VISITAR BAIÃO | O que ver e fazer do Marão ao Douro, num roteiro de 4 dias

VISITAR BAIÃO | O que ver e fazer do Marão ao Douro, com roteiro de 4 dias

Visitar Baião é conhecer um concelho cuja história se estende por milénios, uma terra que foi a casa de muitos dos nobres que fundaram a nacionalidade portuguesa, um território partilhado por serras e rios, e que serviu de inspiração a escritores como Eça de Queiroz.

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Com uma localização geográfica entre as regiões do Entre-Douro-e-Minho e Trás-os-Montes, Baião oferece o melhor dos dois mundos, com um património cultural e arquitectónico riquíssimo e uma natureza em estado bruto, desde os cumes da Serra do Marão até às margens do rio Douro. Venha connosco, deixe-se encantar pelos atributos deste concelho do norte de Portugal e, quando puder, não deixe de visitar Baião.

Procura ideias de lugares para visitar em Portugal? Consulte o nosso artigo com mais de 50 lugares a visitar em Portugal.

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OS SEGREDOS ESCONDIDOS DE BAIÃO


Baião é um concelho surpreendente, com uma história riquíssima, uma tradição ancestral, uma gastronomia deliciosa, e uma variedade de paisagens naturais, que o vão apaixonar e querer descobrir mais.

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A História

A terra e as gentes de Baião têm uma história milenar, começando nos primórdios da pré-história, com sinais de povoamento desde o quinto milénio a.C., testemunhos da qual são os inúmeros dólmens, sepulturas com
mamoa, que se podem admirar no concelho de Baião. Anterior à construção da nacionalidade, e fundamental nos seus primeiros tempos, com a união entre nobres e clero, a identidade da terra de Baião construiu-se com base na luta contra os muçulmanos e na reconquista cristã da Península Ibérica. As terras de Baião foram concedidas pelo rei de Castela a D. Arnaldo, trisavô de Egas Moniz, aio de D. Afonso Henriques, como prémio pela sua bravura e, regressadas à coroa, foram dadas por D. João I a um parente do Condestável, D. Nuno Álvares Pereira. Finalmente, Baião obteve o seu foral de D. Manuel I em 1513.

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A cultura

Hoje, Baião exibe um território marcado pela sua tradição senhorial, com um património arquitectónico e religioso que rivalizam com os maiores centros populacionais do norte de Portugal, sendo de destacar as belas igrejas e ermidas, assim como as aldeias típicas serranas. A paisagem natural, a ruralidade, a gastronomia, e as gentes de Baião inspiraram escritores como Eça de Queiroz, que aí teve casa, e que imortalizou a região no romance “A Cidade e as Serras”. O artesanato, mantido vivo por artesãos até hoje, é inspirado pela mesma natureza, como nas bengalas de Gestaçô e na cestaria de Frende.

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A gastronomia

A gastronomia de Baião é bem conhecida no norte de Portugal, famosa pela qualidade das suas carnes, como os fumeiros, em particular a alheira, o presunto e o salpicão, e pratos regionais como o anho assado com arroz de forno, o cozido à portuguesa, a posta de vitela na brasa, sendo que Baião integra a área de produção da Carne Arouquesa DOP, e o bazulaque, uma mistura de várias carnes e miúdos de porco, cozinhado com pão e sangue de porco. A tradição gastronómica da região que inspirou Eça de Queiroz continua a encantar todos que por ali passam.

Consulte o nosso artigo sobre onde comer bem no Douro.

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Os vinhos

O concelho de Baião integra a Região dos Vinhos Verdes, a maior Região Demarcada Portuguesa (em termos de área geográfica), e uma das maiores da Europa, na fronteira com a Região do Douro, com condições naturais ideais para a produção de excelentes vinhos brancos. A uma altitude intermédia, e com um clima menos temperado, Baião exibe vinhos de maturação mais tardia, sendo a casta Avesso a mais representativa do concelho, com aroma intenso e frutado.

Leia o nosso artigo sobre a história do Douro Vinhateiro.

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As Serras

Baião é um concelho do distrito do Porto, mas intimamente ligado à natureza e com um ambiente maioritariamente rural. É, aliás, o concelho com maior percentagem de área verde e floresta em todo o distrito do Porto. Com uma morfologia de terreno variada, que exibe as Serras do Marão, a sétima maior elevação de Portugal Continental, com 1416 metros de altitude, e da Aboboreira, um contraforte granítico no extremo ocidental do maciço montanhoso Marão/Alvão, e com ponto mais alto a Senhora da Guia, com 972 metros, mas cuja fronteira a sul é a margem direita do rio Douro, com o qual comunga durante mais de 40 km.

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Estas serras xistosas e graníticas constituíram, durante muito tempo, um obstáculo natural que contribuiu para atrasar o progresso das regiões mais interiores do norte de Portugal, mas ao mesmo tempo permitiram que fossem preservadas tradições e costumes que hoje atraem aqueles que querem conhecer um Portugal diferente daquele das praias e grandes centros populacionais.

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Os Rios

Já durante o período da romanização, as povoações no que é hoje o concelho de Baião encontrava,-se, preferencialmente, nas
vertentes e nos vales dos principais cursos de água, em particular os rios Ovil e Douro. Hoje, estes rios continuam a ser uma artéria vital para o concelho, e verdadeiros pólos de congregação da vida de habitantes e visitantes de Baião.

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Em particular, o rio Douro é um dos rios internacionais de Portugal, o terceiro mais extenso da península Ibérica, e aquele com maior percurso em território português, com 325 km de troço nacional. Mais a montante de Baião, o Alto Douro afirmou-se como uma das regiões produtoras de vinho mais conceituadas do mundo, em particular em torno e é hoje um destino turístico em expansão, mas o Douro partilhado com o concelho de Baião merece ser mais conhecido.

Consulte o nosso artigo com dicas para visitar o Douro Vinhateiro.

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DICAS PRÁTICAS PARA VISITAR BAIÃO


Quando visitar Baião, convém ter algumas ideias básicas que o ajudarão no terreno. Ficam então aqui algumas dicas práticas para quando visitar Baião.

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Quando visitar Baião

Com um Inverno longo, frio e chuvoso, a melhor altura para visitar Baião é nos meses de Junho a Setembro, com sol e bom tempo (no entanto, nesta altura Baião é muito quente, por isso deve tomar algumas precauções, nomeadamente mantendo-se hidratado e colocando protector solar), mas a Primavera e o Outono poderão ser também boas opções, com a natureza a mostrar as suas cores mais garridas.

Em particular, os dias do Festival do anho assado e do arroz do forno (no último fim de semana de Julho) ou a Feira do Vinho Verde e das Tasquinhas (no primeiro fim de semana de Setembro) são uma excelente oportunidade para apreciar e saborear a gastronomia de Baião.

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Como chegar e deslocar-se em Baião

Baião encontra-se no distrito do Porto, junto ao rio Douro, a cerca de 70 km do Porto (1 hora de viagem, sendo que a opção mais rápida é a que passa por Marco de Canaveses, e não Amarante), e 370 km de Lisboa (3 horas e meia de viagem). Pode chegar a Baião de comboio, fazendo a Linha do Douro (pode consultar aqui os horários da Linha do Douro), ou de autocarro desde o Porto (pode consultar horários aqui).

Veja o nosso artigo sobre os encantos da Linha do Douro.

No entanto, para poder deslocar-se com autonomia num concelho que é grande, e poder explorar tudo aquilo que Baião tem para oferecer, a melhor opção é ter veículo próprio.

Se não tem carro próprio, procure aqui o aluguer de carro em Portugal, aos melhores preços.

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Onde ficar alojado quando visitar Baião

Uma vez que o concelho de Baião tem uma história riquíssima e uma variedade natural que vai desde a serra até ao rio, há imensas opções de alojamento, com diferentes enquadramentos e para diferentes gamas de preço. Estas opções estão espalhadas por todo o concelho.

Por motivos logísticos, decidimos ficar alojados em dois locais diferentes, um mais perto da Serra doMarão, outro perto do Rio Douro. Sendo assim, ficámos alojados na Quinta de Marnotos, uma excelente opção em Gestaçô, com casas de pedra, quartos e studios numa encosta, com piscina e jardins. O nosso studio era muito aconchegante e confortável. Um ambiente fabuloso! O pequeno-almoço foi-nos trazido de manhã à porta pelo simpático dono da Quinta.

Pode marcar aqui a sua estadia na Quinta de Marnotos.

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Ficámos também alojados na Quinta Das Quintas & Spa, uma pousada na freguesia de São Tomé de Covelas, com um terraço e piscina com vista para o Rio Douro. Há quartos na casa principal e apartamentos-casa (em madeira) espalhados no terreno. O nosso tinha vista para o Douro e o apeadeiro ferroviário de Mirão ficava a 1 minuto a pé, por isso ainda fomos ver o comboio passar! O pequeno-almoço foi servido na varanda do nosso apartamento, com vista para o rio. Fantástico!

Pode marcar aqui a sua estadia na Quinta das Quintãs.

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Quando estivemos em Baião anteriormente, ficámos alojados no Douro Royal Valley Hotel & Spa, um hotel entre Ribadouro e a Pala, que alia glamour e requinte à tradição do Douro. Debruçado sobre o rio, todos os quartos do hotel têm vista sobre o Douro e sobre o vale, criando um ambiente mágico. Os quartos são muito espaçosos e confortáveis tendo tudo o que se necessita para passar uns bons dias no Douro.

Pode marcar aqui a sua estadia no Douro Royal Valley Hotel & Spa.

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Mas há outras excelentes opções de alojamento no concelho de Baião.

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O QUE VER E FAZER QUANDO VISITAR BAIÃO


Baião tem um património cultural e natural suficiente para o manter ocupado durante vários dias. Deixamos aqui as nossas sugestões para o que ver e fazer quando visitar Baião, seguido de uma sugestão de roteiro de 4 dias.

1. Visitar o Mosteiro de Santo André de Ancede

Este mosteiro é o símbolo histórico do concelho e o seu maior tesouro cultural. Foi construído no século XII,após o Abade ter recebido carta de Couto em 1141 por D. Afonso Henriques, e transformou-se rapidamente
numa potência económica regional, baseada na produção e comercialização de vinho, assim como na gestão de rendas de terras e propriedades. Este monumento integra a Rota do Românico no concelho de Baião.

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1.1. Igreja

Aquando da sua fundação, o mosteiro pertencia à Ordem dos Cónegos Regulares de Santo Agostinho, mas no século XVI passou para a Ordem dos Dominicanos e passou a ser gerido a partir de Lisboa. A igreja medieval foi destruída e a que hoje podemos ver data de 1689.

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1.2. Ruínas do mosteiro

Depois da extinção das ordens religiosas em 1834, o mosteiro foi adquirido por um comerciante do Porto, tendo funcionado como escola e serralharia, tendo-se degradado ao longo dos anos, e constituindo hoje as ruínas que se vê. No entanto, este património está a ser alvo de um projecto de reabilitação da responsabilidade do arquitecto Siza Vieira.

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1.3. Refeitório ao ar livre

Em frente às ruínas do mosteiro, pode admirar uma construção em pedra muito curiosa, do tempo dos dominicanos, com uma fonte, mesas e assentos (de forma que os monges não comiam de costas uns para os outros) e até com um tanque que era um viveiro de peixes.

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1.4. Centro Interpretativo da Vinha e do Vinho

Já no século XV o vinho produzido nos terrenos do mosteiro era exportado para a Flandres, principal porto mercantil do mundo, a partir do rio Douro. Num edifício em frente ao mosteiro, pode hoje visitar o centro interpretativo, onde pode admirar os lagares e a adega utilizados pelos monges. Hoje, o mosteiro é propriedade conjunta da Câmara Municipal e da Diocese, mas o vinho continua a ser produzido, com a marca “Lagar do Convento”.

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1.5. Celeiros

O edifício que albergava os celeiros era invulgarmente selecto, e foi hoje aproveitado para salas de recepção de convidados e para palestras.

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1.6. Núcleo de Arte Sacra

Num edifício que era uma hospedaria para acomodar os visitantes (com cavalariça no piso térreo), funciona hoje o Núcleo de Arte Sacra, com uma exposição de peças religiosas de escultura e pintura (a maior parte doadas por António Miranda, um coleccionador natural de Baião), das quais se destaca a figura de S. Bartolomeu, padroeiro da sede do concelho

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1.7. Capela do Nosso Senhor do Bom Despacho

Esta capela é um pequeno edifício de planta octangular, e data de 1731. O seu interior é de estilo barroco, e na nave há seis retábulos que mostram cenas da vida de Maria e da Infância de Cristo, com pequenas figuras em madeira, em estilo teatral, onde não faltam idiossincrasias como uma figura com lunetas.

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O retábulo maior, também dentro do estilo de barroco nacional, exibe cenas da Paixão de Cristo, e atrás dele é possível admirar alguns restos de frescos.

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2. Conhecer a história de Eça de Queiroz na Casa de Tormes

A Fundação Eça de Queiroz foi criada em 1990, com o apoio dos descendentes do escritor e da Associação de Amigos de Eça de Queiroz, e com o primeiro objectivo de salvaguardar a memória cultural e física de Eça de Queiroz. Está sediada na Casa e Quinta de Vila Nova, pertencente à família da mulher de Eça, propriedade que o escritor recebeu em herança e imortalizou como Quinta de Tormes em ‘A Cidade e as Serras’. Ali poderá partilhar do espaço e objectos pessoais do grande escritor e aprender um pouco mais dessa figura intelectual ímpar na história de Portugal. Além disso, no local existe o excelente “Restaurante de Tormes”.

Consulte o nosso artigo sobre visitar a Fundação Eça de Queiroz.

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3. Percorrer a Rota do Românico no concelho de Baião

A Rota do Românico é um conjunto de três rotas que permitem conhecer o melhor da arquitectura românica no norte de Portugal. Estas rotas transportam-nos para a época da fundação da Nacionalidade nos vales dos rios Sousa, Douro e Tâmega, e do papel da nobreza e das ordens religiosas na construção do território nacional. Foi ali que famílias senhoriais e ordens religiosas ajudaram a construir Portugal, e é essa história que está inscrita em 58 monumentos românicos, erguidos entre os séculos XI e XIV, num conjunto de mosteiros, igrejas, capelas, memoriais, pontes, castelos e torres senhoriais, distribuídos pelos concelhos de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende.

Consulte o nosso artigo sobre a Rota do Românico no vale do Douro, onde se inclui o concelho de Baião.

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4. Cruzar a Ponte de Esmoriz

A Ponte de Esmoriz deve ter sido edificada entre os séculos XV e XVII, sobre o rio Ovil,. Assegurava a boa passagem dos gados aos pastos e os produtos vindos dos cais fluviais de Porto Manso e Pala ao Mosteiro de Ancede.

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5. Admirar a Igreja Matriz de São Tiago de Valadares

Esta igreja, de finais do século XIII, é um dos símbolos do património cristão do concelho de Baião, onde sempre se integrou Valadares. São Tiago, companheiro de Cristo, romeiro e peregrino, é ali representado como Apóstolo “mata-mouros”, combatente das heresias e dos protestantismos diversos. Nós não visitámos o interior, mas ali poderá admirar frescos lindíssimos de finais do século XV. Este monumento integra a Rota do Românico no concelho de Baião.

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6. Fazer o percurso pedestre do Rio Ovil – Suas Levadas e Moinhos

Este pequeno percurso circular (700 m) é uma excelente forma de escapar ao calor, caminhando junto ao rio Ovil e admirando os seus moinhos e levadas, assim como as belas piscinas naturais. O início e fim é no Lugar da Ponte Nova, em Penalva de Baixo, na freguesia de Ancede.

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7. Experimentar os enchidos no restaurante “O Alpendre”

O Alpendre é uma das referências gastronómicas do concelho de Baião, sendo localizado perto do Mosteiro de Santo André de Ancede. Não deixe de experimentar os filetes de polvo com arroz malandrinho e a alheira.

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8. Explorar a bela Serra da Aboboreira

A Serra da Aboboreira é uma das componentes naturais mais importantes do concelho de Baião, integrando também territórios dos municípios de Amarante e Marco de Canaveses, mas tem também uma forte carga cultural. Caminhe nos trilhos, respire o ar fresco da serra, descubra aldeias escondidas, e espante-se com os dólmens que se destacam na paisagem e são testemunhos de um povoamento humano com mais de 5 mil anos.

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9. Descobrir o dólmen das Meninas do Crasto

Mesmo ao lado do estradão que liga Baião à Senhora da Guia (e cuja construção amputou o monumento), este dólmen é uma bela marca na paisagem, e um testemunho da importância da serra na vida dos nossos antepassados e da sua simbologia do pós-morte.

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10. Desfrutar das vistas do Santuário da Senhora da Guia

Nos anos 30 do século passado, um pastor de Baião disse ter avistado Nossa Senhora no cimo de um penedo, tendo sido posteriormente construída aí uma Capela. Hoje, o local é destino de romaria que junta pessoas dos vários concelhos à volta, e dali poderá ter vistas fabulosas sobre as serras da Aboboreira e Marão, assim como o vale do Douro.

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11. Deslumbrar-se com o enigma do Dólmen de Chã de Parada

Também conhecido como a Anta da Aboboreira, este é o dólmen mais conhecido do conjunto megalítico da Serra da Aboboreira. Data do período Neo-Calcolítico (ou início da Idade do Cobre, aproximadamente 3000 anos a.C.), e é considerado um monumento nacional desde 1910. No seu interior podem observar-se algumas gravuras esculpidas na rocha (embora sejam mais visíveis se forem iluminadas à noite).

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12. Provar bazulaque

Quando visitar Baião, não deixe de provar bazulaque (ou verde), uma entrada tradicional na região, feita de miúdos de anho ou porco misturados com pão. Vários restaurantes no concelho servem esta especialidade.

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13. Fazer o Trilho dos Dólmens (PR 4 BAIO/MCN/AMT)

Este trilho, que pode ser feito com início e fim na aldeia de Almofrela, permite observar um conjunto de dólmens significativo e, com um pequeno desvio, visitar o Santuário da Senhora da Guia. É uma óptima introdução à Serra da Aboboreira.

Veja o nosso artigo sobre o Trilho dos Dólmens na Serra da Aboboreira.

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14. Assistir a uma matança do porco

É tradicional na serra fazer a matança do porco em casa, agora só permitido se for unicamente para consumo próprio da carne. Quando fizemos o PR4, tivemos a sorte de assistir a parte da matança, na aldeia de Currais.

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15. Experimentar a posta no restaurante “O Flecha”

Depois de uma caminhada na Serra da Aboboreira, não há melhor forma de recuperar as energias do que visitar “O Flecha”, um restaurante recente mas já com tradição, localizado em Gestaçô. Não perca a posta de vitela ou a picanha, especialidades da casa.

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16. Passear pelo centro da Vila de Baião

A pequena vila de Baião, com cerca de 3000 habitantes, é o lugar perfeito para passear à sombra num jardim, e escapar à hora de maior calor do dia.

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17. Visitar o Museu Municipal de Baião

Para ficar a conhecer a história do povoamento e diferentes tipos de monumentos funerários desde o Neolítico ao Bronze Final, o melhor é visitar o Museu Municipal de Baião, com um Núcleo de Arqueologia e uma Exposição Permanente. Nós não fomos lá (uma vez que se encontrava fechado), mas fica a promessa de voltar.

18. Conhecer o artesanato tradicional de Baião na Casa das Bengalas de Gestaçô

Quando visitar Baião, não pode deixar de passar na Casa das Bengalas, em Gestaçô, onde se conta a história de uma peça de artesanato que passou de uma curiosidade de um homem de negócios do século XIX para um produto comercializado para todos os cantos de Portugal e que se tornou um dos símbolos culturais do concelho de Baião. Feitas de madeira de cerejeira, as bengalas de Gestaçô são feitas à mão, dobrando a madeira (amolecida em água a uma elevada temperatura e com ajuda de um molde metálico) e decorando-a com desenhos e pinturas, tendo como resultado final peças únicas de uma beleza inegável.

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19. Conhecer o senhor Eduardo Cardoso, um artesão que mantém a tradição viva

O senhor Eduardo Cardoso é um habitante de Gestaçô e é o principal artesão responsável por manter viva a tradição de dobrar madeira e esculpi-la na forma de bengalas decoradas e ajuda, juntamente com outros, a fornecer, por exemplo, as Queimas das Fitas de todo o país. Tem dúvidas quanto ao futuro do negócio, mas tem a esperança que alguém continuará a dedicar-se a esta forma de arte. Se o quiser conhecer, fale na Casas das Bengalas para marcar um encontro.

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20. Saborear o vinho “Avesso” na Quinta & Casa Das Hortas

A Quinta & Casa das Hortas foi fundada em 1995 e é uma das empresas mais emblemáticas do concelho. Liderado pela terceira geração familiar, o negócio (bem-sucedido) é a produção, engarrafamento e distribuição de vinhos, mas o seu segredo é a paixão bem expressa pela região. Ao visitar, poderá saborear os vinhos verdes brancos da região, mas também os vinhos brancos e tintos da Região do Douro, onde a família também tem vinhas.

Consulte o nosso artigo sobre as melhores quintas produtoras de vinho do Douro.

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21. Explorar a aldeia de Mafómedes

Se quiser conhecer a aldeia mais remota do distrito do Porto, terá de se deslocar à aldeia de Mafómedes, com cerca de 30 habitantes, situada na freguesia da Teixeira, em plena serra do Marão. Localizada entre duas encostas íngremes da serra, para além de admirar a sua beleza e ambiente bucólico, é dali que pode partir, a pé ou de carro, rumo à piscina natural do rio Teixeira, ou ao cume da Serra do Marão.

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22. Saborear o anho assado na “Tasca do Valado”

Localizado na aldeia de Mafómedes, a Tasca do Valado tem-se imposto como uma das referências gastronómicas do concelho de Baião. Com uma envolvência natural impressionante, e uma belíssima vista da esplanada, é só deixar a cozinha fazer o resto. Não perca o anho assado no forno de lenha, de preferência depois de uma caminhada na Serra do Marão.

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23. Nadar no rio Teixeira

O rio Teixeira é um pequeno rio que nasce na serra do Marão, e é um afluente da margem direita do rio Douro. Perto da aldeia de Mafómedes, pode visitar as Piscinas Naturais e Parque de Merendas de Mafómedes, onde pode dar um belo mergulho e apanhar banhos de sol. Pode chegar lá a pé ou de carro.

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24. Subir à Nossa Senhora da Serra do Marão

O Miradouro da Nossa Senhora do Marão fica no pico mais elevado da Serra do Marão, situado a 1416 metros de altitude, e de lá terá vistas fabulosas com uma visibilidade que, em dias límpidos, diz-se que chega ao Oceano Atlântico (nós não tivemos essa sorte pois estava um nevoeiro cerrado no dia em que lá estivemos). Há um estradão em terra batida (com muitos troços em mau estado) a partir da aldeia de Mafómedes que liga ao cume da serra, a qual pode fazer de carro (mas com cuidado e lentamente) mas, preferencialmente, de jipe. Se continuar essa estrada irá ligar à N15, perto do alto do Espinho, de onde poderá descer pela “antiga estrada do Marão”, anterior ao IP4 e à A4.

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25. Ir a pé até à Fraga da Ermida, na Serra do Marão

Embora não haja trilhos marcados na Serra do Marão, no concelho de Baião, pode fazer um trilho circular com início na aldeia de Mafómedes, que segue quase sempre por estradão florestal, e que passa nas Minas do Teixo / Penedo Ruivo, na Senhora da Serra, e pela mítica Fraga da Ermida, um miradouro espectacular (com condições favoráveis, algo que nós não tivemos). Para mais pormenores, pode consultar a ajuda preciosa do senhor Ricardo, dono da Tasca do Valado, em Mafómedes.

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26. Navegar no Rio Douro

É inegável; algo que não pode perder quando visitar Baião é encontrar pela primeira vez o rio Douro e deslumbrar-se com a sua beleza. Melhor ainda, desfrute do rio fazendo um cruzeiro da Régua ao Porto, passando pelo concelho de Baião.

Marque aqui o seu lugar numa excursão do Porto até Régua, ida de comboio, e volta de barco.

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27. Petiscar na “Tasca do Arressaio”

Localizado na freguesia de Santa Cruz do Douro, a poucos quilómetros da margem direita do Rio Douro, esta tasca tradicional é especializada em petiscos, como o presunto, o queijo, a carne em vinha d’alhos, os rissóis, as moelas e as papas de sarrabulho.

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28. Andar de comboio na Linha do Douro quando visitar Baião

A Linha do Douro liga o Porto ao Pocinho e segue, em grande parte, o curso do rio Douro. Quem sai do Porto, a primeira vez que vê o rio Douro de perto, do comboio, será no concelho de Baião, na maravilhosa ponte ferroviária da Pala. O concelho tem três estações (Mosteirô, Aregos e Ermida) e dois apeadeiros (Pala e Mirão) na Linha do Douro, por isso, se tiver pouco tempo, pode fazer um mini-percurso na Linha do Douro, sem sair do concelho de Baião. Se tiver mais tempo, recomendamos fazer a linha na sua totalidade.

Veja o nosso artigo sobre o Comboio Histórico na Linha do Douro.

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29. Experimentar o bacalhau no restaurante e Adega Regional “O Famoso”

É uma das referências gastronómicas do concelho de Baião, atraindo muitos à freguesia de Ancede, a poucos quilómetros da estação ferroviária de Mosteirô, na Linha do Douro. Não deixe de experimentar o bacalhau gratinado no forno.

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30. Fazer caiaque no Rio Douro

Outra forma de sentir o rio Douro de perto é fazer uma actividade aquática, como o caiaque. Nós fizemos um passeio no Douro, na Albufeira de Carrapatelo, com o Clube Náutico de Ribadouro, desfrutando de vistas fabulosas, em particular da pontes ferroviária da Pala e rodoviária de Mosteirô, e adorámos!

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31. Admirar a arquitectura ferroviária do Douro

Quer seja em pedra, ou em ferro, a arquitectura da Linha do Douro é digna de ser admirada, pelo esforço, pelo feito e pela arte de construir onde a natureza oferece resistência a qualquer obra. Pontes, túneis, estações,

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32. Fazer paddle no rio Douro

Outra actividade que pode fazer no rio Douro é “stand up paddle”. Certifique-se que já tem alguma experiência, pois o rio tem alguma corrente. De resto, desfrute da água e da paisagem!

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33. Dormir com vistas sobre o Douro

É uma das experiências a não perder quando visitar Baião. Dormir e acordar com vista para o rio Douro é algo sublime e deixa-nos a alma em paz e o corpo revigorado. A nossa sugestão é a Quinta Das Quintas & Spa.

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34. Procurar a melhor posta de Baião

Não há volta a dar; aqueles que gostam de carne vão ter uma tarefa difícil em Baião, que é descobrir a melhor posta de vitela do concelho. Não é uma tarefa fácil, mas alguém tem de o fazer! Aceitam-se sugestões…

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ROTEIRO DE 3 DIAS PARA VISITAR BAIÃO


Para conseguir visitar Baião o ideal é ter quatro dias inteiros. De qualquer forma, como a maioria das pessoas visitará Baião numa escapadinha, geralmente um fim de semana alargado, combinamos tudo numa visita de 3 dias com um suplementar para a Linha do Douro.

VISITAR BAIÃO | O que ver e fazer do Marão ao Douro, num roteiro de 4 dias

DIA 1 – Explorar a Serra do Marão

De manhã visite a aldeia de Mafómedes. Dali poderá subir à Senhora da Serra de carro, ou à Fraga da Ermida a pé. Almoce durante a caminhada e, no regresso, não deixe de nadar na piscina natural de Mafómedes. Jante na Tasca do Valado.

DIA 2 – Explorar a Serra da Aboboreira

De manhã dirija-se para a aldeia de Almofrela, na serra da Aboboreira. Dali poderá fazer o Trilho dos Dólmens (PR 4 BAIO/MCN/AMT), com visitas ao dólmen de Chã de Parada e ao Santuário da Senhora da Guia. Almoce durante a caminhada e, no regresso, não deixe de jantar no restaurante “O Flecha”. Vá dormir à Quinta das Quintãs.

DIA 3 – Percorrer a Rota do Românico no concelho de Baião

De manhã visite a Igreja Matriz de São Tiago de Valadares e, a seguir, a Fundação Eça de Queiroz. Almoce no Restaurante de Tormes. De tarde, faça o percurso pedestre do Rio Ovil – Suas Levadas e Moinhos, passe pela Ponte de Esmoriz e acabe o dia com uma visita ao Mosteiro de Santo André de Ancede. Jante no restaurante “O Alpendre”. Vá dormir ao Douro Royal Valley Hotel & Spa.

DIA 4 – Explorar o rio Douro

De manhã faça caiaque no rio Douro. Almoce no restaurante e Adega Regional “O Famoso”. De tarde, faça um percurso na Linha do Douro dentro do concelho de Baião, entre Pala e Ermida, e e aprecie as vistas. A seguir, visite a Vila de Baião e o seu Museu Municipal. Jante na “Tasca do Arressaio”.

DIA 5 (Suplementar) – Fazer a Linha do Douro, de Baião até ao Pocinho

Quando visitar Baião, não deixe de fazer a Linha do Douro, se tiver tempo. Deixe o carro numa das estações ferroviárias no concelho de Baião, por exemplo, em Mosteirô, e embarque numa viagem que o vai deixar de boca aberta. Desfrute da paisagem magnífica do Douro, e viaje pela linha que segue junto das águas do rio até ao Pocinho. Almoçe no Tua, ou no Pinhão, e volte para Baião. Será uma viagem inesquecível.

Pode consultar aqui os horários da Linha do Douro.

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Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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15 Comentários

  1. Susana Ferrador diz: Responder

    Que incrível roteiro da minha terra! Parabéns!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Muito obrigada. Foi um prazer visitar Baião.

  2. Poxa, toda vez que leio o seu blog coloco uma cidade nova na lista de desejos para quando formos a Portugal, ai fica difícil 😂 Visitar Baião com certeza irá também para a check list, amei!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Victória, assim já não tem desculpa. Quando vier para visitar Portugal tem que vir por muito tempo para não perder a oportunidade de visitar Baião.

  3. Esta região é, de facto, uma das que mais gosto de visitar… transporta-me sempre a outros tempos… e o Eça inspira-me. Tal como a gastronomia… tenho de voltar à Tasca do Valado. Belo roteiro, sem dúvida.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Rui. É sempre uma excelente desculpa para voltar a visitar Baião. 😉

  4. Confesso que jamais tinha ouvido falar no Baião, mas já gostei. Espero ter a oportunidade de desbravar esse belo cantinho de Portugal! Belas paisagens, história e gastronomia. Perfeito!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, Itamar. Baião é maravilhoso e vale a pena a visita ao Douro e ao Marão.

  5. Ainda não fui à Casa de Eça de Queirós, em Tormes, e quero muito. Mas não tinha ideia dessa riqueza natural da região de Baião, o trilho dos dólmens parece bem interessante. Continuação de boas aventuras.
    Abraço aos 2.

    P.S. bazulaque (que nome giro), mas depois de ver a descrição do prato, fico-me pelo conhecimento teórico 😉

    1. Carla Mota diz: Responder

      eheheheh 😀 É só descobertas gastronómicas e outras nesta nossa epopeia por Portugal. Baião foi um passeio bem bonito. Ias adorar.

  6. Nunca tinha ouvido falar de Baião. Adorei saber que serviu de inspiração para o Eça. E que lindas as serras e os rios. Com um roteiro completíssimo desse, não tem como não aproveitar o lugar!

    1. Carla Mota diz: Responder

      É isso mesmo, Anna. Não tem como não aproveitar esse roteiro em Baião e explorar este território. É lindo.

  7. Nossa! Fiquei me babando pelos pratos típicos que você mostrou! Mal posso esperar visitar Baião para poder prová-los.

    1. Carla Mota diz: Responder

      eheheh 😀 Vai adorar visitar Baião!

  8. Ricardo Rocha diz: Responder

    Ola Carla e Rui desde ja agradeço a vossa visita e espero voltar a recebe los um dia de bom tempo para uma visita a fraga da ermida…
    Tudo de bom.
    Ricardo Rocha
    Tasca do Valado

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