VIAJANTES EM QUARENTENA – Como sobrevivemos a um mês de QUARENTENA sem sair de casa

VIAJANTES EM QUARENTENA - Como sobrevivemos a um mês de QUARENTENA sem sair de casa

Faz hoje um mês que o nosso avião aterrou no aeroporto de Sá Carneiro, no Porto, trazendo-nos de uma viagem de mais de 8 meses de Volta ao Mundo. Estamos há um mês de quarentena, 31 dias. Depois de um regresso a casa prematuro e conturbado, os dias que se seguiram foram de quarentena tranquila. Com uma diferença horária de 13 horas entre Portugal e a Nova Zelândia, os primeiros dias foram uma luta biológica com o nosso organismo para nos adaptarmos ao novos horários. Felizmente as coisas foram rápidas, talvez porque chegamos esgotados, física e psicologicamente cansados. Mas colocar viajantes de quarentena não ia ser fácil.

VIAJANTES EM QUARENTENA - Como sobrevivemos a um mês de QUARENTENA sem sair de casa

Viajantes de quarentena – A primeira semana

Quando chegámos começamos por tentar impor um horário de trabalho e de tarefas. Foi inglório! Os nossos horários estavam desajustados e o tempo parecia que não dava para nada. Os dias “voavam” e as coisas não rendiam. Tínhamos fotos para gravar, cópias de segurança para fazer, etc. Queríamos telefonar a amigos e família. Queríamos responder a mensagens que recebíamos às centenas. Depois disso, começámos a escrever os artigos que tínhamos em atraso, muitos ainda sobre as Filipinas, país do qual já tínhamos saído há quase três semanas. Mas a verdade é que não tínhamos muita vontade de escrever nos primeiros dias e por isso decidimos começar algo novo. Estes viajantes de quarentena precisavam de mais tempo para se ajustar.

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Fazer exercício e cozinhar não é nada o nosso género pelo que aquilo que ocupava o tempo à maioria dos nossos amigos não se aplicava cá em casa. Começámos a congeminar coisas para fazer. Resolvemos criar projectos novos e, a nossa ideia era continuar a viajar, desta vez sem sair de casa. Mas queríamos coisas novas, diferentes. Não podíamos continuar apenas a fazer o mesmo. Foi aí que surgiu a ideia do Viajar nas Memórias, uma rubrica que começamos no YouTube em que partilhamos um livro ou um filme que nos inspirou a viajar (e ainda inspira) e um objecto que compramos nas nossas viagens e que fazem parte do nosso “espólio” cá de casa. Foi uma óptima maneira de nos distrairmos, com algo novo, e ao mesmo tempo começar a partilhar uma face das nossas viagens que normalmente não mostramos.

Viajantes de quarentena – A segunda semana

Os dias foram-se seguindo e nós nem démos conta do tempo passar, confesso. Os dias eram passados a gravar pequenos vídeos e depois a editar, que demora sempre algum tempo, e posteriormente a fazer upload dos vídeos para as redes sociais. O tempo voou! Nesta semana fizemos vários episódios para ter episódios suficientes para gerir nos dias seguintes. Pegámos também nos artigos atrasados, agora já mais motivados, apesar das visualizações do Viajar entre Viagens terem diminuído drasticamente, e das receitas que fazíamos com o blogue terem descido para valor zero. Conversámos sobre isso e discutimos inclusive se valeria a pena apostar tanto deste nosso tempo disponível em algo que teria um retorno zero, possivelmente, nas próximas semanas ou até meses. Apesar do desânimo inicial, concluímos que valia a pena sim e por variadíssimas razões. A primeira é que nunca escrevemos neste blogue tendo como principal motivação fazer dinheiro. Sendo assim, nada mudou. A segunda razão era que, se as coisas não estavam a correr pelo melhor, não seria por falta de trabalho mas, a ter que ser, que fosse por excesso. Sendo assim, íamos continuar a escrever no blogue, a partilhar dicas e fotografias e a empoderar os portugueses a viajar mais e melhor. Sendo assim o blogue voltou à acção.

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Foi também nesta semana que estes viajantes de quarentena pegaram a sério na edição de vídeos para recuperar os stories desta Volta ao Mundo e que íamos partilhando no instagram. Durante a viagem percebemos que os stories iam desaparecendo e, por isso, começamos a fazer cópias com captação de ecrã. No entanto, a falta de tempo em viagem não nos deixava janela para poder transformar essas captações em vídeos e partilhá-los no YouTube. Agora, com mais tempo disponível, pegámos nisso e criámos o “Histórias de uma Volta ao Mundo” também no nosso canal. Já lá estão 73 vídeos, desde Java, na Indonésia, passando por Bali, Lombok, Komodo, Flores, Timor, Sulawesi e Molucas. E vamos continuar a partilhar, à medida que os formos editando.

Viajantes de quarentena – A terceira semana

À medida que o tempo passou, voltámos a pegar no blogue em força e abandonávamos mais as redes sociais. O instagram foi a mais sacrificada. Durante a viagem colocávamos no instagram uma fotografia (ou duas) por dia com o resumo do dia da viagem. Na primeira semana ainda tínhamos conteúdo para partilhar, quer nos stories, quer no feed, porque os nossos relatos estavam uma semana atrasados devido ao facto de termos estado cinco dias no trilho da Great Ocean Walk, na Austrália, sem acesso a internet. Depois desse conteúdo terminar, a verdade é que cada vez nos fazia menos sentido partilhar algo no feed. Ainda tentamos recuperar algum conteúdo antigo e responder a perguntas mas, a verdade é que estávamos pouco motivados para essas partilhas e, à medida que o tempo passava nos pareciam cada vez mais despropositadas. Como o nosso instagram de viagens é muito baseado nas viagens actuais e na imagem como forma de motivação para os outros viajarem (mais e melhor), acabamos por nos sentir desconfortáveis nessa partilha.

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FORAM-SE OS ANÉIS FICAM OS DEDOS! . 🙋‍♂️QUANTO CUSTOU AFINAL ESTA VOLTA AO MUNDO? . A resposta a esta pergunta é simples de dar e basta fazer as contas. Gastamos 3600€/pessoa nos 4 meses da Indonésia, 2000€/pessoa em 20 dias na PNG e 3720€/pessoa em dois meses na Austrália. Gastamos ainda mais 1845€/pessoa nas Filipinas. Isto perfaz 245 dias de viagem. Gastamos cerca de 300€/pessoa nos 5 dias que passamos em Timor Leste, perfazendo um total de 11465€/pessoa para 250 dias de viagem. Não entramos em conta com os custos da Nova Zelândia onde na realidade não viajamos mas apenas nos deslocarmos cerca de 3 dias. E daqui surgem imensas questões. Foi caro? Foi mas nós já sabíamos que ia ser dada a escolha de países que visitamos. Podia ser mais barato? Podia, se tivéssemos ido para países mais económicos, mas não era isso que queríamos. Queríamos estes. Teríamos ido para estes países outra vez? Completamente. Aliás os países que a generalidade das pessoas inclui numa volta ao mundo (geralmente o sudeste asiático) para nós não faziam sentido porque já os conhecemos. Podíamos ter poupado mais em viagem? Podíamos mas isso depende da forma como cada um de nós encara a vida e a viagem. Nós não gostamos de sobreviver nós gostamos de viver. E em viagem também. Sendo assim, poupamos em tudo aquilo que achamos que era possível e demo-nos aos "luxos" que nos davam prazer. Esses pequenos luxos faziam-nos sorrir, gargalhar, relaxar, brincar e animar (mesmo nos dias em que podíamos estar mais cansados). Valeu a pena? É a resposta é… COMPLETAMENTE! Cada cêntimo, cada dólar, cada euro, cada peso, cada rupia… Nunca na vida nos arrependemos do que gastamos em viagem porque este investimento são anos de sanidade que não têm preço. O nosso obrigada a todos os que estiveram desse lado e nos seguiram nesta Volta ao Mundo (agora em suspenso). Mas a gente VOLTA! . #coupletravel #creativetravelcouples #adventuretravel#bestbeaches #experience_co #viajarnasmemorias #coupletravel #creativetravelcouples #stayhome #stayathome #ficaemcasa . 🇬🇧 YOU ASK THE QUESTIONS, WE GIVE THE ANSWERS!

Uma publicação partilhada por Carla Mota & Rui Pinto (@viajar_entre_viagens) a

Paralelamente a isto, e como não conseguimos estar parados, estes viajantes em quarentena começaram a criar outros projectos e pensar em algo que nos pudesse ajudar a ter algum rendimento (uma vez que estamos os dois sem vencimento até Setembro e a nossa fonte de rendimento que era o blogue, e os trabalhos sobre viagens que fazíamos online, passaram a ter facturação zero).

Dizem que quando se fecha uma porta abre-se uma janela. E é verdade! Nos últimos dias que estivemos na Nova Zelândia fomos contactados por uma cadeia de televisão japonesa que precisava de algumas imagens captadas por nós, em drone, nas Molucas, para a realização de um documentário. Estivemos em negociação e conseguimos vender o nosso primeiro clip de vídeo em drone. Isto foi uma motivação para a criação de uma nova vertente das nossas viagens. Resolvemos criar o World Drone Shots, um site onde vamos abraçar o negócio de venda de imagens de drone, video e fotografia. O mote é “Nós viajamos, Nós filmamos, Vocês precisam, Nós vendemos”. Numa altura como esta, onde as viagens são cada vez mais difíceis de fazer, as imagens que captámos podem constituir um importante recurso para a industria da comunicação, seja noticiosa, documental ou ficção. Tal como a TV japonesa necessitou das nossas imagens e, incrivelmente, nos conseguiu encontrar, pensamos que outros vão precisar. Então a ideia é estarmos mais acessíveis a ser encontrados por quem precisa. Criámos redes sociais para este nosso novo projecto, nomeadamente facebook, twitter, instagram e youtube. Esperamos que esta ideia se possa transformar num pequeno negócio e que, de alguma forma, consiga trazer algum retorno económico.

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Viajantes de quarentena – A quarta semana

Na quarta semana de um mês de quarentena foi hora de sistematizar tudo. Já tínhamos imensos projectos novos, aliado ao blogue que é, e vai continuar a ser, o nosso principal foco. No entanto, precisávamos de criar horários de trabalho e divisão de tarefas. Sendo assim, criamos o “Horário da Quarentena”, com dias específicos para as nossas tarefas e trabalhos, sabendo que o tempo para descanso, ainda que sem poder sair de casa, é fundamental para o nosso bem estar e para manter a nossa paixão (pelas viagens e um pelo outro). Desta vez, o horário está a funcionar (embora só esteja a ser usado nos últimos dias).

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Como serão as próximas semanas de quarentena?

Estes viajantes de quarentena prevêem que as próximas semanas vão ser bastante preenchidas, tal como as que tivemos até agora. Isto porque temos alguma dificuldade em estar parados e a melhor forma de passarmos a quarentena é manter-nos ocupados.

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Ainda não pegamos nos documentários do nosso projecto PANGEA, um projecto ambicioso que temos em mãos para desenvolver este ano. A ideia era partilhar a história de várias tribos do Pacífico, nomeadamente da Papua Nova Guiné, Vanuatu, Ilhas Salomão, Tonga, Ilha da Páscoa, etc. No entanto, como tivemos que regressar prematuramente a casa não captámos material nenhum sobre os países que queríamos, com excepção da Papua Nova Guiné. Temos material suficiente para produzir dois documentários deste país, um primeiro sobre a nossa expedição ao Sepik, um segundo, sobre as tribos das Montanhas da Papua Nova Guiné. Ainda não tivemos motivação para pegar neste material, pensar no argumento e transformá-lo em história, para depois a contar em vídeo documental. Contamos pegar nisso nas próximas semanas, mas apenas quando sentirmos o “apelo” porque acreditamos que tudo se faz melhor quando existe paixão e é o momento certo.

No meio disto tudo ainda tivemos tempo para pensar em projectos que queremos voltar a pegar, nomeadamente de publicação do nosso livro (já escrito) sobre a Rota da Seda (talvez com uma edição de autor) ou tirar cursos online de fotografia e vídeo. Ainda estamos a pensar sobre estas questões.

Mas nem tudo é trabalho e criatividade quando os viajantes estão em quarentena! Nem pode ser!

Pode parecer que o nosso tempo é todo ocupado a criar coisas novas e a trabalhar, mas não é. A verdade é que continuamos a trabalhar imenso, como sempre o fizemos, mesmo em viagem. Em viagem trabalhávamos cerca de 4 horas por dia cada um de nós, o que perfazia 8 horas de trabalho. Sem fins de semana ou feriados. Mesmo assim era pouco e por isso tínhamos muito conteúdo em atraso. Neste momento trabalhamos muito mais, principalmente porque acreditamos que podemos voltar a esta viagem novamente e queremos ter todo o nosso trabalho em dia quando chegar o momento. Trabalhamos seis dias por semana, cerca de 8 horas por dia, cada um de nós. Mas o facto de não ter filhos e vivermos sozinhos ajuda imenso na gestão do tempo. Continuamos a rir-nos de nós e a fazer piadas sobre tudo. Mesmo piadas negras mas que nos mantêm animados. O humor sempre foi uma constante na nossa relação e queremos que assim continue. Porém, temos outros hábitos que consideramos importantes para manter a sanidade mental e a animação.

  • Passamos a levantar-nos à mesma hora de manhã e a termos os mesmos horários.
  • Temos um ritual de pequeno almoço tranquilo, fazendo juntos sumos naturais, tostas mistas, torradas, fruta ou cereais. Nunca tivemos pequenos-almoços tão saudáveis e tranquilos. Estamos a gostar.
  • Cozinhámos a nossa própria comida todos os dias. Há anos que não o fazíamos. Como sempre lutámos contra a falta de tempo, íamos sempre buscar comida feita ao restaurante e almoçávamos em casa. Agora temos tempo para cozinhar e, como não estamos habituados, a novidade e a descoberta até tem sido positiva. Não tão positiva que seja necessário repetir duas vezes por dia! Sendo assim, ao jantar comemos sempre algo mais leve, um iogurte, cereais, saladas ou, ao fim de semana, umas tapas elaboradas acompanhadas por uma boa garrafa de vinho (algo que tínhamos muitas saudades).
  • Temos visto imensos filmes e séries mas apenas à noite. Depois do jantar fazemos maratonas a ver séries pela noite dentro e temos descoberto coisas fantásticas. Dentro dos filmes já vimos o Milagre da Cela 7, Mountain, Contágio, A Vida de Pi, etc. Mas temos dedicado a nossa atenção é às séries. Já vimos a terceira e quarta temporada da Casa de Papel. Vimos inclusive o documentário sobre a série. Depois devorámos a série Pandemia. Vimos a série documental “Andes Mágicos”. E agora estamos viciados na série Babylon Berlin, sobre a crise de 1929 em Berlim e os anos que se seguiram, levando à ascensão do nazismo na Alemanha.
  • Paralelamente temos assistido, antes do jantar, a aulas online, eu de História Contemporânea e do século XX, o Rui de Física Quântica e Cosmologia. No fundo são os únicos momentos em que estamos “separados”, eu no mundo da geopolítica, o Rui no mundo da Física.
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Sair de casa

A saída de casa é algo que ainda não conseguimos acertar. Eu ainda não saí de casa desde que cheguei, nem ao corredor do prédio ou ao elevador. É verdade! Há um mês que não saio do nosso T1. Ainda não vi os meus pais, irmão ou sobrinha, apesar de ter o coração apertadinho. Temos conseguido manter-nos à distancia de segurança, mesmo tendo-nos juntado online no domingo de Páscoa e no aniversário da minha princesa, quando fez 8 anos, e lhe cantámos os parabéns todos à distância. Continuamos a falar agora como falávamos do outro lado do mundo, mas agora durante muito mais tempo e mais frequentemente. O Rui, num mês, saiu do nosso T1 duas vezes. A primeira foi passado 15 dias, quando acabou a quarentena, para fazer compras. Tomámos, claro, todas as precauções necessárias e, já na altura, o Rui usou máscara. No final desta semana, passado mais 15 dias, o Rui foi ver os pais ao Porto.

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Viajantes de quarentena – E agora?

Agora a vida vai continuar e nós vamos adaptando-nos a ela. Vamos, como sempre, dançando conforme a música. Sabemos que daqui a seis dias tínhamos um voo da Nova Zelândia para Vanuatu, um dos meus países de sonho. Já sei que não vou apanhar esse voo. Estou triste, claro. Mas também já sei que não vou desistir do sonho nem do próximo voo. Ia passar o meu aniversário com uma tribo em Pentecoste, uma ilha isolada em Vanuatu. Já não vou lá estar. Mas isso não quer dizer que não irei lá. Quer apenas dizer que não vou lá agora. Íamos passar três semanas em Vanuatu e de lá, íamos para as ilhas Salomão, em meados de Maio. Vamos focar-nos agora nessa meta. Provavelmente não vai acontecer porque as viagens estarão suspensas até finais de Maio, mas recuso-me a pensar a um prazo tão longo. Acredito que até ao final de Maio já teremos um plano para voltar ao Pacífico e continuar o nosso sonho e, no fundo, o nosso trabalho. Queremos pensar numa semana de cada vez e, tal como dissemos, a dançar conforme a música. E a música, essa, está sempre a tocar e, felizmente, sempre a mudar.

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Carla Mota

Geógrafa com uma enorme paixão pelas viagens e pelo mundo. Desde muito cedo que as viagens de exploração fazem parte da sua vida. A busca do conhecimento do mundo leva-a em direcção a culturas perdidas e ameaçadas, tentando percebe-las. Hoje é também líder de viagens de aventura na Nomad.

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2 Comentários

  1. Vocês não conseguem mesmo estar parados… 😉
    Boa sorte para o World Drone Shots – que seja um sucesso!
    Beijos e abraços.

    1. Carla Mota diz: Responder

      É verdade! Como diz a minha mãe têm “bichos carpiteiros”. 😉 Mas até nos temos dado bem cá em casa, apesar do sentimento constante de que estamos aqui a “perder o nosso tempo precioso”. Mas é o que é! Vamos ver como corre o WDS; foi um plano B mas pode ser que resulte. Obrigada pela força, Filipe. bjinhos grandes

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