Visitar GUIMARÃES, a cidade onde nasceu Portugal e a mais bela da nação

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Visitar Guimarães é um dos pontos a não perder em qualquer viagem a Portugal. Berço de Portugal, é uma cidade com um dos mais bonitos centros históricos da Europa. Próxima da cidade do Porto, Guimarães está a impor-se como destino turístico por si só, atraindo os visitantes com um castelo imponente, monumentos históricos, delícias gastronómicas, e a simpatia das suas gentes.

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Capital europeia da Cultura em 2012, Guimarães soube crescer sem perder a qualidade de vida de uma cidade pequena. Hoje, tem uma oferta cultural superior a qualquer outra cidade portuguesa da sua dimensão e começa a aparecer nos cartazes artísticos ao lado de Lisboa e Porto. Venha descobrir Guimarães, o berço da nacionalidade.


COMO VISITAR GUIMARÃES

Se é verdade que se pode visitar Guimarães num dia a partir do Porto, a verdade é que a cidade-berço merece uma visita mais prolongada. Hoje, são cada vez mais aqueles que os encantos de Guimarães os levam a ficar mais tempo, e ficar a conhecer melhor onde nasceu Portugal, além de explorar o norte de Portugal a partir de Guimarães.

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1. Visite Guimarães em excursão a partir do Porto

Pode visitar Guimarães (e Braga) a partir da cidade do Porto. Não ficará a conhecer em profundidade estas cidades, mas é uma óptima opção se tiver pouco tempo. Não perca a oportunidade de visitar Guimarães, mesmo que tenha só um dia para o fazer. Estas excursões são práticas e cómodas para quem não quer (ou não pode) perder tempo, mas quer conhecer mais. Existem diferentes opções, com ou sem almoço incluído, ou mais orientadas para a História.

Pode marcar aqui a sua excursão de um dia a Guimarães a partir do Porto. Por exemplo, pode optar por uma

Excursão de um dia a Braga e Guimarães c/ Almoço

ou

Excursão privada de meio-dia a Guimarães

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2. Visite a cidade por conta própria e explore os seus segredos mais escondidos

A melhor forma de conhecer e visitar Guimarães é dedicar algum tempo à cidade, ficar alojado em Guimarães e descobrir os seus encantos. Chegar a Guimarães é fácil, uma vez que a cidade tem bons acessos e encontra-se perto do Porto. Tem várias opções disponíveis.

– Guimarães com carro próprio

Se tiver carro próprio, pode chegar a Guimarães facilmente, a partir do Porto, usando a autoestrada A3 (direcção Braga), e depois a autoestrada A7, saindo na segunda saída “Guimarães”. A partir dali é só seguir a sinalização para chegar ao centro da cidade. Do Porto a Guimarães demora-se aproximadamente 40 minutos (não contando com o trânsito para sair do centro do Porto).

Pode alugar aqui o seu carro para poder visitar Guimarães.

– Guimarães de autocarro

A opção mais fácil para visitar Guimarães é usar o serviço de autocarros, a partir do Porto ou Braga. Existem várias companhias que fazem estas ligações, como a Transdev e a Arriva. A Central de Camionagem de Guimarães está localizada junto ao GuimaraeShopping, a 5 minutos a pé do centro de Guimarães. Existe também um autocarro que liga o aeroporto do Porto directamente a Guimarães.

– Guimarães de comboio

A opção mais confortável para visitar Guimarães é de comboio. A linha de comboios urbanos Porto-Guimarães serve a cidade com ligações frequentes desde a madrugada até quase às 23.00h. No Porto pode começar na Estação de São Bento ou na de Campanhã. Em Guimarães, a estação encontra-se a 5 minutos a pé do centro de Guimarães. A viagem demora entre 1 hora e 1h15min. Pode consultar os horários aqui. Existe também uma ligação por dia de Alfa Pendular e uma ligação de Intercidades. Pode consultar os horários aqui.

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ONDE DORMIR QUANDO VISITAR GUIMARÃES

Se quer aproveitar a visitar Guimarães vai ter que dormir na cidade. O ideal é passar lá dois ou três dias. Não se vai arrepender. As melhores opções de alojamento são:

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COMO DESLOCAR-SE QUANDO VISITAR GUIMARÃES

Todas as atracções de Guimarães encontram-se próximas umas das outras e por isso a melhor forma de explorar Guimarães é a pé. Além disso, o acesso ao centro histórico por carro é muito limitado. Pode, no entanto, estacionar muito perto do centro histórico com facilidade. Existe também a opção de utilizar a rede de autocarros urbanos, os TUG.

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O QUE NÃO PODE PERDER QUANDO VISITAR GUIMARÃES


Guimarães está indissociavelmente ligada a D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, nascido e criado em Guimarães. No entanto, as origens de Guimarães (incluindo o seu nome) remontam ao século IX, quando o fidalgo Vímara Peres foi um dos responsáveis pela reconquista e repovoação de região entre Douro e o Minho, assim como da conquista do burgo de Portucale (Porto) em 868, tendo-se tornado o primeiro conde de Portucale.

Fundou Vimaranes (derivado do seu próprio nome), que se tornou capital do Condado Portucalense, onde morreria em 873, e instituiu uma dinastia condal que governaria a região até 1071. Mumadona Dias foi condessa do Condado Portucalense, governando em meados do século X, e foi ela que mandou construir, na sua propriedade de Vimaranes, um mosteiro dúplice (para religiosos e religiosas), e, para a sua defesa, um castelo na colina a pouca distância. Nascia assim a Guimarães como hoje a conhecemos.

Aqui fica uma lista dos lugares obrigatórios quando visitar Guimarães.

1. Largo da Oliveira

O Largo da Oliveira é uma pequena, mas belíssima praça, o epicentro de todo o movimento no centro histórico de Guimarães, e o local a partir do qual a cidade cresceu. À sua volta encontram-se alguns dos edifícios mais importantes de Guimarães.

Conta a lenda que, em 1342, uma oliveira seca (diz-se que trazida do Jardim das Oliveiras, em Jerusalém) reverdeceu miraculosamente quando a seu lado foi implantado um cruzeiro. Esta oliveira continuou na praça até 1870, quando foi removida por decisão da Câmara Municipal de Guimarães. Em 1985, outra oliveira veio tomar o lugar da sua antecessora e a praça voltou a ter um dos seus elementos identificadores (e do brasão da cidade).

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2. Padrão do Salado

A 30 de Outubro de 1340, a Coroa de Castela e o Reino de Portugal derrotavam o Emirado islâmico de Granada, numa batalha importante para o futuro da Península Ibérica. Mandado construir no reinado de D. Afonso IV para comemorar essa vitória, o Padrão Comemorativo da Batalha do Salado é uma das peças arquitectónicas mais belas do centro histórico de Guimarães e serve como espécie de alpendre a um cruzeiro executado em 1342.

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3. Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

A Igreja de Nossa Senhora da Oliveira domina o Largo da Oliveira e é o primeiro monumento gótico erguido no Minho, sob os auspícios de D. João I, para comemorar a vitória na batalha de Aljubarrota (1385) contra Castela. As suas origens remontam ao mosteiro dedicado ao Salvador do Mundo, à Virgem de Santa Maria e aos Santos Apóstolos, fundado pela condessa Mumadona Dias, cerca de 950. O edifício actual é fruto de várias remodelações, evidenciando elementos arquitectónicos de diversas épocas, em particular a torre sineira, com características manuelinas, e a capela-mor, de arquitetura clássica.

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4. Antigo Paços do Concelho

No lado norte do Largo da Oliveira destaca-se o edifício medieval dos antigos Paços do Concelho, cuja construção foi iniciada no tempo de D. João I, em fins do séc. XIV. No piso térreo, arcos quebrados góticos dão passagem para o Largo de São Tiago. Actualmente alberga a Delegação do Touring Cultural & Paisagístico e dos Patrimónios, da Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

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5. Praça de São Tiago

Os largos de Oliveira e Santiago são o epicentro da vida da urbe vimaranense. Durante a Festa Afonsina esta área da cidade transforma-se e faz-nos viajar no tempo.

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Conta a lenda que o apóstolo S. Tiago trouxe uma imagem da Virgem Maria para Guimarães que teria sido colocada num templo pagão, num largo que passou a chamar-se Praça de São Tiago (ou Santiago). Conservando ainda a traça medieval, é provavelmente a praça mais bonita de Portugal, e é ali que se concentra a actividade nocturna da cidade.

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6. Rua de Santa Maria

A primeira rua de Vimaranes ligava os dois núcleos habitacionais, um junto ao Mosteiro de Mumadona, o outro, mais acima, junto ao Castelo. Hoje é uma das ruas mais típicas de Guimarães e é uma daquelas que é obrigatório percorrer lentamente a pé, absorvendo a atmosfera histórica.

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7. Largo Cónego José Maria Gomes

Este largo é dominado pelo Convento de Santa Clara, que foi um dos mais ricos da cidade. Hoje encontra-se aí instalada a Câmara Municipal de Guimarães.

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8. Castelo de Guimarães

Em finais do século XI, a povoação de Vimaranes encontrava-se entre os domínios doados pelo rei Afonso VI de Leão e Castela a D. Henrique de Borgonha. O conde e sua esposa, D. Teresa de Leão, escolheram esta povoação e o seu castelo como residência. A fortificação mandada construiur pela Condessa Mumadona terá sido demolida e, em seu lugar, erguida a imponente Torre de Menagem e ampliado e reforçado o perímetro defensivo.

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Foi neste castelo que D. Afonso Henriques (1112-1185), resistiu ao cerco das forças do rei Afonso VII de Leão e Castela, em 1127, tendo Egas Moniz (nobre influente de quem D. Afonso Henriques foi pupilo) sido enviado para negociar com o rei e prometer que D. Afonso Henriques continuaria a ser seu vassalo, e o cerco tendo sido levantado. No entanto, D. Afonso Henriques não abandonaria as suas pretensões de independência e voltaria com a palavra atrás, dando origem ao lendário encontro de Egas Moniz com o rei de Castela (imortalizado, por exemplo, nos azulejos da Estação de São Bento).

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9. Campo de São Mamede

Atrás do Castelo de Guimarães, encontra-se um espaço aberto (que serve como parque de estacionamento improvisado) chamado Campo de São Mamede. Terá sido ali o local da batalha entre as forças revoltosas de D. Afonso Henriques e as da sua mãe, leais ao rei de castela, a 24 de junho de 1128. Com a vitória de D. Afonso Henriques, estava aberto o caminho para a fundação de Portugal, consolidada pela assinatura do Tratado de Zamora, a 5 de Outubro de 1143, e ratificada pelo Papa, em bula de 1179.

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10. Igreja de São Miguel do Castelo

Abaixo do castelo, encontra-se esta pequena capela. Diz a lenda (embora careça de confirmação histórica, uma vez que o edifício data do século XIII) que foi aqui que D. Afonso Henriques foi baptizado. No seu interior, encontra-se aquela que será a pia baptismal que foi utilizada na cerimónia. Foi restaurada pela Sociedade Martins Sarmento (ver mais abaixo) e é Monumento Nacional desde 16 de junho de 1910, em conjunto com os vizinhos Castelo de Guimarães e Paço dos Duques de Bragança.

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11. Paço dos Duques de Bragança

É um dos palácios nacionais mais visitados e não é por acaso. Apesar de ter sido restaurado de forma polémica durante o Estado Novo, este edifício é majestoso e belíssimo. A sua dimensão e as suas características arquitectónicas das paredes, tectos e chaminés (que mostram influência da arquitectura senhorial da Europa do Norte) tornam-no num exemplar único na Península Ibérica e um dos lugares obrigatórios a visitar em Guimarães. Mandado edificar por D. Afonso (futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João I), foi habitado no século XV, mas foi sendo progressivamente abandonado, levando a uma degradação que se foi agravando até ao século XX.

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Actualmente, funciona como museu, destacando-se no seu espólio as tapeçarias e porcelana, e como residência oficial do Presidente da República, sendo também palco de diversas iniciativas culturais, visitas e cerimónias oficiais. Pode consultar aqui o roteiro oficial de visita.

Uma óptima forma de descobrir mais acerca da história da cidade é juntar-se a uma tour com alguém conhecedor de Guimarães. Pode, assim, visitar o Paço dos Duques de uma forma única e descobrir a sua rica história.

Reserve aqui o seu lugar na Tour “Duquesa e seu Palácio”

12. Troço da Muralha

Volte em direcção ao Largo da Oliveira, descendo a Avenida Alberto Sampaio, junto à mais longa secção sobrevivente da antiga Muralha de Guimarães, que se estendia ao longo de cerca de dois mil metros. A muralha, iniciada no reinado de D. Afonso III e concluída no de D. Dinis, teria oito portas e nove torres, mas no século XIX, à semelhança do que aconteceu com o Castelo e com o Paço dos Duques, também as muralhas foram utilizadas como pedreiras para a construção de edifícios públicos e privados.

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13. Museu Alberto Sampaio

Voltando quase ao Largo da Oliveira, visite o Museu Alberto Sampaio, paredes meias com a Igreja de Nossa Senhora da Oliveira. O museu encontra-se no terreno do mosteiro de Mumadona, ocupando o claustro e as salas medievais que o envolvem, a antiga Casa do Priorado e a Casa do Cabido. É um ex-líbris da cidade, onde se pode ver o fato que D. João, mestre de Avis, usou na batalha de Aljubarrota, bem como alguns retratos que mostram a devoção do nosso rei à Senhora da Oliveira e um sumptuoso retábulo de prata do séc. XIV, único em Portugal.

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14. Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos

Deixando o Largo da Oliveira para trás, depara-se com o Largo República do Brasil, e ao fundo a Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, cujas origens remontam a uma pequena ermida dedicada a Nossa Senhora da Consolação. Em 1785 é concluída a nova igreja, barroca, tendo sido acrescentadas, um século depois, duas torres, a escadaria e a balaustrada. É a igreja com a fachada mais impressionante de Guimarães.

É ao lado desta igreja que é enterrado o pinheiro na noite mais longa da cidade, durante as Festas Nicolinas (ver mais abaixo).

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15. Zona de Couros

Enveredando pelas ruelas estreitas e casario em frente à igreja de de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, passará pelos Tanques de curtimento de Couros. Os couros têm uma longa tradição em Guimarães, remontando à época medieval. Esta actividade contribuiu em muito para a prosperidade económica de Guimarães e para o desenvolvimento da indústria do calçado, e só entrou em declínio na década de 60 do século passado.

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16. Mosteiro de São Francisco

As origens da implantação da Ordem Franciscana em Guimarães remontam a 1217, mas o convento franciscano que existia junto às muralhas foi demolido por ordem de D. Dinis, por comprometer a segurança do burgo em caso de cerco. Em 1400, D. João I ordenou a reedificação do convento, no local onde ainda hoje se encontra, sendo que a obra durou grande parte do século XV. A igreja sofreu várias remodelações até ao século XVIII.

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17. Jardim da Alameda

Apesar de remodelado recentemente, com piso em cimento, continua a ser um espaço agradável, com árvores e bancos de jardim, onde poderá descansar e apreciar uma boa sombra para fugir ao calor. Na ponta da Alameda, encontrará uma parede de muralha com as letras “Aqui nasceu Portugal”.

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18. Centro Cultural Vila Flor

No final do Jardim da Alameda, vire à esquerda e percorra a Avenida D. Afonso Henriques, ladeada de árvores, até chegar ao Centro Cultural Vila Flor. Concluído em Setembro de 2005, é o principal equipamento cultural da cidade, e é onde decorre todos os anos o famoso Festival de Jazz de Guimarães. Encontra-se nos terrenos de um antigo palácio, que recebeu a Rainha D. Maria II que, em 23 de Junho de 1853, elevou Guimarães a cidade.

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19. Largo do Toural

Voltando para trás, virá dar a uma das praças mais emblemáticas da cidade, o Largo do Toural. Curiosamente, no século XVII era um largo extramuros onde se realizava a feira de gado bovino. No século XVIII, são construídos edifícios e o Jardim Público, rodeado por um gradeamento de ferro, que abre em 1878. Remodelado em 2011, o chafariz renascentista de três taças (originalmente colocado no Toural em 1583) regressou ao largo, e o chão em calçada portuguesa tem um mapa do centro histórico de Guimarães (que só é visível do alto).

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No largo encontra-se a Basílica de São Pedro, em estilo neoclássico, cujas obras se iniciaram em meados do século XVIII, mas que, curiosamente, nunca terminaram (ainda hoje se nota que a fachada nunca foi concluída, faltando a segunda torre sineira).

Não deixe de percorrer um pouco da pitoresca Rua Dom João I, ladeada de casas com varandas, onde começava a outrora estrada para o Porto.

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20. Museu Arqueológico Martins Sarmento

O Museu da Sociedade Martins Sarmento é um dos mais antigos museus arqueológicos portugueses. Data de 1885, e foi constituído com o espólio que pertenceu à colecção particular do arqueólogo Francisco Martins Sarmento. O museu está localizado no edifício que é a sede da Sociedade Martins Sarmento, instituição cultural de utilidade pública sem fins lucrativos fundada em Guimarães em 1881. As suas secções arqueológicas distribuem-se por dependências do extinto Convento de S. Domingos, por exemplo, o claustro, ao qual foi sobreposto um segundo piso como galeria do Museu.

21. Plataforma das Artes e da Criatividade

Integrado num projecto de revitalização urbana para acolher a Capital Europeia da Cultura 2012, o sítio do mercado municipal de Guimarães foi parcialmente recuperado para galerias e lojas, tendo aí nascido um projecto moderno de arquitectura, construído em betão armado e revestido a tubos de latão e soldados de forma manual. Nasceu assim Plataforma das Artes e da Criatividade, um espaço que é um local de actividade artística, cultural e sócio-cultural.

Veja aqui com mais pormenor o que pode ver quando visitar a Plataforma das Artes e da Criatividade, em Guimarães.

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22. Ruas do centro histórico

Uma das principais atracções de Guimarães é o seu emaranhado de ruas históricas, com traça medieval e cheias de mística. Perder-se no centro histórico é sinónimo de encontrar algo de surpreendente ou uma boa história para contar da sua visita a Guimarães.

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23. Largo dos Laranjais

A presença de árvores de fruto dá o nome a este belo largo. Para o engrandecer, a Casa dos Laranjais, com uma torre medieval, é a cereja no topo do bolo.

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24. Largo da Misericórdia

O Largo da Misericórdia é um espaço privilegiado no centro histórico de Guimarães, com alguns dos melhores restaurantes da cidade. O Tribunal da Relação de Guimarães domina o este largo, que durante a Feira Afonsina é um dos locais mais movimentados da cidade.

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25. Café Bar Coconuts

O Coconuts é uma instituição no centro histórico de Guimarães e um lugar obrigatório quando visitar Guimarães.

26. Festas Nicolinas

No final de Novembro e no início de Dezembro, a cidade de Guimarães ganha uma nova vida no frio do Inverno. As Maçãzinhas, o Pregão ou as Roubalheiras são algumas das tradições das Festas Nicolinas, a festa dos estudantes dos liceus da cidade, mas a noite mais longa da cidade é a de 29 de Novembro, quando se festeja o desfile (e enterro) do Pinheiro e a noite é passada a bater em bombos e tambores em ritmo contagiante. Se puder, não deixe de visitar Guimarães e juntar-se às multidões na Festa do Pinheiro.

Veja aqui as dicas sobre visitar Guimarães durante as Festas Nicolinas.

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27. Feira Afonsina

Uma vez por ano, o centro histórico ganha uma nova vida, voltando ao passado. Os restaurantes locais transformam as suas esplanadas em autênticas tabernas e há imensas barracas de produtos medievais. As ruas e praças da cidade são preenchidas por multidões que se deliciam com encenações de cenas históricas, música e danças e barraquinhas de comida.

Entre o Paço dos Duques e o Castelo de Guimarães, há vários arraiais montados, e autênticos acampamentos, com cavalos, cabras, gansos, etc. Os artífices e soldados do rei arranjam as suas armas e desafiam os mais audazes a fazer-lhes companhia. Junte-se às multidões em Guimarães e venha conhecer a cidade-berço numa época muito especial do ano.

Veja aqui uma proposta de roteiro para explorar a Feira Afonsina, em Guimarães.

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ONDE COMER QUANDO VISITAR GUIMARÃES

O Minho é uma das regiões de Portugal com gastronomia mais diversa e mais saborosa. Quer seja em tascas típicas, em restaurantes com comida tradicional portuguesa, ou naqueles que se distinguem pela cozinha gourmet, a gastronomia minhota irá surpreende-lo pela positiva.

Veja aqui alguns dos melhores restaurantes de Guimarães.

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O QUE VISITAR EM GUIMARÃES FORA DO CENTRO

1. Pavilhão Multiusos

Inaugurado a 17 de novembro de 2001, o Pavilhão Multiusos de Guimarães afirma-se cada vez mais como uma das principais salas de espectáculos de Portugal. Já é comum muitos artistas, nacionais e internacionais, actuarem no Coliseu de Lisboa e no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Se quando visitar Guimarães, a agenda do Pavilhão estiver preenchida, nãso hesite e vá assistir a um espectáculo.

2. Santuário da Penha

Inaugurado em 1947, é já uma das obras arquitectónicas emblemáticas de Guimarães. Situa-se no Monte da Penha, onde poderá desfrutar de uma zona florestada e tranquila. Pode usar o Teleférico da Penha, perto da Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos.

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3. Mosteiro de Santa Maria da Costa (Pousada de Portugal)

Localizado na encosta da Penha, sobranceiro à cidade de Guimarães, num sítio com vestígios de ocupação romana e pré-romana, terá sido ali a sede dos paços condais portucalenses. No século XVI é construído um mosteiro da ordem de São Jerónimo, que sofrerá alterações nos séculos seguintes. Após a extinção das ordens religiosas masculinas, o mosteiro passa para a posse do Estado, e em finais dos anos 70 é transformada numa das Pousadas de Portugal. Os claustros, jardins, balcões e varandas fazem desta uma das Pousadas mais emblemáticas de Portugal.

Pode visitar mesmo sem estar hospedado, mas pode aliar o útil ao agradável e ficar alojado numa pousada histórica.

Pode reservar aqui o seu alojamento na Pousada.


O QUE VISITAR A PARTIR DE GUIMARÃES

Quando visitar Guimarães, a sua posição e as boas ligações rodoviárias e ferroviárias tornam-na um bom ponto de partida (em alternativa à cidade do Porto) para explorar boa parte do norte de Portugal.

1. Braga

Pode visitar a “capital do Minho” a partir de Guimarães. Braga, a “Cidade dos Arcebispos”, é o maior centro de estudos religiosos em Portugal, e tem uma longa história que se estende à ocupação celta e sua fundação como “Bracara Augusta” pelos romanos em 16 a.C. Pode facilmente chegar de Guimarães a Braga, com carro próprio, de autocarro ou de comboio.

2. Parque Nacional Peneda-Gerês

Explore o único Parque Nacional de Portugal e descubra o que esta Área Protegida tem para lhe mostrar.

Pode reservar aqui uma Excursão de 1 Dia ao Parque Nacional da Peneda-Gerês.

3. Vale do Douro

Património Mundial da UNESCO, o Alto Douro Vinhateiro é internacionalmente conhecido pelo Vinho do Porto e vinhos de mesa, tintos e brancos. Venha explorar esta região, com uma paisagem assombrosa, uma hospitalidade generosa, e uma gastronomia fantástica.

Pode reservar aqui uma excursão ao Vale do Douro a sair de Guimarães.

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4. Póvoa do Varzim

Conheça a Póvoa do Varzim e o característico norte litoral de Portugal.

Pode ver aqui as melhores praias do norte de Portugal.

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5. Viana do Castelo

Venha visitar Viana do Castelo, capital de distrito e uma das cidades costeiras mais bonitas de Portugal. Aproveite para percorrer um trilho junto à praia no Geoparque Litoral de Viana do Castelo.

Pode ver aqui dicas para visitar Viana do Castelo.

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6. Apúlia

Não deixe de visitar a Apúlia, onde encontrará os Moinhos da Apúlia, provavelmente os moinhos mais bonitos de Portugal.

Pode ver aqui a nossa visita aos Moinhos da Apúlia.

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7. Rota do Românico

Explore a Rota do Românico, um conjunto de três rotas que permitem conhecer o melhor da arquitectura românica no norte de Portugal. Estas rotas transportam-nos para a época da fundação da Nacionalidade nos vales dos rios Sousa, Douro e Tâmega, e do papel da nobreza e das ordens religiosas na construção do território nacional.

Pode consultar as nossas dicas aqui:

Dicas para a Rota do Românico no Vale do Sousa


Dicas para a Rota do Românico no Vale do Tâmega


Dicas para a Rota do Românico no Vale do Douro

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8. Região Demarcada dos Vinhos Verdes

Descubra a Região do Vinho Verde, demarcada desde 1908, e localizada na região conhecida como Entre-Douro-e-Minho. Não deixe de experimentar os belíssimos vinhos verdes desta região que estão a ter sucesso em Portugal e no estrangeiro.

Marque aqui a sua Tour Vinho Verde de Dia Inteiro, a partir de Guimarães.

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Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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