Visitar a ILHA DO PICO, a ilha vulcão do arquipélago dos Açores

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Visitar a ilha do Pico é descobrir aquela que é, provavelmente, a ilha mais completa dos Açores, com uma paisagem vulcânica povoada por lagoas e cones e dominada pela montanha do Pico, e com uma presença humana cheia de história e cultura, onde sobressaem a cultura do vinho nas vertentes da montanha e a baleação (caça à baleia) no mar, junto à costa.

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VIAGEM PELA GEOGRAFIA DE PORTUGAL – DIA 84 – PICO, AÇORES . . 🇵🇹 Homem vs Natureza. “Da pedra se fez vinho” , é a frase que se lê na Casa da Vinha no Pico. E é verdade. Um solo rochoso, coberto de lava e escórias vulcânicas, foi transformado em terra arável. As primeiras terras dizem ter vindo do Faial e depois, com a limpeza constante das rochas do terreno, conseguiu-se plantar a vinha. Essas rochas formam hoje os currais, estes muros de pedra negra que, se fossem alinhados conseguiriam dar duas voltas ao planeta Terra na zona do Equador. Impressionante, não? . . 🇬🇧 Man vs nature. “From the stone made wine,” is the phrase that reads in the vineyard’s house at the peak. And it’s true. A rocky solo, lava covered and volcanic slag, was transformed into arable land. The first lands said to have come from Faial and then, with the constant cleansing of the terrain rocks, was able to plant the vineyard. These rocks form today the corrals, these black stone walls that if they were aligned they could give two laps to the planet Earth in the Ecuador area. Stunning, no? . . . . . . #sataazoresairlines #azoresairlines @azores_airlines_official #visitazores @visitazores #euficoemportugal #visitportugal #azores #açores #azoresportugal #açoresportugal #sapoviagens #fugasporportugal #forbestravelguide #cntraveller #bbctravel #natgeo #bbcworld #viajarentreviagens

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A ilha do Pico é a segunda maior dos Açores (apenas atrás da ilha de São Miguel), mas tem menos de 15.000 habitantes, uma população substancialmente menor do que a ilha Terceira e ligeiramente menor do que a ilha (muito mais pequena) do Faial. O Pico é um dos vértices do “triângulo” do grupo central (juntamente com São Jorge e Faial), separado de São Jorge por um estreito de 15 km, e do Faial apenas por 8 km. Hoje, o Pico começa a afirmar-se como um destino turístico emergente no panorama nacional, sendo cada vez mais popular visitar uma das ilhas mais singulares do arquipélago dos Açores.

Não perca o nosso artigo com todas as dicas e roteiro sobre viajar no grupo central dos Açores, pelas ilhas do Pico, Faial e São Jorge.

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Os encantos da ilha do Pico

Quando visitar a ilha do Pico, deve procurar conhecer as diferentes facetas que a ilha e sua população têm para oferecer. Em termos naturais, as paisagens vulcânicas são magníficas, culminando na majestosa montanha do Pico, mas a humanização dessa paisagem no Pico tem nas vinhas o seu expoente máximo. Em termos culturais, a baleação e a observação de baleias são actividades que marcam o passado e o presente de uma população que sempre conviveu com os grandes cetáceos.

Se viajar para os Açores, não perca o nosso artigo sobre Lugares obrigatórios para visitar em SÃO MIGUEL.

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A paisagem do Pico

A ilha do Pico é uma ilha que se estende em comprimento (cerca de 40 km, desde a Madalena, a noroeste, até à Ponta da Ilha, a sudeste), e com uma largura máxima de cerca de 15 km e tem três vilas, Madalena, São Roque do Pico e Lajes do Pico. O seu relevo assenta numa cordilheira vulcânica linear (com origem ligada a um vulcanismo fissural) que ocupa o seu interior (o chamado planalto central), sendo a metade noroeste da ilha dominado pela Montanha do Pico, cujo cume (chamado Piquinho), a 2351 m de altitude, é o ponto mais elevado de Portugal. Geologicamente, a ilha do Pico é a mais recente do arquipélago dos Açores, sendo que a sua formação se iniciou há cerca de 250.000 anos.

Uma das paisagens vulcânicas mais singulares das ilhas dos Açores, em particular da ilha do Pico, são os chamados lajidos. Um lajido é um campo de escoadas lávicas basálticas muito fluidas, um tipo de lava correspondente ao termo técnico “pahoehoe”. Neste tipo de paisagem, pode observar-se estruturas e relevos associados ao vulcanismo efusivo, tais como lavas encordoadas e lóbulos convexos (“pahoehoe toes”).

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Mas a paisagem vulcânica não se limita aquilo que se vê… Quando visitar a ilha do Pico, não se esqueça de explorar também por baixo da terra, no subsolo. As cavidades vulcânicas constituem uma faceta invisível da morfologia do terreno dos Açores, que hoje desperta cada vez mais a atenção de cientistas e de curiosos. Actualmente são conhecidas cerca de 270 cavidades vulcânicas nos Açores, sendo a ilha do pico aquela que tem maior número, com 129. Os tipos mais impressionantes de cavidades vulcânicas são os tubos lávicos, grutas formadas pelo escoamento e arrefecimento da lava, solidificando na forma de tubo, e os algares vulcânicos, as antigas chaminés de ejecção de material eruptivo que não colapsaram completamente. Algumas destas estruturas podem ser acedidas do exterior (com maior ou menor dificuldade) e algumas tornaram-se atracções turísticas, como a Gruta das Torres, na ilha do Pico.

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A montanha do Pico

A montanha do Pico é verdadeiramente impressionante e domina o relevo da ilha do Pico, mas também marca horizonte de todas as ilhas do grupo central do arquipélago, sendo particularmente imponente vista do Faial. Para além de ser o ponto mais alto de Portugal (quase 400 m mais elevado do que a Serra da Estrela), é o ponto mais alto da Dorsal Meso-Atlântica, uma cordilheira submarina que é uma espécie de espinha dorsal do Oceano Atlântico, sendo que o maciço vulcânico se eleva mais de 5000 m das profundidades abissais, estando portanto cerca de metade submerso.

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O vulcão do Pico foi do tipo efusivo, com erupções com emissão de rios de lava. As vertentes da montanha do Pico têm declives acentuados (o que torna a subida ao seu cume uma tarefa que não dever ser encarada de forma ligeira), sendo que, no topo, existe uma caldeira vulcânica (com o bordo parcialmente colapsado), de onde sobressai o cone vulcânico do Piquinho (correspondente a uma erupção mais recente), com cerca de 70 m de altura relativamente à caldeira. O sopé leste da montanha do Pico termina no planalto central da ilha, mas as vertentes a norte, oeste e sul terminam no mar, com escoadas lávicas bem visíveis em vários locais. Esta magnífica paisagem foi considerada, em 2010, como uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.

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As vinhas do Pico

A paisagem natural das ilhas açorianas é composta por solos vulcânicos e, no caso da ilha do Pico, a mais recente em termos geológicos, muitas vezes de terrenos estéreis, sem água, e até campos de lava solidificada, resultados de erupções históricas (ou seja, ocorridas desde o século XVI), designadas pela população como “mistérios”. Mas a luta do Homem pela sobrevivência em terras e climas tão agrestes toma, muitas vezes, as formas mais inesperadas. Ali, no meio do Oceano Atlântico, o trabalho árduo transformou os campos de lava em vinhedos, com as videiras a crescer junto ao chão, rodeadas de muros negros (denominados “currais”), cuja pedra vulcânica absorve o calor e protege do vento e do ar salgado do mar.

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A qualidade das castas autóctones Arinto, Terrantês e Verdelho foi sendo reconhecida, nacional e internacionalmente (diz-se que os czares da Rússia tinham vinho dos Açores nas suas adegas), principalmente o vinho licoroso branco do Pico, levando à criação da Região Demarcada dos Açores e à classificação da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico como Património Mundial da UNESCO em 2004. Hoje a vinha e o vinho fazem parte da identidade cultural da ilha do Pico e é mais uma faceta que os visitantes podem e devem explorar.

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A baleação no Pico

Durante os primeiros séculos de povoamento dos Açores, e em particular da ilha do Pico (que terá sido descoberto pelos portugueses entre 1427 e 1431), os meios de subsistência das populações foram a agricultura, com o cultivo de cereais e, posteriormente, de vinha, e a pastorícia. Mas no século XVIII, o negócio das baleeiras americanas chegou aos Açores, levando a que muitos homens se alistassem nos navios e que alguns, regressados a casa, decidissem fundar o seu próprio negócio de caça ao cachalote. Os ossos e a gordura e carne da baleia eram transformados em óleo (usado como lubrificante ou na indústria cosmética) e farinhas (usadas em rações), ambos produtos exportados para a Europa e Estados Unidos, constituindo uma importante fonte de receita para as famílias açorianas nos séculos XIX e XX, e fazendo parte da identidade cultural dos Açorianos, em particular dos habitantes da ilha do Pico.

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Nos Açores, os grandes navios baleeiros foram substituídos por uma baleação costeira, pois eram muitos os cachalotes perto da costa, principalmente nos meses de Verão. Os vigias, em terra, observavam as águas e localizavam os animais, avisando com o lançamento de um foguete as equipas dos botes para se lançarem ao mar. O método de captura e morte foi sempre completamente artesanal, com arpoamento manual, mas ainda assim o número de baleias mortas foi considerável, sendo que os registos indicam cerca de 12 mil baleias mortas no período de maior actividade, entre 1896 e 1949.

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Mas, desde os anos 60, a caça à baleia começou a entrar em declínio, e a sua viabilidade económica foi ultrapassada pelo aparecimento de novos produtos concorrenciais. Para além disso, foi crescendo a consciência da baleia como um animal que poderia entrar em extinção e que não deveria ser caçada indiscriminadamente. Com a entrada na CEE, Portugal foi um dos primeiros países a aderir à proibição da caça à baleia e, em 1987, foram capturados os últimos cachalotes na ilha do Pico. Terminava assim a caça à baleia nos Açores.

Os antigos botes baleeiros foram recuperados para exposição ou para regatas em momentos especiais, e a fábrica da baleia na ilha do Pico foi transformada no Museu da indústria baleeira em São Roque do Pico. Os antigos postos de vigia são hoje igualmente usados para a observação de baleias, mas as embarcações que vão ao seu encontro não têm intenções violentas, estando cheios de turistas ávidos de um encontro mais próximo com esses gentis gigantes. As baleias continuam, assim, a desempenhar um papel na economia do arquipélago e a ocupar um lugar especial no coração de todos os açorianos.

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DICAS PRÁTICAS PARA VISITAR A ILHA DO PICO


Para visitar a ilha do Pico, não perdendo tempo com indecisões e conseguindo ver tudo aquilo que lhe interessa mais, deverá planificar a sua viagem atempadamente, e por isso deixamos aqui as nossas dicas práticas para visitar o Pico, nomeadamente quando visitar, como chegar lá, incluindo os novos procedimentos devido à pandemia Covid-19, como se deslocar no terreno, e onde dormir na ilha do Pico.

Pode fazer aqui o download do mapa da ilha do Pico.

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Quando visitar a ilha do Pico, nos Açores

O clima dos Açores é caracterizado por elevados índices de humidade do ar, chuvas regulares, ventos por vezes fortes, temperaturas amenas e baixa taxa de insolação. Os Invernos não são rigorosos, mas são chuvosos, sendo que pode ocorrer queda de neve nas terras altas, enquanto no Verão os dias são mais quentes e ensolarados, sendo que ainda assim são raros os dias de céu completamente limpo.

Sendo assim, a melhor altura do ano para visitar a ilha do Pico é no Verão, entre os meses de Junho e Setembro. Os meses de Verão são também aqueles em que decorrem as festividades mais importantes do Pico, tais como as Festas de S. Roque do Pico, a Semana dos Baleeiros, com a sua Procissão de Nossa Senhora de Lourdes, nas Lajes do Pico, e as Festas da Madalena.

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Como chegar à ilha do Pico, nos Açores

Chegar de avião à ilha do Pico

Há voos directos para a ilha do Pico a partir de Lisboa, com duração de cerca de 2h45min, mas também pode chegar lá a partir de Ponta Delgada (São Miguel) ou Lajes (Terceira), sendo que a melhor companhia para voar para os Açores é a SATA Azores Airlines.

NOTA: A SATA disponibiliza um serviço de encaminhamento, de acordo com a disponibilidade de lugares, sem encargos para o passageiro, de passageiros em viagens no interior da Região Autónoma dos Açores, com origem ou destino em Portugal Continental ou no Funchal, que pretendam utilizar nas suas deslocações qualquer das gateways dos Açores (Ponta Delgada [PDL], Santa Maria [SMA], Terceira [TER], Faial [HOR], Pico [PIX]).

Pode pesquisar e reservar o seu voo para a ilha do Pico aqui.

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Chegar de barco à ilha do Pico

Se estiver numa das ilhas do grupo central dos Açores (Faial, São Jorge, Graciosa, Terceira), também pode chegar à ilha do Pico por mar, numa ligação de ferry, usando os serviços da Atlântico Line. Nós voámos de Ponta Delgada para São Jorge, mas dali partimos de barco à descoberta das outras ilhas do grupo central, começando pela ilha do Pico. Em circunstâncias normais, durante o Verão, há também ligações com o grupo oriental (São Miguel e Santa Maria) e ocidental (Flores e Corvo) mas, devido à pandemia de Covid-19, estas ligações marítimas não estão actualmente a funcionar.

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Procedimentos de entrada nos Açores (Covid-19)

Em tempos de pandemia Covid-19, viajar para os Açores e, em particular, visitar a ilha do Pico, requer que tenha um resultado negativo num teste ao vírus. Pode fazê-lo ainda no continente, até 72 horas antes do voo, ou pode fazê-lo à chegada aos Açores mas, nesse caso, terá de esperar pelos resultados no hotel sem sair (em princípio, o resultado ser-lhe-á comunicado em 24 horas). Em ambas opções, o teste é pago pelo Governo Regional dos Açores, nos laboratórios com os quais tem acordos.

NOTA: A realização do teste é condição obrigatória para viajar para os Açores e visitar São Jorge. Se não fizer o teste antes de viajar, e se recusar a fazer o teste à entrada no arquipélago, terá de regressar ao continente e pagar os custos da viagem de regresso.

Já nos Açores, se a sua estadia for de 7 ou mais dias, terá de repetir o teste de Covid-19, numa unidade de saúde açoreana, ao 6º dia a contar do dia em que fez o 1º teste.

Não deixe de consultar o nosso artigo com todas as dicas sobre viajar para os Açores em 2020.

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Seguro de viagem para os Açores (com cobertura de tratamento de Covid-19)

A IATI Seguros tem um seguro que é especialmente indicado para viagens para os Açores. Este novo seguro oferece cobertura em caso de contágio por Covid-19 (exames médicos, transporte sanitário, assistência médica, hospitalização, quarentena obrigatória e repatriação), assim como o Seguro de Cancelamento permite o cancelamento da viagem em caso de resultado positivo para Covid-19 (do próprio segurado, pais ou filhos), se isso impedir a viagem na data prevista. Além disso, tem também coberturas específicas para cicloturistas, autocaravanas, campers e campistas, e ainda para animais de estimação.

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Como deslocar-se na ilha do Pico, nos Açores

É verdade que, para se deslocar entre as principais localidades da ilha do Pico, pode usar os serviços de autocarros “Cristiano Limitada“, mas as ligações não são muito frequentes e são limitadas aos eixos Madalena-São Roque-Piedade e Madalena-Lajes-Ribeirinha, não cobrindo grande parte do interior da ilha. Sendo assim, a melhor opção para se deslocar quando visitar a ilha do Pico é alugar carro, dando-lhe a autonomia necessária para desfrutar de tudo o que o Pico lhe tem para oferecer.

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Onde dormir na ilha do Pico, nos Açores

A ilha do Pico é grande e tem muitas opções de alojamento, e poderá optar por ficar alojado em várias zonas da ilha. No entanto, escolher onde ficará a dormir depende de alguns factores. Por exemplo, se não tiver carro próprio, ou se a sua estadia no Pico for de menos de 3 dias, então deve optar por alojar-se em São Roque do Pico ou Madalena, pois vai chegar e sair de avião ou barco (o aeroporto fica a meio das duas localidades).

Outras boas opções perto da Madalena são o Lajido (Santa Luzia) e a Criação Velha. Se tiver mais tempo, e para desfrutar melhor da ilha, pode optar por se alojar mais longe dos centros maiores, por exemplo na zona vinícola de São Mateus ou São Caetanos, ou nas Lajes do Pico.

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Onde dormir na Madalena, ilha do Pico, nos Açores

Onde dormir em São Roque do Pico (e arredores), nos Açores

Onde dormir no Lajido, ilha do Pico, nos Açores

Onde dormir na Criação Velha, ilha do Pico, nos Açores

Onde dormir em São Mateus ou São Caetano, ilha do Pico, nos Açores

Onde dormir nas Lajes do Pico, nos Açores

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O QUE VER E FAZER QUANDO VISITAR A ILHA DO PICO


A ilha do Pico é uma das maiores dos Açores, e oferece imenso a quem a visita, por isso recomendamos que dedique pelo menos 4 ou 5 dias a explorar a ilha, conhecendo lugares fantásticos e percorrendo belos trilhos, com um ou dois dias extra para subir à montanha do Pico.

DICA – O nosso conselho é que quando chegar à ilha do Pico programe os seus dias. Pegue num mapa da ilha no Posto de Turismo (do aeroporto ou no porto) e marque todos os lugares e experiências que quer fazer quando visitar a ilha do Pico. Em função disso, defina o seu itinerário, ajustando ao número de dias que tem na ilha. Se tiver mais tempo pode viajar mais lentamente, se tiver menos, mais rápido. Não se esqueça que pode sempre apanhar chuva e vento em qualquer estação do ano por isso a palavra de ordem é “ajuste”.

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1. Percorrer o centro histórico da Madalena

A Madalena é a principal vila da ilha do Pico, e o seu crescimento está relacionado com a sua posição em frente à lha do Faial e com a proximidade da região vinícola. A riqueza produzida na ilha levou a que o centro histórico da Madalena tenha alguns edifícios dignos de registo, onde se destaca a igreja matriz, constituindo um belo passeio.

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2. Contemplar a montanha do Pico a partir da Madalena

Se o estado do tempo o permitir, a montanha do Pico é visível de qualquer ponto da ilha, mas uma das vistas mais bonitas é aquela que se tem a partir da vila da Madalena, com a cidade em destaque e com a montanha como pano de fundo.

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3. Admirar os ilhéus da Madalena e a ilha do Faial

Os Ilhéus da Madalena localizam-se no Canal do Faial, a poucas centenas de metros do porto da vila da Madalena e formam, juntamente com a ilha do Faial, outra das grandes vistas que se pode ter a partir da vila. S fizer a viagem de barco entre o Pico e o Faial, irá passar perto destes dois restos de um vulcão submarino, o Ilhéu Deitado, e o Ilhéu em Pé.

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4. Nadar na zona balnear da Madalena

A zona balnear da Madalena localiza-se numa das extremidades do porto da vila, resguardada das correntes do canal pelos paredões do porto. Ali poderá nadar no mar, por entre as formações rochosas da zona, ou na piscina municipal.

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5. Visitar o Museu do Vinho da ilha do Pico

O Museu do Vinho é uma das instituições mais populares da vila da Madalena e é algo que não deve perder quando visitar a ilha do Pico. Sediado nas dependências do antigo Convento da Ordem do Carmo, inclui um armazém de alambiques, uma vinha, uma exposição sobre a história da cultura do vinho e um edifício onde se encontra um grande lagar. É um excelente lugar para iniciar um périplo pela cultura do vinho na ilha do Pico.

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6. Admirar os dragoeiros no jardim do Museu do Vinho

No Museu do Vinho não deixe de admirar um belo conjunto de dragoeiros (“Dracaena draco”), uma espécie nativa da Macaronésia e que é um símbolo de Tenerife . Esta planta é vulnerável à alteração do seu habitat, mas ali poderá ver espécimes com idades entre os 500 e os 1000 anos.

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7. Apreciar as vistas do mirante do Museu do Vinho do Pico

A vinha junto ao Museu do Vinho tem uma distribuição bela e vistosa de currais, os quais podem ser observados a partir do mirante, uma construção que se realça pela sua cor vermelha e semelhanças com os pagodes japoneses.

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8. Visitar uma adega na ilha do Pico

Quando visitar a ilha do Pico, não pode deixar de conhecer, pelo menos, uma adega. Por exemplo, a Adega Cooperativa Vitivinícola e a Adega “A Buraca” são excelentes locais onde poderá conhecer melhor a história do vinho e da vinha na ilha do Pico e fazer uma prova de vinhos.

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9. Provar o Queijo Artesanal “Alfredo” da ilha do Pico

O queijo é um dos produtos tradicionais da ilha do Pico, e o queijo artesanal “Alfredo” é uma das marcas mais reconhecidas pela sua qualidade. É um queijo curado, de pasta mole e amanteigada. Nós experimentámos em restaurantes no Pico e depois não resistimos a comprar para trazer para casa.

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10. Comer Pudim de Mel no “Ancoradouro” quando visitar a ilha do Pico

O restaurante Ancoradouro é um dos melhores da ilha do Pico, e lá poderá experimentar pratos deliciosos de peixe e marisco (e carne, também), mas o que nos deixou com água na boca foi a sobremesa (sim, somos gulosos!) “Pudim de Mel”, um pudim delicioso, com mel e canela.

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11. Visitar a Exposição Permanente do Espólio de Cachalotes e Lulas de Malcolm Clarke

Se quer saber mais sobre os cachalotes e as lulas gigantes, este é o sítio que não deve perder. O antigo Museu de Cachalotes e Lulas foi parcialmente destruído pelo mau tempo em 2017, mas parte do espólio foi recuperado, estando agora patente no Posto de Turismo.

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12. Ver o pôr-do-sol no Cella Bar

O Cella Bar está localizado junto ao mar, num edifício de arquitectura premiada, virado para a ilha do Faial. Tem excelentes cocktails, e também é restaurante (que não experimentámos) mas a cereja no topo do bolo é o maravilhoso pôr-do-sol, visto da esplanada, com uma bebida na mão.

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13. Nadar nas piscinas naturais da Barca

Junto ao Cella Bar, poderá ainda desfrutar das piscinas naturais da Barca, onde pode tomar banhos de mar e de sol. É necessária alguma precaução se o mar estiver com ondulação.

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14. Visitar São Roque do Pico

São Roque do Pico é uma vila cheia de história, que vem desde os primórdios do povoamento da ilha do Pico, e está intimamente ligada à caça à baleia. Hoje o seu porto continua a ser um dos mais importantes da ilha.

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15. Visitar o Museu da Indústria Baleeira

O Museu da Indústria Baleeira está localizado em São Roque do Pico, na antiga Fábrica da Baleia Armações Baleeiras Reunidas, Lda., o maior e o mais importante complexo de transformação e processamento de cachalotes dos Açores. Lá dentro, pode saber tudo sobre o processamento da gordura e ossos da baleia e conhecer as caldeiras e máquinas que produziram óleo e farinhas para exportação, entre 1946 e 1984.

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16. Nadar na Furna de Santo António

As piscinas naturais da Furna de Santo António são das mais populares da ilha do Pico, com belas formações rochosas, e onde poderá nadar em piscinas artificiais também.

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17. Experimentar o bife do “Magma”

O restaurante “Magma”, em Santo Amaro, é uma das sensações do panorama gastronómico da ilha do Pico, com uma maravilhosa vista da esplanada na varanda e com pratos de comida regional e outros, tudo com excelente qualidade. Nós experimentámos o bife com molho de queijo e recomendamos!

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18. Visitar a Casa da Montanha

Quando visitar a ilha do Pico, mesmo que não vá subir ao topo do Pico, não pode deixar de subir à Casa da Montanha. Situada a 1230 m de altitude, no final da estrada que sobe a montanha, é ali que se faz o controlo das subidas à montanha, mas pode também encontrar informações sobre a Reserva Natural da Montanha do Pico, e relaxar no bar com vista panorâmica.

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19. Visitar a Furna Abrigo

Mesmo que não se sinta com energia para subir ao topo do Pico, pode fazer um curto percurso até à Furna Abrigo (coincidente com o primeiro marco do caminho da subida), uma cavidade vulcânica que serviu de abrigo aos caminhantes antes da construção da Casa da Montanha, com um custo de 5€. Terá um gostinho do que é caminhar na montanha do Pico e, de lá, terá vistas privilegiadas sobre a Casa da Montanha e paisagem envolvente.

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20. Subir à Cratera do Pico

Para quem gosta de actividade física e montanha, subir à cratera do Pico é algo a não perder quando visitar a ilha do Pico. É exigente do ponto de vista físico, e o estado do tempo pode ser um factor limitativo, mas aos 2250 m de altitude encontrar-se-á perante a cratera do terceiro maior vulcão do Atlântico, a seguir aos vulcões Teide (3717 m), nas Canárias, e Fogo (2829 m), em Cabo Verde.

NOTA: Embora não seja uma escalada técnica, a subida à Montanha do Pico tem um grau de dificuldade médio / elevado, com uma extensão curta (apenas 3800m desde a base até ao cume), mas um desnível vertical de mais de 1100 m, iniciando-se na Casa da Montanha.

Não deixe de consultar o nosso artigo com tudo o que precisa de saber para subir a montanha do Pico, num dia ou pernoita.

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21. Assistir ao pôr-do-sol no topo do Pico

Pernoitar na cratera do Pico é uma experiência que nunca esquecerá. Tem a grande vantagem prática de que, ao passar ali a noite, aumentam as probabilidades de ter bom tempo no topo da montanha (ao início e final do dia), e poderá assistir a um fabuloso pôr-do-sol.

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22. Assistir ao nascer-do-sol no topo do Pico

De madrugada, antes de o sol nascer, ponha-se a pé, e decida se quer subir logo ao Piquinho. Pode optar por ver o nascer-do-sol no bordo da cratera e só depois subir ao Piquinho (assim evita as “multidões” no topo). De qualquer forma, será um nascer-do-sol que não esquecerá!

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23. Presenciar fenómenos de vulcanismo secundário no topo do Pico

O cone lávico do Piquinho é o testemunho das últimas erupções no topo da montanha, há cerca de 1300 anos, mas onde há, ainda hoje, actividade de fumarolas, na base e no interior da cratera do Piquinho. O vapor libertado é bem visível (e quentinho!) pela manhã, mas não se sente cheiro a enxofre.

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24. Subir ao Piquinho, ponto mais alto de Portugal

Subir ao Piquinho é o derradeiro esforço numa longa subida, num troço curto (o desnível é de apenas 70 m) mas muito inclinado (em certas secções é necessário a ajuda das mãos), mas a recompensa é chegar ao topo de Portugal, a 2351 m de altitude, e ter vistas fabulosas sobre todo o grupo central dos Açores.

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25. Conhecer os Mistérios do Pico

A denominação “Mistérios” refere-se aos campos de lava decorrentes das erupções históricas que ocorreram nas ilhas, para as quais os habitantes não tinham justificação, sendo por isso considerados mistérios da Natureza. Na ilha do Pico, as erupções históricas originaram os Mistérios da Prainha (1562/64), Santa Luzia (1718), São João (1718) e Silveira (1720).

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26. Admirar os Arcos do Cachorro

Os Arcos do Cachorro são formações rochosas de origem vulcânica localizadas no local do Cachorro (freguesia das Bandeiras). É um belo conjunto, com arcos e grutas, onde a água entre, por vezes furiosamente.

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27. Piscina Natural do Cachorro

As piscinas naturais da zona balnear do Cachorro são uma óptima forma de desfrutar de uma paisagem de outro mundo, com águas cristalinas e fundo marinho de pedra vulcânica.

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28. Deslumbrar-se com o Lajido de Santa Luzia

O lajido de Santa Luzia é um dos campos de escoadas lávicas mais impressionantes da ilha do Pico. Ali, poderá observar as formas que a lva assumiu após o seu arrefecimento, como a chamada lava encordoada.

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29. Visitar o Centro Interpretativo da Paisagem e Cultura da Vinha

O Centro de Interpretação da Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico é o sítio ideal para visitar e ficar a conhecer e perceber a paisagem que já foi classificada como Património Mundial da UNESCO.

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30. Visitar a Casa dos Vulcões

A Casa dos Vulcões é um local obrigatório quando visitar a ilha do Pico. Ali, poderá aprender a história geológica dos Açores, fazer uma “viagem ao centro da Terra” e sentir em primeira mão a força de um terramoto, em simulações do sismo de 1980 na ilha Terceira e do sismo de 1998 na ilha do Faial.

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31. Nadar na piscina natural do Cabrito

Este é mais um local ideal para nadar nas águas do Atlântico, rodeado de uma envolvência natural de origem vulcânica.

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32. Admirar as escoadas lávicas do Cabrito

As lavas encordoadas ali são dos melhores exemplares que a ilha do Pico tem. Se quer caminhar sobre um campo de escoada lávica que preservou as formas da lava de uma forma perfeita, é no Cabrito.

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33. Explorar a região vinícola da Criação Velha

A zona entre as freguesias de Madalena e Candelária, em particular a Criação Velha, é conhecida pela paisagem da cultura da vinha, classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 2004. Nesta zona, os currais estão muito bem preservados, e a paisagem vinícola é complementada pelas escoadas lávicas, os ilhéus da Madalena,a ilha do Faial e a montanha do Pico.

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34. Fazer o trilho das Vinhas da Criação Velha (PR 05 PIC)

Fazer este trilho é algo que não deve perder quando visitar a ilha do Pico. Com a extensão de 6,9 km (2 horas de duração) e grau de dificuldade fácil, este belo percurso inicia-se no Porto do Calhau, segue quase sempre em área de Paisagem Protegida da Cultura da Vinha, até terminar junto ao restaurante “Ancoradouro”, no Porto da Areia Larga. Ao longo deste percurso, poderá observar exemplos de relheiras, rastos das carroças usadas para transporte de carga, e rola-pipas, rampas escavadas para o mar, onde rolavam as barricas de vinho.

Pode fazer o download aqui do mapa e folheto deste trilho.

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35. Admirar as escoadas lávicas da Criação Velha

A Criação Velha é uma das regiões vinícolas mais importantes da ilha do Pico, mas não só. Ali também poderá observar um campo de escoadas lávicas, com belos exemplares de lavas encordoadas e lóbulos convexos. Cuidado ao chegar-se à água se o mar estiver revolto; as ondas podem cobrir parte das lavas.

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36. Admirar o Moinho do Frade, na Criação Velha

Os moinhos de vento e de água fazem parte da tradição da ilha do Pico, e também fazem parte da sua paisagem. O Moinho dos Frades, na Criação Velha, é provavelmente o mais fotogénico, contrastando com os currais que o rodeiam.

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37. Contemplar as vistas da Criação Velha

Quer se vire para o mar, quer para a montanha, a partir da Criação Velha, em particular junto do Moinho do Frade, terá vistas fabulosas sobre a ilha do Faial e o vulcão do Pico.

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38. Explorar a Gruta das Torres

A Gruta das Torres é o maior tubo lávico conhecido nos Açores, com cerca de 5150 m de comprimento total e um labirinto de túneis secundários, que se espalham em todas as direcções. Está localizado na freguesia da Criação Velha, mas já nas encostas da montanha. A visita é guiada e apenas a uma pequena parte do túnel principal, mas é impressionante pela grandeza da gruta e pela beleza das formas que a lava formou, nomeadamente as estalactites e estalagmites, e lava encordoada, rendilhada e entrançada.

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O chão é formado por lavas do tipo pahoehoe (superfície lisa e ondulado, com lóbulos de aspecto esponjoso) mas também lavas “aa” (superfície irregular, espinhosa e áspera).

NOTA: Dadas as restrições no número de pessoas por visita, deve marcar a sua com a devida antecedência no site oficial. Deve levar calçado adequado, e lá são fornecidos o capacete e lanterna.

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39. Visitar São Mateus

A freguesia de São Mateus é a mais antiga freguesia do concelho da Madalena do Pico, sendo que a chegada dos primeiros povoadores data de 1482. São Mateus tem uma igreja impressionante, um porto de pesca, tradição na caça à baleia e ainda é uma freguesia com bastante vinha.

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40. Apreciar a arquitectura típica da ilha do Pico

A costa sul da ilha do Pico, a primeira a ser povoada, é onde encontrará a arquitectura típica da ilha, caracterizada pelo uso da pedra vulcânica negra não rebocada (à vista), utilizada nos edifícios de apoio às actividades agrícolas e na construção dos muros divisórios dos campos de cultivo.

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41. Contemplar a montanha do Pico a partir de São Caetano

São Caetano é uma freguesia na costa sul da ilha do Pico, e ali o declive da montanha do Pico é bastante elevado, sendo que, mesmo na costa, se está muito perto do vulcão. Sendo assim, é um óptimo local para contemplar a montanha do Pico.

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42. Explorar a costa da Pontinha das Formigas

A Pontinha das Formigas (também conhecida como a Ponta da Faca) é uma zona da costa de São Caetano que exibe belas formações rochosas. Ali encontra-se o Farol da Ponta de São Mateus.

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43. Ir à praia na Prainha

A Prainha tem aquela que é uma das poucas praias de areia do concelho da Madalena do Pico, a Prainha do Galeão, um lugar popular entre os picarotos, mesmo que seja uma zona balnear não vigiada.

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44. Fazer um piquenique no parque florestal do Mistério de São João

A Reserva Florestal de Recreio do Mistério de São João é um parque florestal localizado na freguesia de São João, concelho das Lajes do Pico, fruto de um plano de arborização de solos resultantes da erupção de 1718. A sua zona arborizada tem espécies endémicas e é um óptimo local para fazer um piquenique, dar uma caminhada ou fazer exercício físico.

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45. Provar o Queijo de São João

Quando visitar a ilha do Pico, não deixe de provar o Queijo de São João, um queijo artesanal curado, de pasta semi-mole, e de sabor intenso.

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46. Conhecer o Moinho da Ponta Rasa

O Moinho da Ponta Rasa é outro belo exemplar dos moinhos de vento da ilha do Pico que foram recuperados e hoje atraem visitantes e fotógrafos.

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47. Comer no restaurante Aldeia da Fonte

O restaurante Aldeia da Fonte está integrado no hotel de quatro estrelas com o mesmo nome, mas pode ir lá comer mesmo se não for hóspede. O espaço exterior é muito agradável e os pratos de peixe e carne são muito saborosos.

Se quiser experimentar a exclusividade e conforto do Aldeia da Fonte Hotel, marque aqui.

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48. Encantar-se com a vila das Lajes do Pico

Sede do concelho mais antigo da ilha do Pico (diz a lenda que o primeiro povoador foi um homem sozinho com o seu cão), as Lajes do Pico é uma belíssima vila que não pode deixar escapar quando visitar a ilha do Pico. Foi o centro da actividade da caça à baleia na ilha do Pico e hoje é onde se arranjam as actividades de observação de baleias.

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49. Visitar o Centro de Artes e de Ciências do Mar

O Centro de Artes e de Ciências do Mar localiza-se nas Lajes do Pico,
na antiga fábrica da baleia SIBIL, onde se dava a transformação
dos grandes cetáceos em óleos e farinhas, desde 1955 até ao início dos anos 80. Ali, poderá ver uma exposição sobre a biologia e ecologia dos gigantes do mar.

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50. Apreciar a arquitectura típica das Lajes do Pico

A zona portuária das Lajes do Pico é um excelente local para apreciar a arquitectura típica das localidades piscatórias açorianas, assim como o seu centro histórico.

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51. Visitar o Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico

Ao contrário do Museu da Indústria Baleeira, em São Roque do Pico, o Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, está focado na perspectiva humana, nas histórias das pessoas que caçavam a baleia e aquelas que a processavam após a caça, com testemunhos em vídeo, uma exposição de objectos (com um bote baleeiro) e um pequeno documentário sobre a baleação no Pico.

Pode marcar aqui o seu lugar num passeio guiado na ilha do Pico, com visita o Museu dos Baleeiros, entre outras atracções turísticas, almoço e degustação de vinhos.

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52. Nadar nas piscinas naturais da Lagoa, nas Lajes do Pico

Do outro lado da vila, relativamente ao porto das Lajes do Pico, encontrará a lagoa e a zona balnear, muito popular entre os habitantes e visitante das Lajes do Pico.

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53. Admirar a fajã lávica das Lajes do Pico

A vila das Lajes do Pico está construída em cima de uma fajã lávica, da qual só se tem uma perspectiva global se for vista de longe e de cima. Pare num dos miradouros logo à saída da vila, na direcção da ponta da ilha, e deixe-se encantar com a vista.

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54. Visitar uma vigia da baleia

As vigias da baleia, no passado usadas para encontrar os animais e guiar os botes da caça até eles, servem agora para levar até às baleias os barcos com os turistas. Os homens que vigiam são hoje muitas vezes os mesmos do passado, e é muito interessante conversar com um deles enquanto perscruta o horizonte e comunica via rádio com os barcos.

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55. Apreciar as vistas do miradouro da Ponta do Arrife

O miradouro da Ponta do Arrife oferece vistas fabulosas sobre a costa sul da ilha do Pico, em particular a localidade de Ribeiras e a fajã lávica sobre a qual foi edificada.

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56. Explorar o Planalto da Achada

O Planalto da Achada é a zona central e alta da ilha do Pico, com uma cordilheira vulcânica com cerca de 30 km de comprimento, desde a Lagoa do Capitão até à Ponta da Ilha. Quando visitar a ilha do Pico, é obrigatório explorar o planalto e admirar a sucessão de cones vulcânicos alinhados, característicos de um vulcanismo fissural.

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Alguns dos cones exibem crateras que, por vezes, estão ocupadas por lagoas, e outros distinguem-se pela sua imponência, como os Grotões. É definitivamente uma das paisagens mais bonitas do arquipélago dos Açores.

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57. Percorrer a estrada longitudinal da ilha do Pico

Como o próprio nome indica, a estrada longitudinal, de nome EN3, é a estrada central da ilha, que a cruza na direcção leste-oeste, desde a Madalena até à intersecção com a EN2, a estrada transversal. Se começar no cruzamento, irá entrar logo na maior recta do território português, com 9 km de extensão, e uma paisagem deslumbrante, com a montanha do Pico a exibir a sua imponência. Cuidado com os limites de velocidade!

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58. Explorar a Furna do Frei Matias

A Furna do Frei Matias é mais um exemplo de um tubo lávico na ilha do Pico, com cerca de 650m de comprimento, situado na vertente oeste da Reserva Natural da Montanha do Pico. Não tem qualquer tipo de estrutura para visitantes, mas é extremamente interessante explorar os três troços do tubo que estão acessíveis (mas não conectados entre si), sendo que o acesso é feito pelos “Hornitos” (pequenos cones de respingos de lava, que se formam sobre a superfície de um tubo de lava). Lá dentro, poderá admirar algumas formas como as bancadas laterais e tubos secundários por baixo do tubo principal.

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59. Percorrer a estrada transversal da ilha do Pico

A estrada transversal da ilha do Pico, de seu nome EN3, cruza a ilha na direcção norte-sul, desde as Lajes do Pico até São Roque do Pico. O interior da ilha do Pico é muito pouco povoado, e cruzar esta estrada é entrar num mundo diferente, fazendo lembrar filmes como “Parque Jurássico”, onde a Natureza ainda impera.

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60. Admirar as lagoas do Planalto da Achada

As lagoas são uma das características geomorfológicas mais bonitas da paisagem vulcânica da ilha do Pico. A maior parte das lagoas são acessíveis por uma estrada secundária (asfaltada) que entronca com a EN2, cerca de 1 km à frente do cruzamento com a EN3 (na direcção das Lajes do Pico).

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60.1 Lagoa do Capitão

A Lagoa do Capitão é acessível pela EN3, perto do cruzamento com a EN2. De lá, tem-se uma vista fenomenal da montanha do Pico.

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60.2 Lagoa do Caiado

Após sair da EN2, a Lagoa do Caiado será a primeira de uma sucessão delas, sendo a maior lagoa da ilha do Pico.

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60.3 Lagoa Seca

Um pouco à frente da Lagoa do Caiado, encontrará a Lagoa Seca (mas que tem água!), com águas de tom escuro.

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60.4 Lagoa do Paúl

Virando mais à frente à direita por outro caminho secundário, chegará à Lagoa do Paúl, esta sim com pouca água. No caminho para lá passará perto de alguns dos cones mais impressionantes do planalto.

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60.5 Lagoa da Rosada

Voltando ao caminho secundário principal, mais à frente chegará à Lagoa da Rosada, do lado direito da estrada. É, provavelmente, a lagoa mais bonita da ilha do Pico, rodeada de um manto verde exuberante, com vacas a pastar nas suas margens.

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60.6 Lagoa do Peixinho

Um pouco mais à frente na estrada, do lado esquerdo, encontrará a Lagoa do Peixinho, uma bonita lagoa, com uma vista privilegiada da montanha do Pico.

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61. Contemplar o Vulcão do Topo

O Vulcão do Topo é aquele que deu origem ao início da ilha do Pico, sendo a unidade geomorfológica mais antiga da ilha. É um tipo de vulcão designado em escudo (sendo que a sua forma lembra um escudo deitado), formado por fluxos de lava muito fluidos, que saíam de fissuras na superfície e percorriam grandes distâncias.

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62. Falar com um antigo baleeiro, nas Ribeiras

A localidade de Ribeiras, no concelho das Lajes do Pico, tinha um papel importante na caça à baleia no Pico e, hoje, passados mais de 30 anos do fim dessa actividade, ainda é possível conversar com antigos baleeiros, por exemplo, no Clube Naval, e ouvir as histórias de quando 7 homens num bote enfrentavam um cachalote para ganhar a vida.

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63. Tomar banho no Porto das Ribeiras

O porto das Ribeiras é uma zona balnear popular entre os habitantes e é um excelente local para conhecer as pessoas e perceber o que torna os ilhéus tão especiais.

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64. Nadar nas piscinas naturais do Poço das Mujas

O Poço das Mujas é uma zona balnear perto da Calheta de Nesquim e tem piscinas naturais fabulosas. Pode optar pelas mais resguardadas (fechadas em relação ao mar), boas para os miúdos, ou pelas mais desafiantes, em mar aberto, sujeitas à ondulação e corrente. É uma zona balnear vigiada.

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65. Admirar o Moinho Mourricão

O local onde se encontra o Moinho Mourricão está intimamente relacionado com a história da Calheta de Nesquim. Nesquim era o nome de um cão que salvou três homens de um naufrágio, sendo que o morro onde chegaram a terra passou a denominar-se Mourricão e foi ali que foi construído um bonito moinho de vento.

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66. Conhecer a história da baleação, na Calheta de Nesquim

A Calheta de Nesquim é uma localidade com longa tradição na caça à baleia na ilha do Pico, pois foi ali que se constituiu a primeira armação de caça ao cachalote em 1876. Hoje pode visitar um pequeno museu na zona do porto, onde ainda se encontram as casas dos botes baleeiros, de onde eram levados pela rampa para o mar.

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67. Provar Pão de Milho de Fetais

Entre a Calheta de Nesquim e Feteira, encontra-se a Padaria dos Fetais. E porque falamos nisto? Porque o Pão de Milho de Fetais, que pode encontrar nos supermercados da ilha do Pico, é um dos melhores pães que já comemos no mundo, fofinho e delicioso.

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68. Admirar a escoada lávica da Ponta da Ilha

A paisagem vulcânica da Ponta da Ilha é uma Paisagem Protegida de Interesse Regional da ilha do Pico, sendo o campo de lava espectacular, mas o estatuto de protecção deve-se à diversidade de espécies flora endémica.

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69. Visitar o Farol da Ponta da Ilha

Não se pode visitar o interior do Farol da Ponta da Ilha do Pico, um dos mais recentes dos Açores (1946), mas pode-se ir até à entrada e desfrutar da vista, com o contraste da construção branca e vermelha com o negro do campo de lava onde foi edificada.

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70. Piscinas naturais da Ponta da Ilha

As piscinas naturais da Ponta da Ilha, ou da Manhenha, são outro bom local para um mergulho no Atlântico, mesmo na pontinha sudeste da ilha do Pico. De uma ponta à outra, desde a Madalena até à Manhenha, o difícil é conseguir escolher as melhores piscinas naturais do Pico!

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Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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22 Comentários

  1. É um sitio que gostava muito de visitar mas com esta situação toda tem sido muito complicado! Adorei o post!

  2. Uau! Quantas opções! Realmente a Ilha do Pico parece ser um destino sensacional! Eu realmente fiquei impressionado com a beleza do local e principalmente com a quantidade de opções. Espero conhecer um dia.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Itamar, a ilha do Pico nos Açores é maravilhosa. Aposto que iria adorar e ficar viciado nos Açores.

      1. Ana Fontes diz: Responder

        Excelente post!! Muito informativo…estivemos na ilha do pico o mês passado com a Tripix Azores e foi uma das melhores experiências da minha vida, tivemos uma receção espetacular e foram muito cuidadosos comigo. Conseguimos ter um subida boa pois o céu estava todo limpo e azul, de certeza que depois desta experiência vou querer voltar lá outra vez!
        Obrigado montanha!!!!!!!!

  3. Deisy Rodrigues diz: Responder

    Gente mas que guia mais completo e perfeito vocês fizeram da Ilha do Pico, eu terminei de ler já querendo ficar uma semana hospedada pra conhecer com calma todas as atrações. Amei todas as fotos.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Deisy. O Pico é maravilhoso mesmo. É lindo.

  4. Eu só conheço São Miguel e quero muito explorar o resto das ilhas dos Açores. O PIco está no topo das prioridades, só o facto de ser o ponto mais alto de Portugal já é qualquer coisa. Lindas fotos

    1. Carla Mota diz: Responder

      Visitar a ilha do Pico é um dos pontos altos de qualquer viagem aos Açores. O Pico é maravilhoso mesmo.

  5. A Ilha do Pico em Portugal me parece incrível! Adorei as dicas, paisagens e principalmente as fotos. A Lagoa de Paiú me atraiu demmmais 🙂 queremos TANTO visitar Portugal e viajar além de Lisboa!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Portugal é um mundo mas visitar os Açores é mesmo de outro mundo. É incrível. E visitar a Ilha do pico é mesmo maravilhoso.

  6. Que maluuuuuuco! Não sabia que existia vulcão em Portugal e achei super interessante visitar a ilha do Pico. As fotos estão maravilhosas e as dicas mais ainda.

    1. Carla Mota diz: Responder

      O Pico é maravilhoso, Victoria. Ias amar. 😀

  7. Os seus posts são fascinantes para viajantes que procuram destinos diferentes, como eu. Amei a ideia de conhecer a Ilha do Pico. Você comentou sobre a cia aérea, que faz voos internos, mas quais são as cias que fazem voo de Lisboa para as ilhas de Açores? Somente TAP? Há outros pontos da Europa que vão para Açores?

    1. Carla Mota diz: Responder

      O voo de Lisboa ou Porto para os Açores pode ser feito pela Tap ou pela Sata. Também há voos da Ryanair e Easyjet para as ilhas maiores.

  8. Marcela diz: Responder

    Gente, a Ilha do Pico é um mundo à parte né? Quanta coisa incrível para ver e conhecer! Amei o post, obrigada por compartilhar!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Marcela, visitar o Pico nos Açores é mesmo uma maravilha.

  9. Murilo Pagani diz: Responder

    Fiquei impressionado com a quantidade de atrações para visitar na Ilha do Pico. Sem dúvida é um dos lugares que não dá para deixar de fora do roteiro em Açores!

    As fotos estão lindas!

    Obrigado pelas dicas.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Murilo. O Pico é uma das ilhas mais completas dos Açores e visitar o Pico deve fazer parte de qualquer roteiro pelo arquipélago.

  10. Luciana Rodrigues diz: Responder

    Tive chance de degustar o verdelho e realmente é um vinho ótimo. Fiquei encantada com a ilha do Vulcao!

    1. Carla Mota diz: Responder

      A ilha do Pico é realmente muito bonita e vale a pena visitar. É uma jóia no Açores.

  11. Deyse diz: Responder

    Adorei essa dica maravilhosas de passeio por açores! Quero conhecer esta ilha vulcão do arquipélago com minha família! Por aqui amamos esse tipo de passeio, que envolve sempre novas descobertas e surpresas.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Deyse. A ilha do Pico é maravilhosa e um lugar incrível para visitar.

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