VIAJAR NO MÉXICO – Ruínas obrigatórias para visitar no México | México

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

Nenhuma viagem ao México estará completa se não se visitar algumas das centenas de ruínas pré-colombianas espalhadas pelo país. Desde ruínas Maias, Astecas, Zapotecas ou outras, o México merece uma viagem demorada, explorando alguns dos melhores testemunhos arquitectónicos e culturais do mundo. Estas são as ruínas obrigatórias para visitar no México.

Faça aqui  seu seguro de viagem IATI. Se usar este link terá 5% de desconto.


VIAJAR NO MÉXICO – 14 ruínas obrigatórias para visitar no México


1. Palenque

Palenque é considerada por muitos como a cidade Maia mais bonita. Esta é uma das ruínas obrigatórias para visitar no México. Para nós também o foi. Atingiu o seu auge entre 600 e 800 d.C., quando era capital regional. Abandonada por volta de 900, foi devorada pela selva, sendo redescoberta no século XVIII, mas só recuperada no século XIX. Aqui, destaca-se o Templo das Inscrições, construído durante os 68 anos do reinado de Pakal (615 – 683 d.C.), incluía o seu túmulo, descoberto intacto em 1952. Artefactos e peças de joalharia aí encontrados estão agora expostos no Museu Nacional de Antropologia, assim como uma reconstituição do túmulo. Mas há inúmeros conjuntos de templos para visitar nesta ruínas e vale a pena perder aqui horas. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

2. Yaxchilán

Yaxchilán destaca-se de todas as demais ruínas de cidades maias devido a sua relativa inacessibilidade, pois situa-se mergulhada em selva tropical. Claro está que hoje os dólares do turismo conseguem desbravar muito terreno e ultrapassar muitos obstáculos, por isso a maneira mais prática e exequível de alcançar estes lugares é fazendo uma tour de um dia organizada a partir de Palenque. Yaxchilán situa-se nas margens do rio Usumacinta, no centro da floresta de Lacandón e é só acessível de barco. Depois de termos percorrido, durante 3 horas, chegamos as margens do rio que constitui fronteira com a Guatemala, e após uma viagem de barco, chega-se a Yaxchilán.  Construída entre 350 e 800 d.C., ficou conhecida no século VIII, no reino do seu líder mais famoso, “Escudo-Jaguar”, e seu filho, “Pássaro-Jaguar”, e foi abandonada, por razoes desconhecidas, em 810. O conjunto de ruínas é impressionante, quer pelo seu número e qualidade, quer pela sua “imersão” na selva circundante. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

3. Chichén Itzá

Chichén Itzá é uma das antigas cidades maias do mundo, com ruínas muito bem preservadas. Já não se pode subir a grande pirâmide, El Castillo (cujos 9 patamares e 4 escadarias estão a ser reconstruídos), muito menos aceder ao seu interior (que contém outras pirâmides e templos). Não se pode entrar no observatório astronómico “El Caracol”, nem sequer aceder à sua plataforma. Não se pode deambular pelo Templo das Colunas, nem subir as suas escadas para admirar de perto a famosa escultura de “chacmool” (ainda que seja uma réplica). Tudo tem de ser visto de longe, ou de lado, ou de baixo. Não satisfaz um turista interessado. Mas valera a pena visitar Chichén Itzá? Claro que sim! A cidade tem uma história fabulosa, tendo sido uma das principais cidades do período pós-clássico, com uma grande variedade arquitectónica, que ilustra as diferentes influencias que sofreu. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

4. Teotihuacán

Cerca de 1325 d.C., o Deus do povo Asteca disse que se deveriam instalar onde vissem uma águia num cacto a devorar uma serpente, numa ilha de um lago, a cidade de Tenochitlán. Iniciava-se assim a construção do que viria a ser o grande império asteca, com uma capital que impressionaria os espanhóis quando a viram pela primeira vez em 1519. Mas, há 700 anos, um pouco a norte de Tenochitlán, já existiam as ruínas de uma antiga cidade, cuja memória dos seus habitantes e fundadores já se tinha perdido, essa cidade era Teotihuacán.  O nome que os astecas lhe deram: Teotihuacán, “o lugar onde os homens se tornam deuses”. Mesmo coberta de terra e vegetação, o plano geral da cidade era ainda visível. Uma enorme avenida estendia-se num eixo norte-sul, ladeada por restos de edifícios que os astecas acreditavam serem túmulos reais. Mais afastadas, pirâmides de vários tamanhos e formas enchiam o recinto. No extremo norte da avenida, em terreno mais elevado, chegava-se a uma grande praça ladeava por doze pirâmides e, ao fundo, uma enorme pirâmide, por eles chamada Pirâmide da Lua, dominava o horizonte. A leste  e a meio da avenida, uma ainda maior pirâmide, a pirâmide do Sol, dominava todas as vistas do recinto. Representações de Quetzalcoatl, a Serpente Emplumada, e Tlaloc, o Deus da chuva, abundavam em todos os edifícios.  Visitadas actualmente por milhares de turistas diariamente, continua a ser um local de peregrinações, agora principalmente de movimentos New Age, que aqui se reúnem nos equinócios para aproveitar as energias que o local é suposto fazer convergir. O que se pensa serem apenas 10% da antiga cidade foram escavados e parcialmente reconstruídos.  Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

5. Xochicalco

As ruínas de Xochicalco, a 40 km de Cuernavaca, está localizada numa colina, proporcionando vistas magníficas dos vales e montanhas em seu redor, e onde se pode admirar das mais belas representações da Serpente Emplumada, numa pirâmide desenterrada em 1777, parcialmente reconstruída e ainda hoje alvo de restauros. Uma importante cidade-estado, florescente entre 700 a 900 d.C., Xochicalco entrou em declínio com o aparecimento dos Toltecas na região. Mas o culto da serpente Emplumada era mais forte que guerras e invasões. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

6. Tulum 

Uma das cidades costeiras maias foi Tulum (nome moderno que deriva do maia, que significa muralha, mas a cidade chamar-se-ia Zama, alvorada), com ocupação durante o período pós-clássico, a partir do século XIII, estando ainda em actividade aquando da chegada dos espanhóis. Hoje, é precisamente por uma brecha na muralha que entramos nas ruínas da cidade, onde existe um percurso delineado para os turistas, que nos leva às principais atracções do recinto. O conjunto das ruínas é muito interessante, mas o principal motivo que traz os turistas aqui é a sua magnífica localização, mesmo sobre as escarpas que descem até ao mar. Esta é uma das ruínas obrigatórias para visitar no México. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

7. Tula

As ruínas de Tula, a 70 km da Cidade do México, são o melhor legado da civilização Tolteca no México. Outrora a maior cidade do México, no séc. IX e X chegou a ocupar uma área de 12 km2 e a albergar uma população de 30 000 habitantes. De acordo com os estudos realizados até ao momento, a cidade parece ter sido fundada por Ce Ácatl Topiltzin Quetzalcóatl, um soberano tolteca que criou uma cidade sobre uma colina, ao contrário do que era habitual na área. A sua posição geográfica faz crer que a defesa desta cidade era um aspecto muito importante no seu quotidiano. As ruínas de Tula exibem pirâmides de terraços, colunas, esculturas com baixos-relevos e campos de bola. Foram encontrados aqui vários Chac Mools, estátuas de pedra pré-colombianas mesoamericana, que representa uma figura humana numa posição reclinada com a cabeça erguida e voltada para um dos lados. A figura segura uma bandeja sobre a barriga. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

8. El Tajin

El Tajin é Património Mundial da Humanidade desde 1992 e corresponde à capital da Civilização de El Tajin. Apesar de não se saber muito sobre esta civilização, as semelhanças entre estas construções e as de Teutihuacan são evidentes, o que leva alguns arqueólogos a pensar que terão feito parte da mesma civilização. A zona arqueológica tem evidências de construções que se terão iniciado no século I e terão continuado até ao século XIII. A civilização acabou por desaparecer e a cidade foi abandonada e engolida pela floresta. O geógrafo Alexander Von Humbolt passou por aqui no século XIX e documentou-a.  Mas muito antes já alguns espanhóis tinham feito várias referências e descrições do local. Na entrada existe um museu dedicado ao local e aos Voladores, um antigo ritual dos povos Totonaca e Nahua. O museu reúne alguns artefactos recolhidos no local com explicações em inglês e espanhol. Por dia pode-se assistir a duas ou três actuações do ritual dos Voladores na entrada do complexo. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

9. Uxmal

A lenda afirma que Uxmal já estava feita, mas não se via, e que se tornou visível aos olhos dos homens de um dia para outro, quando o seu momento chegou.  A Pirâmide do Mágico apresenta no seu interior evidências de diferentes fases de construção, com os templos mais recentes servindo de invólucro aos anteriores. Num pequeno buraco lateral, é possível entrar num túnel que revela a decoração interior do primeiro patamar e que, aos olhos de um leigo, parece a decoração de um templo que já viu a luz do sol outrora. O Convento das Freiras, com o seu enorme pátio, está cheio de representações de Chac e da Serpente Emplumada. O friso do edifício oeste é o mais exuberante, com duas Serpentes Emplumadas, enroscadas uma na outra, ao longo de todo o seu comprimento. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

10. Mitla

Aquando da chegada dos espanhóis, em 1521, a Mitla, no vale de Tlacolula perto de Oaxaca, a cidade florescia e contava com mais de 10 mil habitantes. Tinha uma arquitectura e decoração dos edifícios distinta de tudo aquilo que até hoje foi descoberto na Mesoamérica: vastos frisos com motivos geométricos decoravam as fachadas dos templos e palácios. Do esplendor de outrora pouco resta. Os “conquistadores” conquistaram a cidade e destruíram os seus edifícios para construir a igreja de San Pablo por cima. Do pouco que restou ainda é possível ter uma ideia da magnificência do local ou descer a um túmulo subterrâneo. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

11. Bonampak

Bonampak são ruínas mais pequenas e reflectem o facto desta cidade ter vivido no período Clássico na sombra de Yaxchilán. A grande atracção são três salas magníficas que contêm murais que representam cenas da vida maia clássica, em cores (ainda) vivas. Quando visitamos, uma das salas estava fechada para recuperação, e nas outras só podiam entrar grupos de 3 pessoas de cada vez, uma vez que a respiração afecta a qualidade dos murais. Numa das salas, está representada uma cena de guerra e de sacrifícios de prisioneiros, enquanto na outra, pode admirar-se a consagração do filho do último rei de Bonampak, seguro pelo pai e apresentado a um conselho de nobres. Na realidade, o bebé nunca deverá ter sido rei, uma vez que a cidade foi abandonada antes dos murais terem sido acabados. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

12. Ruínas do Rio Bec

Estas ruínas incluem quatro locais distintos: Balamkú, Chicanná, Bécan e Xpujil, sendo que a principal é Balamkú. Balamkú só foi descoberta em 1990 e tem um conjunto bem interessante de pirâmides escondidas entre as árvores. Este é um dos pontos altos arquitectónicos das ruínas maias já que tem um espectacular friso de estuque com 17 m de comprimento, no interior de uma pirâmide (isto é, fazendo parte de uma fase anterior desse edifício) a que se tem acesso por uma porta que o guarda tem que abrir. Retratando a visão do cosmos maia, com os seus três mundos, estão representadas figuras humanas, pássaros, jaguares, serpentes e sapos (seres anfíbios que navegam entre a terra e o inframundo). Chicanná é um pequeno complexo e a principal atracção é uma fachada com uma enorme boca de serpente, com um elaborado mosaico de pedra à volta, representando o Deus Itzamná,  o Deus da criação e da terra. Bécan está rodeada por um fosso de mais de 2 km de comprimento e é o maior complexo dos locais do Rio Béc. É constituida por um conjunto de edifícios e é possível subir às suas pirâmides para ter vistas deslumbrantes sobre o complexo. As ruínas de Xpujil, mesmo à entrada da cidade, são as mais pequenas, mas apresenta um edifício com uma das características mais marcantes da arquitectura de Rio Béc, com as suas 3 torres pontiagudas (normalmente apenas duas) no seu topo. Estas torres são falsas pirâmides-templos, uma vez que os degraus são demasiado íngremes para se poderem subir e as construções parecem não ter divisões, desconhecendo-se a sua função. Este conjunto é um dos locais com ruínas obrigatórias para visitar no México. Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

13. Coba

Coba é um sítio arqueológico localizado a cerca de 50 km de Tulum. Coba desenvolveu-se entre 300 e 1000 d.C. (com uma ocupação assim muito anterior à vizinha Tulum) e situava-se no centro de uma rede de estradas maias (sacbeob), em linha recta e pavimentadas em calcário, que ligavam localidades e lugares de peregrinação. Pensa-se que mais de 40 dessas estradas passariam por Coba, sendo o sitio arqueológico onde se encontraram mais evidencias destas estradas. A grande atracção deste grupo é a pirâmide de Nohoch Mul, a mais alta da península do Iucatão (embora a de Calakmul dispute este prémio), com 42 m de altura. Pode saber mais sobre estas ruínas obrigatórias para visitar no México no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

14. Monte Albán

Monte Albán situa-se num monte acima do vale de Oaxaca e foi a sua capital. Apesar de ter tido uma ocupação que remonta a cerca de 500 a.C., com influência Olmeca, os anos do auge do seu poder foram entre 400 e 700 d.C., claramente sob a influência da civilização de Teotihuacán. Talvez por isso, o fim da grande civilização repercutiu-se aqui, sendo que a cidade foi abandonada cerca de 100 anos depois da queda de Teotihuacán. O desaparecimento destas civilizações abriu espaço para a formação de uma série de cidades-estado mais pequenas, das quais são exemplos Xochicalco e Tula. O local onde se encontram as ruínas da capital Zapoteca impressiona, em primeiro lugar, pela sua localização. Num feito de engenharia da época, o cume do monte foi nivelado de modo a possibilitar a construção de um local cerimonial. Pensa-se que as zonas residenciais estivessem espalhadas pelo vale. Das ruínas, tem-se assim vistas magníficas em 360 graus sobre a cidade de Oaxaca e os vales circundantes. Quase todos os edifícios se dispõem em redor da Gran Plaza, orientada num eixo norte-sul. No centro da praça, encontram-se alguns edifícios, uns que se pensam que teriam sido templos, e outro um observatório astronómico.  Pode saber mais sobre estas ruínas no nosso post.

VIAJAR NO MÉXICO - 14 ruínas obrigatórias para visitar no México | México

Visitámos todas estas ruínas, em 2012, durante a nossa viagem Na Rota dos Maias, onde exploramos o México, Belize, Guatemala e Honduras. Poderá ver o roteiro que fizemos aqui e os vídeos da viagem aqui. Explore o México de desfrute destas ruínas obrigatórias para visitar no México.

SEGURO DE VIAGEM NO MÉXICO

As autoridades do México não exigem, para entrar ao país, ter um seguro de viagem para cobrir despesas médicas e hospitalares. Deve, no entanto, adquirir o seguro no seu país de origem, antes da viagem. Nós fizemos o seguro normal em Portugal, mas não nos exigiram nada à entrada.  Aconselhamos que faça também o seu seguro de viagem para o México. Nós usamos a IATI Seguros. Se usar este link terá 5% de desconto. Não facilite.

Marque aqui os seus passeios e compre aqui os seus bilhetes

Carla Mota

Geógrafa com uma enorme paixão pelas viagens e pelo mundo. Desde muito cedo que as viagens de exploração fazem parte da sua vida. A busca do conhecimento do mundo leva-a em direcção a culturas perdidas e ameaçadas, tentando percebe-las. Hoje é também líder de viagens de aventura na Nomad.

More Posts - Facebook - Google Plus - Flickr - YouTube

.

PROGRAME A SUA VIAGEM

  Faça as suas reservas através das parcerias do nosso blogue. Você NÃO PAGA MAIS, nós ganhamos uma pequena comissão. Assim conseguimos manter o blogue com opiniões isentas.

Resultado de imagem para hotel icon Reserve o hotel no Booking.com e encontre as melhores promoções. Reserve e cancele sempre que necessitar.

Resultado de imagem para tourism iconMarque os seus bilhetes nos monumentos e tours, evitando filas usando o Get Your Guide.

Imagem relacionada  Reserve os seus voos com a Skyscanner. Garanta os melhores preços.

Resultado de imagem para car icon  Alugue carro usando o RentalCars, comparando e escolhendo o melhor preço antes de viajar.

Resultado de imagem para saúde icon  Faça seguro de viagem na Iati Seguros ao menor preço do mercado e com seguros especializados para viajantes. Se usar este link gozará de 5% de desconto.

Resultado de imagem para livro icon  Usamos os guias de viagem da Lonely Planet para preparar as nossas viagens. Se faz o mesmo, pode comprá-los online. Sai mais barato e os portes são grátis a partir dos 35€.

Resultado de imagem para dinheiro icon Use o cartão REVOLUT para levantar dinheiro em viagem. Se usar este link, não terá custo com o envio do cartão, poupando assim 5,99€.   Este blogue contém links de programas de afiliados.

8 Comentários

  1. anderson bosh diz: Responder

    muito legal
    seguindo vcs
    otimas dicas
    e com experiencia o q e melhor
    bjo no coração

    1. Carla Mota diz: Responder

      Muito obrigada pela força e incentivo. 😀

  2. Rafael diz: Responder

    Para acessar esses locais o ideal é fechar pacotes?

    1. Carla Mota diz: Responder

      Depende de como fizer a sua viagem. Dá para ir de forma independente ou em tours.

  3. Em 2014 fui ao México e conheci as ruinas de Tullum.
    As centenas de iguanas, as ruinas, a paisagem, a cor e a temperatura do mar deixaram-me boas recordações.
    Este anos vamos repetir o destino, mas queremos fazer outras excursões.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Eu adorei o México. Estive lá um mês e já estou cheia de vontade de voltar.

  4. hermoso. me encanta.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.