Dias 83 a 89 – TANA TORAJA, uma semana embrenhados nos rituais de vida e morte em Sulawesi

Dias 83 a 89 - TANA TORAJA, uma semana embrenhados nos rituais de vida e morte em Sulawesi

Tana Toraja é uma região montanhosa no centro da província sul da ilha de Sulawesi e é um destino a não perder quando se visita esta ilha da Indonésia. É uma região onde se pode percorrer trilhos nas montanhas de um, ou vários dias, admirar a paisagem e desfrutar da serenidade do ritmo de vida rural das pequenas aldeias. Mas, é a riqueza e singularidade cultural do povo que habita estas montanhas que atrai visitantes a Tana Toraja.

Se quiser ter uma experiência cultural em Tana Toraja, em Sulawesi, desde Bali, é possível. Há um tour de 3 dias que permite visitar esta região e testemunhar algumas destas realidades. Pode marcar aqui a sua tour.


O povo de Tana Toraja

Os habitantes de Tana Toraja são, em esmagadora maioria, cristãos, fruto de um esforço de evangelização promovido pela Holanda, a potência colonizadora que, no século XX, procurou dominar todo este território até então pouco explorado. Mas a religião local, designada Aluk To Dolo, nunca desapareceu e ainda hoje o cristianismo convive com rituais de vida e de morte, envolvendo sacrifício de animais, celebrando a construção de uma nova casa, o começo das colheitas, ou a passagem para o outro mundo de um ente querido.

As casas tradicionais, designadas tongkonan (“sítio para se sentar”) e construídas em madeira de bambu, são um motivo de orgulho para as famílias, e podem ser admiradas um pouco por toda a parte, dominando a paisagem com os seus telhados característicos, elevados nas pontas, e que se pensa simbolizarem os cornos dos búfalos (mas que também lembram a proa e ré de um barco).

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Rituais de morte

Mas são os rituais fúnebres, em particular, o ponto fulcral da vida social do povo Toraja. São grandes festas, que duram vários dias, e para as quais é convidada toda a família e grande parte da comunidade local. Um funeral de classe média envolve habitualmente o sacrifício de, pelo menos, 15 búfalos e mais de 20 porcos, e tem um custo total que ronda os 600 milhões de rupias indonésias, cerca de 40.000 €.

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Numa região onde o rendimento médio mensal per capita ronda os 2,5 milhões de rupias, cerca de 160 €, os custos dessas cerimónias são sempre um pesado encargo para a família que, no entanto, encara estas não como um fardo, mas sim como um momento privilegiado para fazer a devida homenagem à pessoa falecida, e ganhar prestígio junto da comunidade.

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Curiosamente, as remessas dos muitos emigrantes toraja a trabalhar na Papua ou Kelimantan, mas também na Malásia, Singapura ou Austrália, têm alimentado uma corrida a cerimónias cada vez maiores e a uma inflação dos custos. Não é assim de admirar que os próprios habitantes de Tana Toraja muitas vezes digam que ganham dinheiro durante toda a vida para celebrar a morte.

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4 Elementos – Ar

Foi em busca desta tradição e destes rituais que nós nos aventurámos pela região de Tana Toraja, tendo como objectivo documentar o tema “Ar” do nosso projecto “4 Elementos”, desenvolvido com o apoio de uma Bolsa de Exploração, da qual fomos vendedores no passado mês de Novembro, promovida pelo motor de pesquisa de viagens momondo e pela agência de viagens de aventura Nomad.

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Para isso, contávamos ficar alojados alguns dias na casa de uma família que tivesse uma pessoa morta (apenas “doente” na tradição local) em casa, enquanto os preparativos do respectivo funeral são ultimados, e noutros dias assistir a rituais que estivessem a acontecer em diferentes locais.

Sabíamos que a maioria das cerimónias fúnebres acontece nos meses de Julho e Agosto, quando é mais fácil juntar as famílias, mas a nossa viagem pelo resto da Indonésia, antes de chegarmos a Sulawesi, levou a que só visitássemos Tana Toraja no mês de Setembro. Ainda assim, os rituais acontecem também durante o ano e por isso estávamos optimistas quanto ao número de acontecimentos que poderíamos presenciar.

Veja aqui os relatos da nossa viagem da Volta ao Mundo

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Montar base em Tana Toraja

Mas, primeiro, era necessário montar uma base na região, um local onde pudéssemos trabalhar, e de onde fosse possível nos deslocarmos para diferentes locais na região, assim como deixar as nossas mochilas grandes quando fôssemos ficar alojados com a família local. Para que isso se concretizasse, era necessário também estabelecer contactos com pessoas no terreno.

Escolhemos a cidade de Rantepao como base logística para a nossa semana em Tana Toraja, sendo a maior cidade da região, e com uma localização central que nos permitiria deslocar para onde fosse preciso. Quanto a alojamento, a nossa escolha recaiu sobre a Mamma Tia Homestay, um pouco deslocada do centro de Rantepao, mas que acabou por ser uma óptima opção, pois o dono, Yakov , foi extremamente prestável e mostrou-se profundamente conhecedor, tanto dos costumes e tradições da região, como das famílias e locais onde se desenrolavam cerimónias.

Aliás, Yakov é uma espécie de autoridade local, de tal forma que participou num documentário da National Geographic sobre Tana Toraja e, ao mesmo tempo que nos ajudava, também prestava apoio a uma equipa de filmagem australiana. Foi Yakov que nos fez uma primeira introdução à região e que nos arranjou o contacto da família que nos iria receber na sua casa durante três dias.

Para se poder assistir a uma cerimónia fúnebre, basta saber onde ela está a acontecer, e aparecer. Os toraja têm orgulho nas suas tradições e as cerimónias fúnebres são o momento mais alto e mais visível dos seus costumes ancestrais, e por isso os visitantes são bem recebidos (tradicionalmente, quem comparece deve fazer uma doação à família, e isso também é esperado de visitantes estrangeiros). No entanto, é aconselhável comparecer nas cerimónias acompanhado de alguém que conheça a família e possa falar com as pessoas, além de poder explicar tudo o que se passa.

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Viver com uma família (e um morto) em Tana Toraja

Queríamos sentir de perto o modo como as famílias vivem, e convivem, com a morte de um ente querido, e por isso ficámos alojados com uma família de uma aldeia a sul de Rantepao. Durante esses dias dividimos a casa e o espaço com a família, comemos as refeições com eles, dormimos na sala ao lado dos seus quartos, e partilhámos o seu dia-a-dia. A comunicação não era muito fácil, uma vez que só um ou dois elementos da família sabiam algumas palavras em inglês, mas fomos recebidos com hospitalidade e simpatia.

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Tujuh, o avô da família, de 92 anos de idade, tinha morrido num hospital havia cerca de duas semanas, o seu corpo tinha sido injectado com uma solução de formol, e tinha sido enviado para casa da família. De acordo com a tradição de aluk to dolo, quando uma pessoa se aproxima do fim da vida, o seu espírito começa a deambular para fora do corpo, mas não se afasta definitivamente. Para o mundo ocidental, a pessoa já morreu, mas na verdade, para os Toraja, está apenas doente, com febre, num estado que designam por to makula.

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O corpo de Tujuh estava dentro de um caixão, no quarto que lhe pertencia em vida. Não mostrava sinais de decomposição e não emitia cheiro desagradável. Para a família, ele continuava presente e vivo. Os toraja acreditam que o espírito da pessoa doente permanece junto do corpo e que a pessoa ainda consegue ver, ouvir, e sentir. Sendo assim, é dever da família tratar da pessoa doente, dando-lhe de comer, falando para ela, e convivendo com ela no dia-a-dia. A sua neta levava-lhe comida à hora das refeições e conversava com ele, enquanto o bisneto, um miúdo de dez anos, olhava em silêncio e com curiosidade.

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Preparativos para o funeral

Fora da casa tudo se passa como nos outros dias. Mas agora é tempo da família pensar nos preparativos das cerimónias fúnebres, onde irão ser realizados os rituais ancestrais, sem os quais, acreditam, o espírito da pessoa não passará para o outro mundo. A família que nos acolheu é pobre, a casa é muito simples, e as refeições são todas iguais, desde o pequeno-almoço até ao jantar, e constituídas por arroz branco e tempeh, um frito com base de grãos de soja. Não será fácil para esta família organizar um grande funeral, mas irão fazer o seu melhor para homenagear o avô e mostrar à comunidade o seu valor.

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Após escolhido o local do recinto onde irão decorrer as cerimónias, neste caso, junto à casa da família, é necessário construir pavilhões em bambu que irão albergar os convidados. Os homens da família estão já a trabalhar no quintal, partindo pedra manualmente e nivelando o terreno para as construções. Os miúdos levam o búfalo da família a passear, dão-lhe banho e poem-no a pastar. É o pertence mais valioso da família, de seu nome Tedong, mas será este animal o primeiro a ser sacrificado nos rituais fúnebres.

Mas para a cerimónia poder ser realizada ainda falta quase tudo. As principais tarefas são comprar mais búfalos e porcos, que serão sacrificados e cuja carne será distribuída pela comunidade, e também convocar toda a família. Finalmente, deverão marcar uma data na qual seja possível a toda a família estar presente, mesmo deslocando-se de sítios longínquos como a ilha de Papua. Todo o processo dura habitualmente alguns meses, mas em alguns casos pode durar anos. A família está optimista e pensam que em Novembro deverão estar prontos para a grande cerimónia.

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Infelizmente, nós não poderíamos acompanhar todo o processo e estar presentes nas cerimónias desta família, por isso resolvemos tentar presenciar os rituais fúnebres realizados por outras famílias e que estavam a acontecer na semana que passámos em Tana Toraja. No final daqueles dias, despedimo-nos da família e de Tujuh, e oferecemos uma pequena doação para agradecer a hospitalidade e ajudar aos custos do funeral. Estava na altura de explorarmos um pouco mais Tana Toraja e presenciar ao vivo a intensidade dos rituais fúnebres.

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Cerimónias fúnebres

Nós assistimos às cerimónias de duas famílias e foram experiências complementares, pois uma era uma família de classe alta, com muitos convidados, e a outra, uma família de classe média, com uma cerimónia mais intimista. No entanto, em ambos os casos, o ambiente geral é o de uma grande festa, muito parecido com o dos nossos casamentos. Quando chegamos, somos imediatamente convidados a sentar-nos, e servem-nos comida e bebida como às restantes pessoas, tradicionalmente vinho de palma, arroz e carne de porco, cozinhada em tubos de bambu.

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A cerimónia propriamente dita inicia-se com uma procissão do defunto. O corpo da pessoa falecida encontra-se num caixão que por sua vez é transportado numa estrutura de bambu, que às vezes tem a forma de tongkonan, e que desfila pelo recinto e pela aldeia. As mulheres seguem à frente do caixão, mas este é transportado apenas por homens. O desfile é um momento de despedida, mas marcado por alegria, danças e convívio entre pessoas que a maior parte das vezes não se vê há muito. No fim do desfile, o caixão é retirado da estrutura de bambu e transportado para uma outra estrutura, alta, onde ficará, de onde a pessoa falecida possa como que supervisionar as cerimónias.

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A seguir é feita a recepção oficial aos convidados. Tudo é muito organizado, e os pavilhões são numerados, de forma parecida com a numeração das nossas mesas de casamento. As doações dos convidados, búfalos, porcos, vinho de palma ou dinheiro, são registadas cuidadosamente. Quem chega e em que ordem, quem ofereceu o quê e a quem, tudo é anotado, uma vez que os presentes doados nas cerimónias criam uma dívida da família para com quem oferece, dívida esta que será paga numa outra cerimónia. O governo indonésio monta também uma barraquinha em cada cerimónia, registando as doações e cobrando um imposto por cada animal transaccionado e por cada doação em dinheiro.

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Sacrifício dos búfalos

Depois vem a parte mais visceral da cerimónia, a do sacrifício dos animais. Os toraja acreditam que o espírito da pessoa só começa a sua viagem para o outro mundo quando o primeiro búfalo é sacrificado, sendo que a alma do búfalo ajudará o espírito da pessoa a encontrar o seu caminho em direcção Puya, onde encontrará os seus antepassados. Por isso, o sacrifício dos búfalos acontece no pátio principal, de frente para o caixão.

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O búfalo é preso a uma estaca no chão e alguém lhe dá um corte na garganta com um machete. O sangue jorra em grandes quantidades e o animal, na maior arte das vezes, morre em poucos segundos, aparentemente sem sofrer muito. No entanto, quando é feito um sacrifício de vários búfalos, pode acontecer alguns demorarem mais tempo a morrer e agonizarem durante alguns minutos até a vida se esvair. Ao mesmo tempo, os porcos são mortos, normalmente noutro pátio, e o seu pêlo é queimado. Tanto os búfalos como os porcos são desmanchados no local, à vista de todos, e a sua carne é distribuída pelos convidados e comunidade local.

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As cerimónias podem prolongar-se durante vários dias, e é a família que decide, dia a dia, qual o programa a seguir e quanto tempo demorará cada fase da cerimónia. É habitual que a cerimónia demore um total de, pelo menos, três dias.

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A última morada

No fim das cerimónias fúnebres, é tempo do funeral propriamente dito. O caixão, juntamente com objectos pessoais, volta a ser transportado pela família, desta vez em direcção à sua última morada.

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Conforme as posses das famílias, o caixão contendo o corpo era tradicionalmente depositado numa gruta, num túmulo escavado na rocha, ou pendurado numa falésia, e uma efígie de madeira, designada por tau tau, e representando o espírito da pessoa falecida, era colocada numa varanda na falésia ou junto ao caixão. No entanto, actualmente, a opção mais popular é sepultar o caixão numa casa mortuária, muitas vezes com a forma da casa tradicional tongkonan, mas também começa a ser usual o enterro no chão.

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As grutas e falésias onde os caixões eram tradicionalmente depositados podem ainda hoje ser visitados um pouco por toda a região. Nós alugámos uma moto e durante dois dias per corremos a região de Tana Toraja à procura dos lugares mais emblemáticos.

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Com uma imagética poderosa e profundamente tocantes, alguns destes lugares destacam-se pela sua dimensão e número de caixões em madeira trabalhada, mas são as enigmáticas figuras tau tau, que nos parecem seguir com o olhar, que emprestam ao ambiente um carácter mais místico. Estas foram proibidas pela religião católica, mas ainda hoje as famílias mais abastadas mandam esculpir uma figura à semelhança da pessoa falecida, agora algo mais fácil com a ajuda de fotografias. Na tradição toraja, um antepassado nunca é esquecido, e a figura tau tau é uma forma de visualizar e recordar alguém que já partiu.

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Mas a última morada não é sinónimo de último adeus. Anualmente, ou com um intervalo de vários anos, os toraja fazem uma cerimónia de homenagem àqueles que já partiram, oferecendo comida e relembrando os seus entes queridos. Os rituais ma’nene ancestrais envolvem o retirar do corpo do caixão, a sua limpeza, a colocação de roupas novas e uma nova procissão. No entanto, são cada vez menos aqueles que o fazem, e hoje só é possível assistir a estes rituais no mês de Agosto, depois da colheita de arroz, mas antes da época das cerimónias fúnebres, e em zonas muito específicas da região.

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Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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2 Comentários

  1. Helena Nunes diz: Responder

    Que privilégio poderem ter tido esta experiência.
    O vídeo está muito bem feito, e a musica escolhida é perfeita, para que, tudo em conjunto, nos envolva e emocione – senti-me lá.
    Obrigada por partilharem as vossas experiências.
    Helena

    1. Carla Mota diz: Responder

      Muito obrigada pelo feedback, Helena. É muito importante para nós.

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