COVILHÃ – Roteiro para visitar o centro histórico e arte urbana

COVILHÃ | Um roteiro para visitar o centro histórico e arte urbana

Covilhã é uma das cidades do interior de Portugal com mais história e hoje um dos seus pólos mais dinâmicos. Terra natal de muitos dos aventureiros que se lançaram em busca de terras e mares desconhecidos nos tempos dos descobrimentos, ou de estudiosos que planearam e tornaram possíveis essas grandes aventuras, a Covilhã é principalmente a terra da indústria da lã, um dos símbolos da Serra da Estrela, e cidade portuguesa mais próxima do ponto mais alto de Portugal Continental. Com o declínio da indústria da lã, a Covilhã soube reinventar-se, sendo a sede de uma das universidades mais dinâmicas do interior de Portugal, e assumindo-se cada vez mais como destino turístico de Inverno, mas também de Verão.

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Trotinetar Portugal na Covilhã

Foi no âmbito da iniciativa “Trotinetar Portugal” que nós decidimos visitar a cidade da Covilhã, e estabelecer um roteiro pelo centro da cidade que pudesse ser feito de trotinete, e que permitisse conhecer alguns dos locais mais icónicos e culturalmente interessantes da Covilhã, explorando o passado industrial e religioso da cidade da Covilhã, mas também o presente cultural simbolizado pela arte urbana realizada nas fachadas de muitos edifícios do seu centro histórico.

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“Trotinetar Portugal” é uma iniciativa lançada pelos centros-auto Roady, a insígnia automóvel do Grupo Os Mosqueteiros, com o objectivo de desafiar os portugueses a explorar Portugal em duas rodas. O actor Tiago Teotónio Pereira, é o embaixador desta iniciativa, e foi em resposta a um desafio dele que nós decidimos nos juntar a esta iniciativa na Covilhã.

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Covilhã e os Descobrimentos Portugueses

O Infante D. Henrique, considerado o iniciador da expansão marítima portuguesa, teve como primeiro título nobiliárquico o de “Senhor da Covilhã”, em doação feita pelo seu pai, o Rei D. João I, após a tomada de Ceuta (1415). Nos séculos seguintes, a Covilhã veria alguns dos seus filhos representar Portugal das mais diversas formas no esforço de expansão marítima e afirmação política, religiosa e militar que tornariam Portugal uma potência global. Mestre José Vizinho, cosmógrafo pioneiro no estudo da navegação astronómica e métodos de medição da latitude, Rui e Francisco Faleiro, irmãos e sócios de Fernão Magalhães, responsáveis pela organização científica da que seria a primeira viagem de circum-navegação do planeta, Frei Pedro da Covilhã, capelão da armada de Vasco da Gama e primeiro mártir dos Descobrimentos Portugueses, e ainda o Padre António de Sousa, jesuíta e missionário executado no Japão, são alguns dos covilhanenses que têm o seu nome associado à época em que Portugal deu novos mundos ao Mundo.

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Mas será, talvez, Pêro da Covilhã, o nome mais reconhecido em geral, sendo o primeiro grande explorador europeu das Costas da Arábia, da Índia e Oriental de África, enviado por D. João II, e cujas informações foram determinantes para a viagem em que Vasco da Gama descobre o Caminho Marítimo para a Índia. Nascido na Covilhã, foi escudeiro do rei D. Afonso V, passa depois a servir D. João II, o qual o envia para Oriente para recolher informações valiosas sobre a geografia e política da região. Seria o primeiro português a pisar a costa ocidental indiana e a oriental africana, nunca regressando a Portugal, e morrendo, provavelmente, na actual Etiópia.

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Covilhã e a indústria dos lanifícios

A indústria da lã traçou o perfil social e económico da Covilhã durante séculos. A expansão industrial e territorial da cidade da Covilhã teve como base as necessidades de água e lenha das inúmeras fábricas que transformavam a lã em tecidos, um produto da melhor qualidade, que servia os propósitos da Coroa Portuguesa e cobiçado também no estrangeiro. A cidade foi-se expandindo entre as duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, a Carpinteira e a da Goldra, e o núcleo industrial foi-se estabelecendo, distinguindo-se a primeira Fábrica Real, estabelecida pelo Conde da Ericeira no final do século XVII, e a Real Fábrica dos Panos, estabelecida pelo Marquês de Pombal em 1764. Estas duas unidades industriais albergam hoje o Museu de Lanifícios, uma das atracções a não perder quando visitar a Covilhã.

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Nos tempos áureos da indústria de lanifícios na Covilhã, chegaram a existir mais de duas centenas de empresas, e a Covilhã foi elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I. A revolução industrial e o uso de máquinas a vapor deram uma nova vida à industria dos lanifícios na Covilhã, mas a adesão à CEE e a concorrência dos tecidos indianos e chineses, a indústria de lanifícios da Covilhã deram-lhe um duro golpe, sendo hoje uma pálida sombra do glorioso passado. No entanto, a cidade da Covilhã não esqueceu o seu passado, assumindo-se hoje a importância da arqueologia industrial, e a preservação das memórias e do património, sendo essa uma das razões para visitar a Covilhã hoje.

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Covilhã nos dias de hoje

Hoje, a Covilhã é uma cidade vibrante, com uma população jovem, muito por conta de ser a sede da Universidade da Bera Interior, uma das instituições de ensino e investigação mais prestigiadas do interior de Portugal, e destino de muitos estudantes estrangeiros ao abrigo do programa Erasmus. O turismo na Covilhã vem afirmando-se como uma componente cada vez mais importante da economia da cidade, explorando o seu passado industrial, mas muito baseado na sua localização geográfica, em plena Serra da Estrela. Sendo acesso privilegiado à Torre e à Estância de Ski da Serra da Estrela, a Covilhã é naturalmente um destino turístico de Inverno, terra de artesanato e gastronomia serrana, mas também vem assumindo o papel de destino de Verão, sendo a base de eleição para visitar a Serra mais alta de Portugal, e explorar o Parque Natural da Serra da Estrela.

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Já no século XXI, a Covilhã está também a afirmar-se como um dos expoentes nacionais de Arte Urbana, fruto do trabalho de artistas locais e também da criação do mais antigo festival de arte urbana de Portugal, o WOOL –  Festival de Arte Urbana da Covilhã, com o objectivo de requalificar o centro histórico da Covilhã, contando com mais de 40 intervenções de artistas de várias nacionalidades, e cujo êxito retumbante fez com que a arte urbana, apesar da sua história recente na cidade, faça já parte da identidade da Covilhã. Hoje, é incontornável passear pelo centro histórico da Covilhã e apreciar estas obras de arte, de grande e pequena dimensão, que deram uma nova vida e novas cores à parte mais alta e nobre da cidade.

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DICAS PRÁTICAS PARA VISITAR A COVILHÃ


Quando visitar a Covilhã, convém ter algumas ideias básicas que o ajudarão a ganhar tempo no terreno e facilitar a sua viagem. Ficam então aqui algumas dicas práticas para quando visitar a Covilhã.

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Quando visitar a Covilhã

Situada na parte sudeste da Serra da Estrela, a área urbana da Covilhã possui altitudes que variam de 450 a 800 metros. Tem um clima mediterrânico, com Verões quentes e secos, e Invernos frios e com precipitação (no entanto, quase nunca neva na cidade). Julho e Agosto são os meses mais quentes, e Janeiro o mês mais frio. Sendo assim, a melhor altura para visitar a Covilhã é entre Maio e Setembro, mas se visitar a Covilhã entre os meses de Novembro e Fevereiro, poderá conhecer a cidade e a Serra da Estrela no seu esplendor de Inverno. É, no entanto, em Junho e Julho que decorrem as festas dos santos populares da região, destacando-se a Feira de Santiago (cuja história remonta a 1411), que normalmente decorre em torno do dia de São Tiago, 25 de Julho.

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Como chegar à Covilhã

Covilhã encontra-se no distrito de Castelo Branco, na Beira Baixa, a cerca de 250 km do Porto (3 horas de viagem), e 275 km de Lisboa (3 horas de viagem). Pode também chegar à Covilhã de autocarro, a partir de Porto ou Lisboa, sendo que a viagem a partir de Lisboa demora 3 horas e meia (pode consultar horários de autocarro para a Covilhã aqui). Pode também chegar à Covilhã de comboio, a partir do Porto ou Lisboa, já que a Covilhã é servida pela Linha da Beira Baixa, que liga as Estações de Entroncamento e Guarda, em serviço de Intercidades (mais rápido) ou Regional (mais lento). O viagem em Intercidades, entre Lisboa e a Covilhã, demora 3 horas e 40 minutos (pode consultar os horários da Linha da Beira Baixa aqui).

A Covilhã pode ser explorada a pé ou de trotinete, mas se quiser explorar a Serra da Estrela, ou ter mais autonomia para explorar outras vilas e cidades perto da Covilhã, terá de ter veículo próprio.

Se não tem carro próprio para visitar a Covilhã, procure aqui o aluguer de carro em Portugal, aos melhores preços.

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Onde dormir na Covilhã

Quando visitar a Covilhã, terá várias opções de alojamento de qualidade à sua disposição. Nós ficámos alojados na Covilhã na Casa das Muralhas, antiga casa de família do 2º Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, edificada em meados do século XIX, e que constitui uma excelente opção em pleno centro histórico da Covilhã. A operar desde Setembro de 2018, após um projecto de reconstrução da casa entretanto ao abandono, esta já se assumiu como uma das referências de excelência hoteleira na Covilhã e serviu-nos na perfeição como base de exploração da cidade da Covilhã, dada a sua localização, e como lugar de descanso e relaxamento, usufruindo da bela piscina exterior e do “Bar do Pátio”, onde nos deliciámos com cocktails fresquinhos.

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O nosso quarto na Covilhã, o “Porta do Sol”, era super confortável, com muita luz natural e muito sossegado durante a noite, dado o pouco movimento nas ruas circundantes.

Pode reservar aqui a sua estadia na Casa das Muralhas.

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Onde comer na Covilhã

Nós experimentámos os seguintes restaurantes na Covilhã e recomendamos todos eles.

  • Bistro Bar (Casa das Muralhas), para excelente comida gourmet na Covilhã e uma carta de vinhos a condizer. Desfrutamos de uma bela refeição no restaurante no piso térreo da Casa das Muralhas, o “Bistro Bar” (ele próprio uma referência gastronómica da Covilhã), onde nos deliciámos com um “Estaladiço de Queijo da Serra c/ Mel e Doce de Figo Bio” como entrada, um “Lombo de Bacalhau c/ Marmelada de Cereja do Fundão” e um “Lombinho de Javali glaceado com Maçã e Brás de Cogumelos” como pratos principais, tudo regado com vinho da Beira Interior, e finalizando com um “Crumble de Maçã c/ Gelado”. Comida deliciosa e serviço impecável! Uma refeição extraordinária para quem procura serviço de qualidade.
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  • Zé do Sporting, para adeptos da comida regional (e de todos os clubes) com muitos pratos regionais e em doses muito generosas. Não se esqueça de provar “Panela no forno”, uma espécie de arroz de pato mas em vez de pato tem enchidos, fumados e carnes variadas.
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  • ÓSerrano de Repleto de Magia, para comida regional e declamação de poemas ao vivo por um octogenário que encanta com conversas generosas todos aqueles que provarem as suas iguarias.
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ROTEIRO DE TROTINETE PELO CENTRO DA COVILHÃ


Sugerimos que dedique pelo menos dois dias a visitar a Covilhã e a Serra da Estrela. Seguem-se as nossas sugestões para um roteiro de trotinete pelo centro da Covilhã, e o que ver e fazer quando visitar a Covilhã. Pode também fazer o roteiro a pé, claro. O centro histórico da Covilhã apresenta agora uma colecção de obras de arte urbana que valem a pena ser admiradas. A edição de 2021 do Wool – Festival de Arte Urbana da Covilhã decorreu entre 26 de Junho e 4 de Julho e acrescentou mais algumas obras. Pode consultar aqui a programação + mapa das obras de arte. Nos itens a seguir intitulados Arte Urbana, é indicado o nº associado no mapa do Festival, o nome do(s) artista(s) e ano, e em alguns casos o título da obra.

DICA – Quando chegar à Covilhã vá ao posto de turismo buscar o mapa com a localização da arte urbana. Esse mapa servirá de base à sua descoberta da cidade.

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1. Visitar o Museu de Lanifícios da Covilhã

O Museu de Lanifícios é um dos locais de visita obrigatória na Covilhã, e foi o local que escolhemos como ponto de início do nosso roteiro de trotinete pelo centro da Covilhã. O Museu funciona em diferentes núcleos, sendo os dois mais importantes a Real Fábrica de Panos, inaugurado em 1992, e a Real Fábrica Veiga, inaugurado em 2011.

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A Real Fábrica de Panos funcionou até ao século XIX, tendo sido, a partir do ano de 1885, cedido pela Câmara Municipal da Covilhã, para quartel militar até meados do século XX. Foi posteriormente destinado à instalação do Instituto Politécnico da Covilhã, e durante as obras de reabilitação foram descobertas estruturas arqueológicas que pertenciam às tinturarias da Real Fábrica de Panos. Para além das estruturas da fábrica, a exposição inclui um vídeo e vários objectos e máquinas.

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A Real Fábrica Veiga foi mandada construir em finais do século XVIII, sendo que nesse núcleo museológico podemos ter uma ideia da história do edifício e da evolução tecnológica ocorrida na indústria dos lanifícios, durante os séculos XIX e XX, com secções sobre a preparação, fiação, tecelagem e ultimação dos lanifícios.

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2. Arte Urbana na Covilhã (19) – Lata 65 (2017)

Um dos destaques do WOOL 2017 foi a participação do projecto “LATA 65”, cujo propósito é permitir às gerações mais velhas criar arte urbana, algo que está ligado às gerações mais jovens. O resultado prova que a arte urbana não tem idade!

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3. Arte Urbana (18) – Third (2017) “Coração”

As máquinas associadas à produção têxtil, e que eram peças essenciais da vida na Covilhã, foram a inspiração de Third, que pintou um coração mecanizado, ou as máquinas que estão no coração de todos os covilhanenses.

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4. Passear pelo Largo da Igreja da Misericórdia da Covilhã

Aproveite para passear pelo Largo da Igreja da Misericórdia, junto à Praça do Município, e se quiser, entre na igreja edificada no final do século XVI, e que foi sujeita a várias remodelações desde então até ao século XX. Esta está associada a uma tradição assistencial na Covilhã, que remonta ao século XIII.

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5. Admirar a Câmara Municipal e as letras “COVILHÔ,

Na Praça do Município, pode admirar o edifício dos Paços do Concelho, e tirar uma foto junto às letras “COVILHÔ.

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6. Conhecer a história de Pêro da Covilhã

Em frente à Câmara Municipal da Covilhã, encontra-se uma estátua homenageando um dos filhos da terra mais conhecidos do público em geral, Pêro da Covilhã. Juntamente com Afonso de Paiva, Pêro da Covilhã foi enviado por D. João II para oriente, por terra, a fim de recolher informações sobre a Costa Oriental de África, o reino cristão de Preste João e a Índia, missão simultânea com a viagem de Bartolomeu Dias, mapeando as margens do Índico e identificando os centros produtores das especiarias (pimenta, cravo e canela) e suas redes comerciais. Pêro da Covilhã partiria em 1487 para Espanha, passando por Itália, Grécia, Egipto, Península Arábica, sendo o primeiro português a chegar à Índia. Depois de explorar a costa africana oriental, regressou ao Cairo, onde entregou informações importantes aos emissários de D. João II e, por fim, dirigiu-se para a Etiópia, onde terá vivido o resto da vida como conselheiro da realeza. As suas viagens foram relatadas por ele próprio ao Padre Francisco Álvares, e incluídas no livro “Verdadeira Informação das Terras do Preste João das Índias“, editado em 1540.

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7. Arte Urbana na Covilhã (6) – Add Fuel (2014)

Este mural, na parte de trás do edifício da Câmara Municipal da Covilhã, é baseado na reinterpretação dos azulejos portugueses, usando os padrões utilizados na produção dos tecidos locais.

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8. Arte Urbana (35) – Marta Lapena (2021)

Com obra entre a pintura e o muralismo, Marta Lapena criou uma bela obra de arte nas traseiras da Câmara Municipal da Covilhã, representando, em tons de azul, uma mulher a trabalhar.

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9. Arte Urbana (32) – Rui Gaiola (2020) “Serra ao Alto”

O fotógrafo de viagem e paisagem Rui Gaiola criou uma exposição usando a fachada de um antigo externato, com fotografias representando diferentes visões da Serra da Estrela.

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10. Percorrer as rua tradicionais no centro histórico da Covilhã

Mesmo sem a arte urbana, é um prazer percorrer as ruas, ruelas e vielas do centro histórico da Covilhã. Não perca a Rua 6 de Setembro, onde a roupa pendurada tem um efeito cinematográfico.

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11. Admirar o Relógio de Sol da Covilhã

No fim da Rua 6 de Setembro, encontrará o Relógio de Sol, uma recriação localizada numa das antigas portas da muralha da cidade da Covilhã.

12. Deslumbrar-se com as vistas do Miradouro Portas do Sol da Covilhã

Ao lado, o Miradouro Portas do Sol é o melhor da cidade da Covilhã, com vistas fantásticas sobre a cidade e o território em redor.

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13. Arte Urbana (9) – Tamara Alves (2014) “Orfão selvagem”

No Miradouro Portas do Sol, encontra-se uma das obras mais bonitas de arte urbana na Covilhã, da autoria de Tamara Alves, retratando uma mulher a bordar o seu próprio vestido em renda de bilros.

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14. Arte Urbana na Covilhã (14) – Regg (2017) “Fio Condutor”

Em frente, na parede oposta, sobre a mesma temática, encontrará uma intervenção que o Regg Salgado fez no Miradouro das Portas do Sol, no âmbito do “ENED”, Encontro Nacional de Estudantes de Design, em parceria com o WOOL.

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15. Arte Urbana (29) – Jofre Oliveras (2020) “Estudo de uma família”

Jofre Oliveras e a fotógrafa Lucia Herrero r«criaram o “Estudo de uma família”, um trabalho que apresenta a família como um grupo tribal, com duas gerações separadas por um abismo cultural. É uma imagem poderosa e que ressoa nos dias de hoje.

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16. Arte Urbana (10) – +maismenos- (2014)

Este mural de azulejos é uma mensagem política, sobre os políticos, curta, simples e eficaz.

17. Arte Urbana na Covilhã (12) – Samina (2015)

O artista Samina retratou o rosto do Sr. Viseu, que poderia representar um incógnito morador da Covilhã, mas neste caso corresponde a uma pessoa real, antigo operário na indústria dos lanifícios, e que tivemos o prazer de conhecer no nosso roteiro pelo centro histórico da Covilhã!

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18. Arte Urbana (36) – The Caver (2021) “Ser Serrano”

Uma das mais recentes adições ao conjunto de arte urbana da Covilhã, esta obra tem os elementos que caracterizam o artista The Caver, com uma paleta reduzida e vibrante, integrando vários elementos de temática serrana, onde se destaca a figura de um pastor.

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19. Deslumbrar-se com a Igreja de Santa Maria Maior da Covilhã

A actual igreja de Santa Maria Maior é resultado da reedificação da antiga igreja de Nossa Senhora do Castelo, em meados do século XVI. A antiga fachada seiscentista foi alterada nos séculos XIX e XX, sendo revestida com painéis de azulejo, reproduzindo Virgens de Murillo, que lhe dão o esplendor actual.

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20. Arte Urbana de pequeno formato na Covilhã

Para além da arte urbana de grande formato, também não pode perder a arte urbana de pequeno formato, e em particular na Rua Jornal da Covilhã.

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21. Arte Urbana (7) – Bordallo II (2014) “Owl Eyes”

Bordallo II é considerado um dos melhores artistas urbanos do mundo, sendo a utilização do lixo a sua imagem de marca. Na Covilhã, Bordallo II criou uma obra artística chamada “Olhos de coruja”, numa luta contra a desertificação do centro histórico, resultando numa obra simplesmente espectacular.

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22. Arte Urbana na Covilhã (3) – Btoy (2011)

No Largo da Nossa Senhora do Rosário, encontrará uma obra da artista Andrea Btoy, que se baseia em fotografias e ali retrata um pastor.

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23. Arte Urbana (8) – Mr. Dheo (2014) “Portugal pelas costuras”

Em plena crise financeira, Mr. Dheo pintou o retrato de uma jovem bordando uma bandeira nacional e criou uma das figuras mais bonitas de arte urbana da Covilhã.

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24. Arte Urbana (5) – Kram (2012)

O artista Kram criou um enorme mural colorido, inspirado numa lenda sobre um monstro que aterrorizava a população quando caía a noite sobre a cidade da Covilhã.

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25. Arte Urbana (1) – Arm Collective (2011)

Este foi o primeiro projecto do Festival Wool, com a assinatura de artistas portugueses que criaram um mural gigantesco, na fachada do edifício ao lado da Igreja de Santa Maria, sendo que os azulejos da igreja e a pintura moderna se complementam para criar um belíssimo conjunto.

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26. Arte Urbana (13) – Gijs Vanhee (2016) “O pastor da Estrela”

Esta bela e vibrante obra é uma bela homenagem aos pastores da Serra da Estrela, uma das principais personagens do imaginário serrano.

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27. Descansar no Largo dos Escuteiros na Covilhã

O Largo dos Escuteiros é um sossegado recanto do centro histórico da Covilhã, onde poderá descansar e recuperar energias para as subidas e descidas que tem pela frente!

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28. Mais arte de pequeno formato na Covilhã

Não perca o conjunto de arte urbana de pequeno formato na Rua do Castelo.

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29. Arte Urbana (20) – Pastel (2018)

O artista argentino Pastel criou na parede do Auditório Municipal da Covilhã uma obra cuja temática se enquadra bem na cidade e acrescenta enormes elementos floridos à paisagem urbana da Covilhã.

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30. Arte Urbana (17) – Halfstudio (2017) “Cidade Flor” + “Em ti mora o meu amor” + “Amor”

Nas Escadinhas do Castelo, os os portugueses HalfStudio, especializados na pintura de palavras, deixaram a sua mensagem, inspirados num fado de Amália Rodrigues, “Covilhã, Cidade Neve”.

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31. Homenagem aos estudantes da UBI – Daniela Guerreiro (2020)

Apesar de não fazerem parte do Wool, outras pinturas surgiram no centro histórico da Covilhã. Esta pintura junto ao edifício da Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI), fruto do apoio das Casas Covilhã e da AAUBI, é uma bela homenagem à Universidade e aos seus estudantes.

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32. Arte Urbana (30) – Alberto Montes (2020)

O artista espanhol Alberto Montes criou na Covilhã um mural de estética mais abstracta, onde é necessário olhar com mais atenção para juntar as partes e criar o todo.

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33. Arte Urbana (15) – Bosoletti (2017) “Arrebatamento”

Na Rua dos Bombeiros (junto da Residencial Panorama), o artista argentino Bosoletti criou uma obra que pode ser vista a positivo e fotografada a negativo, baseada na ideia do positivo e negativo que existem nas nossas cidades. É uma obra bela e poderosa.

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34. Arte Urbana (23) – Draw (2018)

Especialista em retratos de personagens geralmente desconhecidos, o artista Frederico Draw prestou uma homenagem na Covilhã a Ernesto Melo e Castro, um escritor e poeta covilhanense, num retrato gigante e impactante.

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35. Arte Urbana (33) – Colectivo Licuado (2021)

Influenciados pela pintura clássica, este conjunto de artistas criou um enorme mural, ocupando por completo a parede lateral de um edifício na Rua dos Bombeiros.

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36. Arte Urbana (34) – Daniel Eime (2021) “Trama”

De forma a exaltar o papel fulcral da mulher na indústria de lanifícios na Covilhã, o artista Daniel Eime
pintou um mural com a imagem de uma jovem mulher que trabalha num tear, resultante da ‘transformação’ de uma fotografia real, na parede exterior do restaurante “ÓSerrano de Repleto de Magia”.

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37. Arte Urbana (10) – +maismenos- (2014)

Este mural, numa escada na Rua Comendador Campos Melo, é um dos mais curiosos da arte urbana na Covilhã, com uma mensagem política clara, realçada pelo uso do branco e preto.

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38. Arte Urbana na Covilhã (11) – Pantónio (2015) “Andorinhões”

O artista Pantónio, inspirado pelo som dos andorinhões, aves típicas da Covilhã, desenhou um enorme mural, belíssimo e tocante.

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39. Arte Urbana (25) – Sebas Velasco (2019) “Hoy es el futuro”

Nestas duas pinturas, o artista espanhol Sebas Velasco retrata uma menina e um carro, num conjunto harmonioso e impactante.

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40. Admirar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Covilhã

A actual Igreja de Nossa Senhora da Conceição foi tudo o que restou do antigo Convento de São Francisco, e encontra-se num espaço agradável e perfeito para descansar do calor e beber uma bebida fresca.

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41. Arte Urbana (31) – Tiago Galo (2020) “A Banda”

Num tributo à Banda da Covilhã, no seu 150º aniversário, o ilustrador Tiago Galo criou um mural que retrata os vários grupos de instrumentos que compõem a banda, destacando-se como elemento dominante as grandes mãos das personagens.

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42. Visitar o Museu de Arte Sacra da Covilhã

O Museu de Arte Sacra está instalado na Casa Maria José Alçada, um edifício de 1921, e teve a colaboração do Bispo da Diocese, D. Manuel da Rocha Felício, e dos párocos das igrejas do concelho. O seu acervo abrange desde o século XII ao século XX, e é composto por imagens sacras, relicários, altares, crucifixos, ourivesaria, mobiliário, e variados objectos religiosos e litúrgicos.

COVILHÃ - Roteiro para visitar o centro histórico e arte urbana
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43. Desfrutar do Jardim Público e vista sobre a Serra da Estrela

A fundação original do Convento de São Francisco remonta ao século XIII, mas em 1834, de acordo com a Lei da Extinção das Ordens Religiosas, a comunidade franciscana da Covilhã chegava ao fim. O convento foi depois adquirido pelo industrial José Mendes Veiga, que adaptou o espaço a fábrica de lanifícios. Mais tarde, o edifício seria demolido, dando lugar a um jardim público, de onde se têm vistas fabulosas sobre a cidade e a Serra da Estrela.

COVILHÃ - Roteiro para visitar o centro histórico e arte urbana
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Se gosta de visitar vilas e pequenas aldeias em Portugal para escapadinhas veja aqui algumas das nossas sugestões:

  • Visitar Dornes – Uma bela aldeia no Zêzere excelente para uma escapadinha.
  • Visitar Sintra – Um das vilas mais encantadoras em Portugal e tudo o que precisa de saber para a visitar desde Lisboa.
  • Visitar o Piódão – A aldeia do Piódão é um dos mais belos locais de Portugal.
  • Visitar o Marvão – Um artigo cheio de dicas para explorar a vila medieval do Marvão.
  • Visitar Drave – Um artigo para lhe explicar tudo sobre como visitar a aldeia abandonada de Drave.
  • Visitar Monsaraz – Um artigo para lhe inspirar a visitar Monsaraz e o Alqueva, cheio de dicas maravilhosas.
  • Aldeias obrigatórias a visitar em Portugal – Uma selecção daquelas que achamos serem as aldeias obrigatórias a visitar em Portugal.
  • Visitar Baião – Um artigo cheio de dicas para visitar a região de Baião, do Marão ao Douro.
  • Visitar o Pinhão – Um artigo cheio de dicas para visitar o Douro Vinhateiro na região do Pinhão.
  • Visitar Foz Côa – Um artigo cheio de dicas para visitar Foz Côa.
  • Visitar a Costa Nova – Um artigo para visitar a povoação da Costa Nova e as suas casas às riscas.
  • Visitar Carrazeda de Ansiães – Um artigo sobre este recanto esquecido no norte de Portugal.
  • Visitar Miranda do Douro – Um artigo sobre uma das vilas mais belas de Portugal, sobre o rio Douro.
COVILHÃ - Roteiro para visitar o centro histórico e arte urbana

Este artigo foi um trabalho feito com a Roady, numa iniciativa designada Trotinetar Portugal. Os textos e fotografias da Covilhã são todos originais e da nossa autoria e as opiniões expressas completamente pessoais e baseadas nas nossas próprias experiências na Covilhã, sem que a marca ou empresa nos tenha influenciado de forma alguma no que escrevemos.

Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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12 Comentários

  1. Miguel diz: Responder

    Como não foram à Taberna A Laranjinha? Que falha…

    1. Carla Mota diz: Responder

      Miguel, nós tentamos, mas eles não nos deixaram entrar e não nos quiseram lá. Foram até pouco delicados quando tentamos fazer reserva. Uma pena.

  2. Foi fácil andar de trotinete nessas ruas estreitas e empedradas? Gosto muito da Covilhã e do Woolfest, um dia destes tenho que voltar e almoçar no restaurante Cozinha d’Avó.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Não foi muito fácil usar a trotinete, especialmente na parte velha da cidade, mas foi uma aventura esta experiência a visitar a Covilhã.

  3. Marcela diz: Responder

    Muito linda Covilhã! Estou montando um roteiro de viagem e separei 3 dias para conhecer e curtir a tranquilidade da cidade. Muito obrigada pelas dicas!

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada pela confiança. Visitar a Covilhã não vai desiludir.

  4. Que demais esta regiao de Covilhã. Amo arte de rua, fiquei impressionada com tanta beleza. Não vejo a hora de voltar para Portugal!

    1. Carla Mota diz: Responder

      A Covilhã é maravilhosa mesmo. Muito obrigada pelo carinho.

  5. Vocês sugerem pelo menos dois dia em Covilhã, mas acho que passaria tranquilamente uns 5 dias só passeando pela cidade. São tantas coisas pra fazer nesse roteiro que dá pra esticar um pouco mais a viagem, rs.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Verdade, Fabiola. E se for à Serra da Estrela não chega uma semana na Covilhã. Mas para conhecer e ficar apaixonado um fim de semana é maravilhoso.

  6. Gisele Rocha diz: Responder

    A Igreja de Santa Maria Maior lembra algumas basílicas do nordeste brasileiro. É impressionante como a técnica de pintura em azulejos foi aplicada de maneira tão semelhante na metrópole e na colônia.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Sim, deve ser mesmo verdade. A Covilhã tem muito interesse e deve ter paralelismo com muitas igrejas brasileiras.

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