, na Portela do Homem, que a estrada Romana que ligava ~Braga – Bracara Augusta – a Astorga – Asturica Augusta– . Esta estrada, a Geira Romana, percorre cerca de 30 km dentro da Serra do Gerês e os primeiros marcos podem ser admirados aqui, milha XXXIV.

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29. Visitar a Cascata da Portela do Homem

A cascata da Portela do Homem é uma das mais populares no Gerês já que é bastante acessível. A cascata é muito bonita e está localizada na alma da Mata de Albergaria. Para saber como chegar à cascata da Portela do Homem pode ver o nosso artigo.

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30. Visitar a Cascata de Leonte

A Cascata de Leonte, a cerca de 2 km da Casa Leonte, quase passa despercebida da estrada, especialmente na Primavera e no Verão, mas quando se desce à sua base, a coisa é diferente. A cascata é pequena e não se compara com as outras “estrelas” do Gerês mas vale a pena a visita. A melhor forma de a visitar é fazendo o trilho da Preguiça, mas se a preguiça tomar conta de si, pode parar o carro na estrada N308-1 e descer cerca de 50 metros até à base da queda. Não tem propriamente um local para estacionar o carro ali por isso tem que ser rápido.

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31. Fazer o trilho da Águia do Sarilhão

O trilho da Águia do Sarilhão é um trilho circular, moderado, que permite apreciar a zona da Albufeira de Vilarinho das Furnas e o Campo do Gerês. Pode começar o trilho no parque de campismo pois é mais fácil para estacionar o carro. Não perca um mergulho numa praia fluvial da albufeira.

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32. Visitar a barragem e as ruínas da aldeia de Vilarinho das Furnas

Nos anos de seca hidrológica no norte de Portugal a albufeira da barragem de Vilarinho das Furnas fica tão baixa que as ruínas da antiga aldeia homónima exibem-se no meio das águas. Há uns bons anos atrás, talvez há 12 anos, conseguimos visitar as ruínas da aldeia, que já ficam do outro lado do rio Homem e, portanto, já na Serra Amarela.

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33. Fazer o trilho dos Miradouros

O trilho dos Miradouros do Gerês, o PR6 – TBR, é um dos mais belos que pode fazer na serra. É um trilho exigente mas uma boa aventura para quem procura férias activas.

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34. Fazer o Trilho do Sobreiral da Ermida – PR14

O trilho do Sobreiral da Ermida pode ser um magnífico trilho para conhecer as melhores atracções da Serra do Gerês. O trilho original tem cerca de 14 km mas vale a pena fazer uns pequenos desvios , fazendo algumas adaptações de forma a poder apreciar durante o trilho a Cascata do Arado, a Cascata do Tahiti, o Miradouro das Rocas, etc. Se fizer estes desvios o trilho fica com cerca de 18 km mas vale bem a pena.

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35. Conhecer a Geira Romana

A Geira Romana era a estrada que ligava Astorga a Braga. A estrada romana desapareceu mas muitos dos seus trechos ficaram preservados, assim como os marcos que indicavam as distâncias no caminho. Hoje é possível ver estes marcos em muitos locais da serra, nomeadamente na Portela do Homem, na entrada da aldeia de Covide, no trilho da Águia do Sarilhão, etc. Sendo assim, não perca oportunidade de conhecer esta face histórica da serra.

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36. Comer Bife à Minhota no Lurdes Capela

Se quer “provar” o Gerês tem que comer o Bife à Minhota. O bife é servido com ovo, queijo e fiambre, com azeitonas e batatas fritas. É um bife mesmo à minhota! Este restaurante fica na Vila do Gerês.

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37. Provar a melhor sobremesa de Portugal, o pudim Abade dos Priscos

Há muitos locais onde poedrá encontrar o Pudim Abade dos Priscos. Esta é uma sobremesa típica do Minho e é boa em todo o lado. Apesar do melhor pudim Abade dos Priscos que já comemos tenha sido em Guimarães, a verdade é que se visitar o Gerês tem mesmo de o experimentar. É uma bomba calórica mas vale tanto a pena!

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38. Provar “Pedaços do Gerês”, o prato típico da serra do Gerês

Pedaços do Gerês é um prato típico do Gerês e que pode encontrar em alguns restaurantes da Serra do Gerês. Este prato típico é composto por um pedaço de tenra carne de vitela e cebolinhas caramelizadas e servidas com migas de broa de milho com couve e toucinho fumado. Não perca!

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39. Fazer kayak na albufeira da Barragem da Caniçada

A albufeira da barragem da Caniçada criou a oportunidade ideal para desfrutar deste lençol de água em canoa ou passeio de barco. Há várias empresas que operam na zona e basta marcar a sua experiência.

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40. Contemplar a Serra do Gerês do Miradouro de Fafião

Há muitos e variados miradouros no Gerês e para não perder nenhum deve explorar este nosso artigo sobre os melhores miradouros da Serra do Gerês (cheio de dicas de como chegar a cada um deles). No entanto, nenhum o impressionará mais do que o miradouro de Fafião, um miradouro extraordinário e com uma vista maravilhosa.

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41. Conhecer a tradição comunitária da aldeia da Ermida

Uma das melhores sociedades com tradições comunitárias, ainda preservadas, na Serra do Gerês, é na aldeia da Ermida. Aqui ainda se faz uso de sementeira e colheita comum. Há lagares e fornos comuns e a população ainda vive em prol de um bem comum.

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42. Conhecer a tradição dos Currais na Serra do Gerês

Os currais do Gerês são abrigos dos pastores para se protegerem quando ficam retidos no meio da serra durante o mau tempo. São abrigos temporários e para serem usados em situações de urgência.

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43. Ver os garranos, os cavalos selvagens na Serra do Gerês

Os garramos são cavalos selvagens que vivem no PNPG e na serra do Gerês. Estes cavalos vivem totalmente em estado selvagem na serra, procurando o seu próprio alimento e movimentando-se na serra de forma completamente livre. É por esta razão que deve circular de forma muito lenta na serra do Gerês. Irá com certeza cruzar-se com vários garranos pelo caminho na sua visita. Respeite o seu espaço.

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44. Comer o cozido tradicional de Terras do Bouro na Cerdeira

A “versama” é o cozido típico de Terras do Bouro e é um prato tradicional da gastronomia de montanha, feito com couve galega, batata e feijão, cozido juntamente com as carnes de porco curadas.

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45. Provar as melhores tapas do Gerês na Bó Gusta

A Bó Gusta foi o nosso restaurante preferido na Vila do Gerês. As tapas são maravilhosas, com doses generosas e preços muito justos. É uma excelente opção para um jantar no Gerês. Gostamos de tudo mas a posta, a chanfana de javali e as ameijoas à Bolhão Pato são uma delícia.

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46. Mergulhar nas magníficas Lagoas de Fafião

As lagoas de Fafião são um dos lugares mais extraordinários para visitar na Serra do Gerês com crianças. Se não tiver muito tempo, esta é mesmo uma experiência obrigatória a ter. Não se esqueça que não é preciso caminhar para lá chegar.

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47. Conhecer a tradição dos Fojos dos Lobos

Os Fojos do Lobos são construções típicas na Serra do Gerês que serviam a comunidade e destinavam-se a capturar os lobos da serra que ameaçavam os rebanhos dos pastores. Eram construídos em muros que direccionavam os lobos para um poço, para onde eles eram atraídos e depois capturados. Há vários fojos do lobos na Serra do Gerês mas os melhores são o da aldeia de Fafião (o maior da Península Ibérica) e o da aldeia de Xertelo.

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48. Conhecer a tradição das Silhas dos Ursos

Há pouco mais de um século os ursos eram habitantes da Serra do Gerês e ameçavam a produção de mel das aldeias, atacando as colmeias da serra. Assim, os aldeões criaram as silhas dos ursos, estrutiras muralhadas onde colocavam as colmeias a salvo dos ataques dos ursos. Hoje as silhas já estão abandonadas pois os ursos já não povoam estes locais. As silhas mais fáceis de ver são no PR14-MTL, no Trilho dos Poços Verdes, ou no trilho da Silha dos Ursos a caminho do miradouro da Junceda.

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49. Visitar a casa do Parque Nacional – Porta do Campo do Gerês

A casa do Parque Nacional, no Campo do Gerês, deve ser o primeiro local onde deve ir quando visitar o Gerês, especialmente porque pode comprar aqui o mapa do parque (3€) e folhetos de mapas de alguns trilhos (embora segundo informação que recolhemos lá vão deixar de disponibilizar em formato de papel, o que a nosso ver é um retrocesso). Não perca a oportunidade de ver a exposição sobre a construção da Barragem de Vilarinho das Furnas e a aldeia inudada, bem como a exposição sobre as características da Serra do Gerês e do PNPG. São muito interessantes.

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50. Percorrer os trilhos do Gerês

Aconteça o que acontecer, se decidir visitar o Gerês não pode deixar de percorrer os seus trilhos. Há trilhos maravilhosos, para todos os gostos e estilos. Trilhos fáceis, moderados ou exigentes. Basta escolher um (ou vários) e aventurar-se. Não se vai arrepender. Conheça o Gerês da forma mais sustentável possível, a pé.

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DICA EXTRA – Se quiser fazer uma actividade de montanha transversal a todo o PNPG não pode perder o magnífico GR50, uma Grande Rota dividida em 19 etapas que percorre todas as serras e planaltos do PNPG. Ficamos com vontade de voltar para fazer este trilho.

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ROTEIRO DE 7 DIAS PARA APROVEITAR O MELHOR DA SERRA DO GERÊS


Não é fácil organizar um roteiro na Serra do Gerês, especialmente porque isso vai depender imenso do tipo de actividades que gosta de fazer. Sendo assim, as propostas de organização de dias que se segue resultam daquilo que nós gostamos, viagens mais activas, com dias para fazer trilhos e aproveitar a natureza.

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PRIMEIRO DIA

No primeiro dia comece por chegar cedo à Serra do Gerês e aproveitar para conhecer alguns dos seus locais mais populares.

  • Albufeira da Caniçada
  • Santuário de São Bento da Porta Aberta
  • Vila do Gerês
  • Trilho da Preguiça (miradouro da Preguiça, cascata Leonte e Cascata da Laja)
  • Mata de Albergaria
  • Portela do Homem
  • Miradouro da Pedra Bela (pôr-do-sol)

SEGUNDO DIA

No dia seguinte explore a parte norte da Serra do Gerês. Leve o carro para a aldeia de Covide e comece lá o Trilho da Cidade e Fenda da Calcedónia.

  • Aldeia de Covide
  • Trilho da Cidade e Fenda da Calcedónia
  • Almoce o cozido na Cerdeira
  • Visite a Casa do Parque no Campo do Gerês
  • Visite a barragem de Vilarinho das Furnas
  • Dê um mergulho numa praia fluvial do trilho Águia do Sarilhão na albufeira de Vilarinho

TERCEIRO DIA

No dia seguinte visite alguns dos melhores locais da Serra do Gerês em trilho. Faça o trilho o Trilho do Poço Azul, tal como lhe propomos neste artigo que escrevemos e que lhe permite conhecer ao longo do trilho:

  • Poço Azul
  • Currais do Gerês
  • Cascata da Rajada
  • Cascatas do Arado
  • Miradouro das Silhas
  • Miradouro das Rocas
  • Aldeia da Ermida
  • Miradouro da Ermida

QUARTO DIA

Neste dia explore os melhores miradouros da Serra do Gerês. Se gosta de trilhos faça o Trilho dos Miradouros. Se pretende um dia mais descansado pode fazer os mesmos miradouros de carro, apenas com pequenos passeios a pé para os alcançar. Para preparar bem este dia veja estes nossos dois artigos:

Neste trilho ou percurso verá:

  • Miradouro da Fraga Negra
  • Mirante Velho
  • Miradouro das Portas de São Bento
  • Miradouro da Boneca
  • Miradouro da Junceda
  • Se não fizer o trilho aproveite o final da tarde para fazer kayak na albufeira da Caniçada.

QUINTO DIA

Este é um dia para conhecer algumas das cascatas e piscinas naturais da Serra do Gerês. Se gosta de trilhos, faça o Trilho do Pão, Azeite e Miradouros em Fafião.

  • Cascata de Tahiti
  • Piscinas naturais de Faião
  • Aldeia do Fafião (fojo do lobo)
  • Miradouro de Fafião
  • Cascata de Pincães
  • Cascata e Ponte da Misarela

SEXTO DIA

No dia seguinte, explore uma das zonas mais maravilhosas da Serra do Gerês e faça o Trilho dos Poços Verdes do Sobroso que levam às 7 Lagoas de Xertelo. Vá até à aldeia do Xertelo e de lá conheça as 7 Lagoas. Se gostar de trilhos e de caminhar, faça o trilho PR14, se prefere descansar faça a versão mais curta. Está tudo explicado neste artigo de como pode chegar às 7 Lagoas de Xertelo. O ideal neste dia é deixar a Vila do Gerês e ficar a dormir em Pitões de Júnias. Neste trajecto poderá ver:

  • Aldeia de Xertelo
  • Silhas de Ursos
  • Fojos de Lobos
  • 7 Lagoas de Xertelo
  • Aldeias de Ponteira e Covelães

SÉTIMO DIA

Neste dia acorde na aldeia de Pitões das Júnias e explore a aldeia e os seus arredores. Não perca:

  • Trilho de Pitões das Júnias
  • Mosteiro de Santa Maria das Júnias
  • Cascata de Pitões das Júnias
  • Passadiço de Pitões das Júnias
  • Comer na Casa do Preto

DICA EXTRA – Se tiver dias extra e gostar de fazer trilhos no Gerês temos imensos bons trilhos explicados no blogue, contudo, recomendamos que faça o trilho PR14 – Sobreiral da Ermida.

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Carla Mota

Geógrafa com uma enorme paixão pelas viagens e pelo mundo. Desde muito cedo que as viagens de exploração fazem parte da sua vida. A busca do conhecimento do mundo leva-a em direcção a culturas perdidas e ameaçadas, tentando percebe-las. Hoje é também líder de viagens de aventura na Nomad.

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14 Comentários

  1. Que lugar incrível!!! Não tinha ouvido falar em Gerês mas já coloquei em minha lista de desejos. Me vejo caminhando pelas ruas da Aldeia de Pitões das Junias, contemplando a vista do Miradouro da Jucenda e mergulhando no Poço Azul. Perfeito o seu post e super completo. Parabéns e obrigada por compartilhar

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada! Visitar o Gerês é mesmo incrível e aposto que você se apaixonaria na hora.

  2. Danielle diz: Responder

    Que delícia circular por sete dias na Serra dos Gerês. Infelizmente, eu só conheci a Serra da Estrela, mas fui até Braga e Viana do Castelo (norte de Portugal). Amei a sua dica e roteiro! Até já conversei com o meu marido de que iremos fazer o seu roteiro, na próxima oportunidade em Portugal.
    Mesmo com o desabafo sobre a falta de informações no local, eu achei que vocês desbravaram bem o lugar e ficaram com um lindo registro de viagem.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Danielle. Aposto que você e o seu marido vão adorar visitar o Gerês. É verdadeiramente maravilhoso.

  3. Diana Castanhas diz: Responder

    Fantástica toda a informação recolhida e a forma como está exposta.
    Parabéns, adorei!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Muito obrigada, Diana. Espero que gostes e desfrutes bem do Gerês.

  4. Leo Vidal diz: Responder

    Visitei o Gerês no verão a partir de Braga, mas fui direto para a parte onde eles chamam de praia. Uma praia de rio que no verão estava muito movimentada pelos portugueses, muito agradável a temperatura da água. Com suas dicas espero visitar mais partes numa próxima vez em Portugal

    1. Carla Mota diz: Responder

      Leo, deve ter ido para o Rio Caldo. Essa parte do Gerês é a mais popular desde Braga.

  5. Nossa, já quero visitar o Gerês. Que lugar absurdamente lindo! Uma pena a falta de informações que você citou. Tomara que mudem isso. Mas, sem dúvida, este post ajuda demaaaais! Fiquei encantada com o Poço Azul e de olho no bolo de chocolate!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Pode ser que a informação para visitar o Gerês melhore. Nós acreditamos que sim.

  6. Oi Carla, que lugar incrível e eu não conhecia. O jeito que você escreve e organiza as informações é ótimo, me senti viajando para o Gerês. Salvei o seu post para a próxima visita a Portugal.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Fabrício.

  7. Dulce diz: Responder

    Ena incrível! Muito e muito obrigada pelas partilhas e pelo vosso tempo.
    Está um artigo muito completo que me ajudará a conhecer um pouco melhor o Gerês na minha próxima visita que, se tudo correr bem, está para breve.
    Obrigada e continuação de bons passeios

    1. Carla Mota diz: Responder

      Muito obrigada, Dulce. Ainda bem que gostou. Depositamos imensa energia no nosso blogue e é maravilhoso quando temos retorno. Obrigada.

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