TRILHO DOS DÓLMENS – PR4 | Descubra os segredos neolíticos da Serra da Aboboreira (com desvios)

TRILHO DOS DÓLMENS - PR4 BAO/MCN/AMT - um percurso que permite (com desvios) apreciar o melhor da Serra da Aboboreira

O Trilho dos Dólmens – PR4 BAO/MCN/AMT é um dos trilhos na Serra da Aboboreira, com trajecto circular, e que, tal como o seu nome indica, permite conhecer (com alguns desvios) as melhores estruturas megalíticas do concelho de Baião, e aprender assim a importância deste território para as populações que o ocuparam desde há mais de 6.000 anos. Se visitar Baião, não deixe de fazer este percurso pela Serra da Aboboreira, desfrutando da paisagem de uma das serras do concelho, e aprendendo a história dos nossos antepassados longínquos.

Consulte o nosso artigo sobre o que ver e fazer quando visitar Baião.

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Os segredos da Serra da Aboboreira

A Serra da Aboboreira localiza-se no extremo ocidental do maciço montanhoso Marão/Alvão, e distribui-se pelos concelhos de Baião, Amarante e Marco de Canaveses. O seu perfil não é muito acidentado, sendo caracterizada por longos planaltos, designados por “chãs”, a rocha dominante é o granito, sendo que se destacam na paisagem os batólitos correspondentes. O seu ponto mais elevado é a Senhora da Guia, com 972 metros de altitude.

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Para além dos seus atributo naturais, a Serra da Aboboreira exibe uma história milenar, sendo que os primeiros vestígios de ocupação humana datam de 4500 a.C., estendendo-se até à Idade do Bronze. Estes distribuem-se em grupos, e estão normalmente dispostos em pontos altos da serra, em planaltos, distinguindo-se na paisagem (se a vegetação à volta o permitir). Os dólmens (também conhecidos por antas) eram monumentos tumulares de pedra (onde eram sepultados os mortos, supõe-se que com as suas armas, jóias, vasos e outros objectos pessoais) e originalmente cobertos por terra, formando uma estrutura cónica designada por mamoa, mas hoje só em alguns casos se consegue discernir o que restou dessa estrutura.

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Desde então, a região conheceu um povoamento mais intensivo, aproveitando-se dos vales férteis e dos cursos de água existentes na Serra. A ocupação medieval aproveitou, muitas vezes, os crastos de épocas anteriores, e era do topo da serra fronteira à da Aboboreira que se encontrava um castelo de pedra (antigo Castelo de Penalva, hoje desaparecido) que dominava e protegia a Terra de Baião.

Se gosta de trilhos de montanha, veja o nosso artigo sobre os Melhores Trilhos do Gerês

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A necrópole megalítica da Serra da Aboboreira

As escavações arqueológicas que foram feitas desde os anos 70 do século passado permitiram identificar o que se designa hoje como a necrópole megalítica da Aboboreira, uma das maiores do território português, com dezenas de monumentos identificados.

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Os principais grupos de monumentos da Serra da Abovoreira são os conjuntos megalíticos de Chã de Parada, Chã de Ante, Chã de Outeiro de Gregos e Meninas do Crasto, todos passíveis de ser visitados no Trilho dos Dólmens (com alguns desvios).

Os dólmens podem ser classificados em:

  • dólmens simples fechados, com uma câmara fechada, não tendo nenhuma abertura, sendo necessária a remoção da tampa aquando de cada novo enterramento;
  • dólmens simples abertos, com uma câmara aberta na parte lateral, por uma abertura que pode assumir várias formas;
  • dólmens de corredor, com um corredor ou galeria de acesso à câmara, formado por esteios verticais, normalmente cobertos por lajes menores.
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Como chegar ao Trilho dos Dólmens – PR4 BAO/MCN/AMT

Como o Trilho dos Dólmens é um trilho circular pode começá-lo em qualquer local, contudo, os melhores locais para começar é o Centro Hípico de Baião (o início oficial do percurso) ou a aldeia da Almofrela, onde nós começámos. Leve o carro até lá, estacione e comece o trilho. O trilho tem 11,2 km sem desvios mas com os desvios certos permite-lhe visitar mais coisas pelo caminho. Com os desvios que aqui lhe propomos, o trilho passa a ter cerca de 18 km mas vale a pena.

Pode fazer aqui o download do panfleto do Trilho dos Dólmens

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PERCURSO PELO TRILHO DOS DÓLMENS – PR4 BAO/MCN/AMT


Como já dissemos, o percurso é circular e voltará a este ponto no fim do trilho, e é sempre feito em estradão florestal. Ao chegar perto do fim, antes de descer para o Centro Hípico de Baião, pode fazer um atalho em direcção à aldeia de Currais, o que lhe poupará alguns quilómetros e tempo, não eliminando nenhum dos principais pontos de interesse.

Pode fazer aqui o download do mapa do percurso do Trilho dos Dólmens.

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DICA EXTRA – A melhor forma de encontrar os dólmens é usar a app do Maps.me no telemóvel onde a maioria estão assinalados, caso contrário é muito difícil.

Siga o PR4 mas quando chegar a Outeiro de Ante faça um desvio para a Senhora da Guia. Este desvio, ida e volta, tem cerca de 7 km mas vale bem a pena pelo conjunto e diversidade de lugares incríveis que vai encontrar no percurso. Siga o mapa que mostramos de seguida, é ida e volta pelo mesmo percurso.

TRILHO DOS DÓLMENS - PR4 BAO/MCN/AMT | Um percurso que permite (com desvios) apreciar o melhor da Serra da Aboboreira

1. Aldeia de Almofrela

Se começar na aldeia de Almofrela, não deixe de dar uma volta pela aldeia e apreciar a sua arquitectura tradicional e ambiente rural. Siga depois em direcção ao topo da aldeia, onde há sinalética referente ao PR4.

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2. Aldeia de Aboboreira

Na aldeia da Aboboreira, terá uma excelente oportunidade de contactar com a população local e perceber um pouco melhor o modo de vida tradicional da região.

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3. Outeiro de Ante

No Conjunto Megalítico de Outeiro de Ante foram identificadas quatro mamoas, três das quais já foram estudadas, e foi ali que se iniciaram as escavações arqueológicas na Serra da Aboboreira.

3.1. Outeiro de Ante 1

É um monumento que que presume que date da primeira metade do IV milénio a.C., construído sobre uma elevação natural, destacando-se na paisagem. É um dólmen simples aberto, composto por sete esteios, com uma abertura a nascente.

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3.2. Outeiro de Ante 2

É um dólmen simples aberto, do fim do VI a meados do V milénio a. C. A câmara tem a sua possível entrada virada para Leste e possuía 5 esteios. Encontraram-se vestígios de cerâmica e pedras talhadas em sílex.

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3.3. Outeiro de Ante 3

Foi o primeiro monumento escavado na Serra da Aboboreira, em 1978, e é um dólmen de médias dimensões, possuindo a leste uma pequena entrada. Apenas conserva quatro dos seus sete esteios originais.

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4. Senhora da Guia

A Senhora da Guia é o ponto mais alto da Serra da Aboboreira e oferece vistas espectaculares, além de ser um local de culto religioso.

4.1. Capela de Nossa Senhora da Guia

Após várias aparições marianas, ocorridas nos anos 30 do século passado, foi construída uma capela neste local, sendo o destino de uma romaria que reúne pessoas vindas de Baião mas também dos concelhos vizinhos.

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4.2. Miradouro da Senhora da Guia

Ao lado da Capela, pode admirar as vistas em dois miradouros, sendo o melhor assinalado por uma cruz. Dali pode observar a Serra do Marão e o vale do Douro.

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5. Meninas do Crasto

No Conjunto Megalítico de Meninas do Crasto foram identificadas seis mamoas do período Neo-Calcolítico, três das quais já foram estudadas. A mais intacta é a mamoa 3.

5.1. Meninas do Crasto 3

É um dólmen de médias dimensões, provavelmente fechado (supõe-se que a ausência do esteio, entre os esteios nº 1 e esteio nº 6 é decorrente da amputação a que a área foi sujeita pela abertura do caminho), e data de 4000-3600 a.C. A laje que se encontra na cobertura foi encontrada a alguns metros do monumento.

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6. Fonte do Mel

É um excelente local para se refrescar com a água pura e cristalina da serra, aproveitar para descansar um pouco à sombra e desfrutar do pequeno parque de merendas.

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7. Chã de Parada

No Conjunto Megalítico de Chã de Parada, para além da famosa Anta da Aboboreira, a Mamoa 1, foram identificadas 3 outras mamoas.

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Dólmen de Chã de Parada ou Anta da Aboboreira

Este monumento é a jóia da coroa dos monumentos megalíticos da Serra da Aboboreira, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910 e é um dos ex-líbris do concelho de Baião. É um dólmen de grandes dimensões, formado por nove esteios, com um corredor de acesso que originalmente era composto por três esteios de cada um dos lados.

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Data do período entre a primeira e segunda metade do IV milénio a.C., e no seu interior ainda são visíveis gravuras (motivos artísticos gravados, radiantes ou estiliformes), as quais são mais visíveis quando iluminadas à noite. A laje de cobertura do dólmen encontra-se partida, faltando as do corredor e a laje que funcionaria como porta de entrada, à qual se acedia por um espaço aberto.

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A mamoa que cobria o dólmen ainda se percebe e teria por função escondê-lo, protegendo-o, assim como ter fornecido um plano inclinado para o transporte da grande tampa da câmara até à sua posição definitiva. Tem um raio de cerca de 20 metros.

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8. Outeiro de Gregos

No Conjunto Megalítico de Outeiro de Gregos foram identificados cinco monumentos de características diferentes, que se pensa terem sido construídos em épocas distintas.

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8.1. Outeiro de gregos 2

É um dólmen fechado mas com uma pequena abertura de tipo “janela” a Leste, com um espaço interno diminuto, com cinco esteios verticais, que se pensa terem sido originalmente oito, e data de 4000-3600 a.C. Está muito destruído e não se destaca na paisagem.

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8.2. Outeiro de gregos 3

Este monumento situa-se no centro de uma grande chã, sobre um afloramento granítico, destacando-se na paisagem, vendo-se a partir da estrada. É um dólmen fechado, com uma câmara funerária de pequenas dimensões, com 7 esteios, e data da primeira metade do IV milénio a.C.

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9. Turfeira da Aboboreira

A turfeira é um tipo de solo constituído por turfa, com origem em material vegetal, parcialmente decomposto, encontrado em camadas, geralmente em regiões pantanosas e montanhas (turfa de altitude). É um tipo de solo com alta concentração de carbono e era muitas vezes usado como combustível pelas populações. Na Aboboreira, poderá passar por uma zona de turfeira e admirar as características do solo que os seus pés pisam.

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10. Aldeia de Currais

Antes de chegar a Almofrela, vai enveredar por um caminho mais estreito, que passa pela aldeia de Currais, onde ainda se vive de acordo com os ritmos de antigamente. Nós tivemos a sorte de presenciar parte da matança de um porco, feito por um grupo de homens, para consumo próprio da carne, com direito a um copo de vinho verde e tudo!

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11. Aldeia de Almofrela

No final do percurso, se tiver tempo (e tiver feito reserva), não deixe de experimentar a Tasquinha do Fumo, um local tradicional onde pode saborear comida regional. Nós não tivemos tempo, mas pareceu-nos uma óptima forma de acabar o Trilho dos Dólmens!

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Onde ficar alojado para fazer o Trilho dos Dólmens – PR4 BAO/MCN/AMT

Para fazer o Trilho dos Dólmens, a localidade mais central para ficar alojado é a vila de Baião, a sede de concelho. No entanto, a maior parte das opções de alojamento encontram-se dispersas pelo concelho, algumas um pouco longe.

Quando visitámos Baião, nós ficámos alojados na Quinta de Marnotos, uma excelente opção em Gestaçô, com casas de pedra, quartos e studios numa encosta, com piscina e jardins, na Quinta Das Quintas & Spa, uma pousada na freguesia de São Tomé de Covelas, com um terraço e piscina com vista para o Rio Douro, com quartos na casa principal e apartamentos-casa (em madeira), e ainda no Douro Royal Valley Hotel & Spa, um hotel entre Ribadouro e a Pala, debruçado sobre o rio Douro, que alia glamour e requinte à tradição do Douro. Todas estas opções ficam, no entanto, a 30-35 minutos de carro da aldeia de Almofrela.

Mas há outras excelentes opções de alojamento no concelho de Baião.

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Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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