Prismas basálticos de HUASCA DEL CAMPO, em Hidalgo | México
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Quando Alexander Von Humboldt, em 1803, encontrou a paisagem vulcânica de Prismas basálticos na fazenda de Santa Maria Regla não queria acreditar no que os seus olhos viam. Para eternizar esta maravilha puxou do seu bloco de notas e, com um lápis, desenhou-a.
Os prismas basálticos de Hidalgo, perto da povoação de Huasca de Ocampo, são um exemplo extraordinário de formações vulcânicas de pormenor. Aqui, a expressividade da natureza vulcânica é avassaladora. Os prismas ocupam o “Barranco de Alcholoya”, um canhão fluvial ladeado por colunas poligonais de basalto, que formam as vertentes pelas quais escorrem as águas da albufeira artificial de Santo António. O efeito são quatro quedas de água. Uma das quedas tem cerca de 40 metros de altura.
Os prismas basálticos apresentam uma forma predominantemente hexagonal disposta em colunas designadas por disjunção prismática. Embora estes prismas apresentem frequentemente 6 lados, podem apresentar entre três ou doze, dependendo da velocidade do arrefecimento. Face à grande concentração de prismas basálticos e à sua dimensão estima-se que o arrefecimento da lava terá sido bastante lento, criando estas formas devido à contracção das fracturas e descontinuidades.
A exploração do lugar é fácil e acessível. É necessário pagar entrada (50 pesos mexicanos) e depois basta explorar o local utilizando os acessos criados por escadas, trilhos e pontes suspensas.
Há vários lugares no mundo onde se pode observar este fenómeno. O primeiro que nós vimos foi na Calçada dos Gigantes, na Irlanda do Norte, no Reino Unido. É provavelmente o mais conhecido mas será o mais espectacular?
Os Prismas Basálticos de Hidalgo são fenomenais. Para aqui chegar tivemos que apanhar um autocarro no Terminal Norte, na Cidade do México, até Pachuca. Depois apanhamos um combi que nos levou ao centro de Pachuca, já que o terminal fica a 20 minutos da cidade. No centro, apanhamos um “camione” até Huasca del Ocampo, a cerca de 40 minutos. Mas a jornada nao terminaria ai. Em Huasca del Ocampo, uma bonita aldeia mexicana, apanhamos um táxi para fazer os restantes 15 km até aos prismas. E eis que tínhamos chegado a uma das 13 Maravilhas do México. Segundo o senhor que nos recebeu somos os primeiros portugueses a visitar os Prismas Basálticos! E esta hein? Para regressar basta fazer o percurso contrário. Parece difícil mas nao é. Saímos da cidade do México as 8h da manha e regressamos as 18 h da tarde.
De seguida deixo-vos uma lista dos lugares com prismas basálticos. Não tencionamos conhece-los todos, mas ambicionamos conhecer muitos.
Geógrafa com uma enorme paixão pelas viagens e pelo mundo. Desde muito cedo que as viagens de exploração fazem parte da sua vida. A busca do conhecimento do mundo leva-a em direcção a culturas perdidas e ameaçadas, tentando percebe-las. Hoje é também líder de viagens de aventura na Nomad.
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