Visitar ULURU (Ayers Rock), o local mais sagrado da cultura aborígene | Austrália

Visitar ULURU (Ayers Rock), o local mais sagrado da cultura aborígene | Austrália

Visitar Uluru é encontrar uma maravilha natural, impressionante pelas suas imponentes dimensões (300 m de altura e 8 km de perímetro) e pela sua beleza inóspita, mas é também conhecer um local sagrado para os povos Anangu, os aborígenes que vivem na região há dezenas de milhares de anos. Ponto de encontro de clãs, símbolo de respeito pela tradição e espírito dos antepassados, local de ritos de iniciação e cerimónias religiosas, Uluru tem tanto de importância cultural como de magnificência natural.

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A exploração comercial e turística de Uluru começou em força nos anos 60 do século passado, criando tensões entre o governo e os Anangu. Mas, em 1985, o Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta foi entregue de volta aos seus donos tradicionais, num acontecimento designado por Handback, tendo sido feita a seguir uma concessão do Parque ao governo por 99 anos, passando a ser gerido por uma comissão conjunta, de maioria aborígene. Hoje, Uluru é uma das principais atracções turísticas da Austrália e recebe centenas de milhares de visitantes por ano.

Consulte o nosso artigo sobre como tirar o visto para a Austrália

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A região de Alice Springs e Uluru

Cerca de 190 km a sul de Alice Springs, pela Stuart Highway, fica a Erldunda Roadhouse (estação de gasolina/alojamento/parque), e o cruzamento com a Lasseter Highway, que segue para oeste, em direcção a Uluru. Dali até Yulara (e o Ayers Rock Resort) são cerca de 230 km. Aproximadamente aos 150 km, passará pela Curtin Springs Station (estação de gasolina/alojamento/parque).

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De Yulara até ao Centro Cultural de Uluru são cerca de 20 km. Aí já estará dentro do Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta, onde se encontra, para além de Uluru, outras formações rochosas famosas chamadas Kata Tjuta, a cerca de 50 km a oeste de Uluru.

A outra grande atracção da região é o Kings Canyon, situado no Parque Nacional Watarrka. Para lá chegar, deve seguir para norte pela Luritja Road, que entronca na Lasseter Highway. O entroncamento é a cerca de 110 km de Erldunda Roadhouse, e a cerca de 145 km de Uluru. Depois do entroncamento, são cerca de 150 km para chegar a Kings Canyon.

Pode ver aqui um mapa da região.

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O QUE FAZER QUANDO VISITAR ULURU


O Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta tem as duas grandes atracções da região. Pode admirar o monólito gigante de Uluru de longe, ou caminhar junto à sua base. Kata Tjuta é de origem geológica diferente, mas igualmente espectacular.

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1. Visitar o Centro Cultural

O Centro Cultural Aborígene é o primeiro local que deve visitar no parque Nacional Uluru – Kata tjuta. Ali, poderá aprender sobre a cultura aborígene, e perceber melhor a importância de Uluru para os povos Anangu. Para eles, Uluru foi criado pelos seus antepassados, na forma de pessoas, animais e plantas, que formaram o mundo como o conhecemos, com as características físicas que ainda hoje podemos observar. O próprio edifício representa duas cobras, Kuniya, a pitão-mulher, e Liru, a cobra venenosa-homem.

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2. Percursos pedestres em Uluru

A melhor forma de explorar Uluru é a pé. Desde que tenha em atenção as normas de segurança e saúde pessoal, assim como o respeito pela sustentabilidade ambiental e cultural, estas serão das melhores caminhadas que fará na vida. Pode fazer a Base Walk na sua totalidade, ou alguns troços, conforme o tempo e disponibilidade física.

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2.1. Uluru Base Walk (circuito 10,6 km; 3,5 horas)

Se tiver tempo e energia, esta é a melhor forma de conhecer de perto Uluru. Comece de manhã cedo e aprecie tudo o que esta maravilha da natureza lhe tem para oferecer.

Se quiser, pode optar por fazer esta caminhada com um guia, que lhe explicará tudo sobre a história, a geologia e a cultura de uluru.

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2.2. Mala Walk até Kantju Gorge (2 km ida e volta; 1,5 horas)

Este era o local onde o povo Mala acampava quando visitava Uluru. Pode admirar pinturas na rocha, as paredes quase verticais, e a serena Kantju Gorge, um dos sítios mais bonitos de Uluru.

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2.3. Kuniya Walk até Mutitjulu Waterhole (1 km ida e volta; 30-45 min)

É uma caminhada curta, mas espectacular. Ali, poderá aprender como as cobras Kuniya e Liru criaram Uluru, admirar pinturas nas rochas, e deliciar-se com a Mutitjulu Waterhole (não é permitido nadar…).

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3. Assistir ao nascer-do-sol e ao pôr-do-sol em Uluru e Kata Tjuta

Uluru é sempre um sítio especial, mas ainda se torna mais especial quando as suas cores mudam conforme a exposição solar, e isso é mais evidente ao nascer e pôr-do-sol, dois momentos que não pode perder quando visitar Uluru. Há vários pontos de observação que pode escolher.

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3.1. Car sunset viewing

É o único local para observar a mudança de cores de Uluru ao pôr-do-sol. Muito popular (se visitar ao nascer-do-sol, não terá quase ninguém e poderá observar Uluru em silhueta).

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3.2. Bus sunset and dune walk viewing

É o lugar de eleição para o pôr-do-sol, mas terá de o partilhar com centenas de pessoas. Um óptimo local alternativo para a observação do nascer-do-sol.

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3.3. Talinguru Nyakunytjaku

É o lugar mais popular para a observação do nascer-do-sol, com um vista de 360 graus sobre Uluru e Kata Tjuta. Um óptimo local alternativo para a observação do pôr-do-sol.

Talinguru Nyakunytjaku

3.4. Kata Tjuta dune viewing

Ali terá uma vista panorâmica espectacular de Kata Tjuta, com Uluru no horizonte. As rochas adquirem uma fabulosa tonalidade laranja-viva ao nascer-do-sol.

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4. Percursos pedestres em Kata Tjuta

“Kata Tjuta” quer dizer “muitas cabeças”, e estas formações rochosas fazem jus ao seu nome, ultrapassando Uluru em altura. Este é um local masculino e sagrado na tradição aborígene. Tal como em Uluru, os trilhos pedestres são a melhor forma de o explorar. Há dois trilhos que pode fazer, ambos começando no car parking.

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4.1. Valley of the Winds (circuito 7,4 km; 4 horas)

Este é o trilho maior e mais difícil, em circuito circular , por entre os vales de Kata Tjuta. Pode também fazer apenas um troço, até ao espectacular Karingana Lookout, e depois voltar para trás (5,4 km ida e volta), ou fazer o mesmo em relação ao Karu Lookout (2,2 km ida e volta).

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4.2. Walpa Gorge Walk (2,6 km; 1 hora ida e volta)

Este é um trilho linear, que sobe (e desce) o ventoso vale de Walpa, com um riacho ocasional e paredes verticais.

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4.3. Kata Tjuta dune viewing (600 m; 30 minutos ida e volta)

Esta é uma caminhada curta, mas com vistas espectaculares de Kata Tjuta, principalmente ao nascer-do-sol.

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5. Visitar o Kings Canyon

O Kings Canyon é um desfiladeiro localizado no Parque Nacional Watarrka, e é uma das principais atracções da Austrália Central. É um local soberbo para se admirar a natureza e aprender sobre a geologia da região. Existem várias caminhadas, de diferentes graus de exigência, que permitem explorar a magnífica paisagem. Os trilhos começam na Kings Canyon Picnic Area.

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5.1. The Kings Creek Walk (2,6 km; 1 hora ida e volta)

É um trilho acessível, dado seu declive pouco acentuado e nível de dificuldade baixo. Sobe (e desce pelo mesmo caminho) ao longo do Kings Creek. É ideal para ser feito em família.

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5.2. The Kings Canyon Rim Walk (circuito 6 km; 3 a 4 horas)

Depois de uma subida inicial bastante inclinada, o trilho segue junto à borda do desfiladeiro, com vistas espectaculares. Pelo caminho pode admirar formações rochosas como a “Lost City”, fósseis marinhos (esta zona já foi o fundo de um mar interior), e uma piscina natural chamada “Garden of Eden” (mas não é permitido nadar…)

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6. Apreciar as vistas do lookout do Mount Conner

Uluru e Kata Tjuta não não os únicos pontos a sobressair da paisagem na região central da Austrália. O Mount Conner é outro dos pontos altos (literalmente) da paisagem plana do deserto, atingindo 859 m de altitude (e cerca de 300 m de proeminência), sendo que se distingue dos outros pela parte superior plana, em forma de mesa. O lookout é na Lasseter Highway, perto da Curtis Springs Station.

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7. Parar numa estação de serviço australiana

Pode parecer estranho, mas esta é uma das atracções da região em termos culturais. Ao viajar no centro da Austrália, é obrigatório parar numa estação de serviço. Mas estas são mais do apenas estações de serviço. Começaram por ser pequenos acampamentos de pioneiros na exploração do outback australiano, e foram crescendo fruto da criação de gado e, mais tarde, da restauração e alojamento. Em algumas pode também observar pássaros ou outros animais, incluindo camelos. As mais importantes da região são Erldunda Roadhouse, Kings Creek Station e Curtis Springs Station (sendo esta última a mais característica).

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O QUE NÃO FAZER QUANDO VISITAR ULURU


Os aborígenes têm uma tradição cultural que foi transmitida de forma oral de geração para geração, ao longo de milénios. Tjukurpa, a cultura aborígene dos Anangu, dita o que é lei para esses povos ancestrais. De forma a respeitar a terra que lhes pertence, e respeitar a legalidade, eis algumas das coisas que não deve fazer quando visitar Uluru.

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1. Subir ao topo de Uluru

Uluru é um local sagrado para os povos Anangu, e durante os séculos poucos foram aqueles a quem era permitido subir ao seu topo. No século XX, a partir dos anos 30, os turistas começaram a subir, e em 1964 era instalada uma corrente de segurança. Desde o Hanback de 1985, os Anangu pediram que não se subisse e fizeram pressão para que a subida fosse proibida. Depois de dezenas de mortes ocorridas na ascensão a Uluru, e episódios de nudez e desrespeito por um local sagrado, foi decidido que a subida seria proibida a partir de Outubro de 2019. O incumprimento desta proibição acarretará multas elevadas.

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2. Nadar nos waterholes

Os waterholes à volta de Uluru são fonte de água para as populações aborígenes e locais sagrados. Não deve, por isso, tomar banho nessas águas. O incumprimento desta proibição acarretará multas elevadas.

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3. Caminhar fora dos trilhos

Por razões de segurança, por respeito pela terra sagrada dos Aanagu, e pela conservação ambiental e da fauna e flora, não deve caminhar fora dos trilhos marcados.

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4. Tirar fotografias a locais sensíveis

Nos diferentes trilhos em Uluru e Kata Tjuta, existem alguns locais sensíveis por serem sagrados para os Anangu e estão sinalizados com placas. Não deve fotografar estes locais, uma vez que, na tradição dos Anangu, o conhecimento destes deve ser de acesso restrito.

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5. Caminhar sem estar preparado

O calor, por vezes extremo, que se verifica na região de Uluru é algo que nunca deve subestimar. Os efeitos do calor sobre o organismo podem ser graves, principalmente se não se hidratar frequentemente, por isso deve ter em conta as seguintes regras:

  • Nunca caminhe sozinho.
  • Use protector solar e um chapéu de aba larga, e leve consigo pelo menos 3 litros de água por pessoa.
  • Não consuma bebidas energéticas ou com cafeína, pois estas contribuem para a desidratação.
  • Se as previsões meteorológicas ditarem que a temperatura máxima excede os 36 graus, o perigo de insolação é extremo, e deve ser ainda mais cauteloso, não caminhando entre as 11.00 e as 16.00h.
  • Não caminhe em trilhos cujo acesso tenha sido fechado devido ao calor (alguns trilhos, no Verão, estão abertos apenas até às 11.00h).
  • Leve uma rede mosquiteira para a cabeça (cobrem o chapéu, pescoço e cara), pois em Uluru, dependendo da época do ano, as moscas podem ser muitas e muito irritantes (mas não picam).

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COMO VISITAR ULURU


Pode visitar Uluru por conta própria, ou em excursão organizada. A primeira opção dá-lhe mais autonomia e poder de decisão (pode, por exemplo, escolher o número de dias que quer passar em Uluru), mas a segunda é mais cómoda e menos cansativa.

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1. Visitar Uluru de forma independente

Para visitar Uluru de forma independente, a melhor opção é ter veículo próprio, ou alugado. A cidade de Alice Springs é a cidade mais perto do Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta e pode chegar lá vindo do Norte, de Darwin, ou do Sul, de Adelaide. Mas “perto” é um conceito relativo e, na Austrália, as distâncias são sempre maiores do que aparentam no mapa, por isso prepare-se para percorrer longas distâncias: Alice Springs fica aproximadamente à mesma distância de Darwin e Adelaide, cerca de 1500 km, e a cerca de 450 km do Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta, por isso deve ter isso em conta na preparação da sua viagem.

Pode alugar aqui o seu carro para visitar Uluru.

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Outra opção é deslocar-se de autocarro, por exemplo de Adelaide, até Alice Springs, e ali alugar carro (a entregar também em Alice Springs). No entanto, a opção mais rápida e cómoda é voar para Alice Springs, ou ainda melhor, para Uluru. O aeroporto de Connellan (AYQ) fica ao lado da localidade de Yulara (que por sua vez fica a 18 km do Centro Cultural de Uluru), e lá poderá alugar carro.

Reserve aqui a sua passagem aérea para Uluru.

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Finalmente, há a opção de usar o Uluru Hop-On Hop-Off, um autocarro que faz o transporte para Uluru e Kata Tjuta. Tem a possibilidade de comprar passe de validade 1 a 3 dias. Todos os passes incluem paragens em todos os hotéis do Ayers Rock Resort e acampamento, assim como no Centro Cultural, miradouros do nascer e pôr-do-sol, e nas caminhadas em Uluru e Kata Tjuta. Pode consultar aqui o horário do autocarro (que muda conforme a época do ano).

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2. Visitar Uluru em excursão organizada

Esta é a forma de visitar Uluru mais cómoda e que lhe dará menos trabalho a preparar. Pode optar por uma excursão a partir de Alice Springs, ou do aeroporto de Yulara, ou um meio-termo (por exemplo, começar no aeroporto e acabar em Alice Springs). Há excursões de um dia que partem de Alice Springs, mas a região é tão grande, e as distâncias demoram tanto tempo a serem percorridas, que não conseguirá desfrutar daquilo que está a ver. Sendo assim, se fizer Alice Springs a sua base, é imprescindível optar por uma excursão de 3 dias.

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Nós optámos por uma excursão de 3 dias, a começar e acabar em Alice Springs, com tudo incluído no preço da excursão, ou seja, refeições (pequeno-almoço, almoço e jantares), transportes, guia, e estadias em acampamentos.

No 1º dia, partimos muito cedo de Alice Springs, e chegámos a Uluru por volta da uma da tarde. Visitámos o Centro Cultural Aborígene de Uluru, e depois fizemos a caminhada Mala Walk, até à Kantju Gorge, tendo o primeiro contacto de perto com o grande monólito. Dali seguimos de autocarro até ao outro lado de Uluru, e aí fizemos a caminhada de Kuniya Walk até Mutitjulu Waterhole. Ao final da tarde fomos ver o pôr-do-sol no sunset viewing, mas não tivemos sorte com o tempo. Dormimos no aampamento do Ayers Rock Resort (ao ar livre, dentro de uns sacos-cama chamados “swags”).

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No 2º dia, levantámo-nos muito cedo e fomos assistir ao nascer-do-sol no Kata Tjuta dune viewing. Dali seguimos para Kata Tjuta, onde fizemos uma caminhada no Valley of the Winds. Dali seguimos para Kings Canyon, onde chegámos ao final da tarde. Ficámos alojados na Kings Creek Station, na mesma modalidade da noite anterior, onde jantámos e dormimos à volta de uma fogueira (as noites podem ser frias no deserto).

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No 3º dia, fizemos uma caminhada em Kings Canyon logo pela manhã, e depois iniciámos o nosso caminho de volta a Alice Springs, passando pela Erldunda Roadhouse. Chegámos a Alice Springs cerca das 17.00h.

Marque já o seu lugar numa excursão de 3 dias a Uluru, Kata Tjuta e King’s Canyon.

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Outra possibilidade é ficar alojado em Yulara, ao lado do Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta, e daí partir para excursões de um dia. Yulara é a base ideal para explorar Uluru em excursões de um dia.

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De Uluru pode também partir num excursão a Kings Canyon ou numa visita guiada a Kata Tjuta.

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Onde ficar alojado em Uluru

Não é possível ficar alojado dentro do Parque Nacional Uluru – Kata Tjuta. No entanto, ao lado de Yulara, pode ficar alojado no Ayers Rock Resort, que na realidade é um complexo, onde encontra várias opções de alojamento.

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  • A opção mais barata é o acampamento, em tenda ou mesmo dormindo ao ar livre. Nesta última opção deve ter em conta que a região tem cobras, muitas delas venenosas (nós próprios vimos duas quando ficámos acampados). Uma opção mais confortável, mas de preço acessível, é o The Lost Camel Hotel.
  • Se preferir um hotel mais clássico, experimente o Outback Pioneer Hotel.
  • Se estiver em família, e gostar mais do conforto de um apartamento, opte pelo Emu Walk Apartments.
  • Se quiser experimentar o luxo no meio do deserto australiano, deve optar pelo Sails in the Desert, ou pelo Desert Gardens Hotel.

Onde ficar alojado em Kings Canyon

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Este artigo foi realizado durante a nossa Viagem de Volta ao Mundo em 2019/2020. Dias 184 a 188 – Visitar ULURU (Ayers Rock), o local mais sagrado da cultura aborígene (Jan 2020)

Rui Pinto

Físico de formação mas interessado em todos os aspectos da cultura e história da humanidade. As viagens são o meio privilegiado para um aprofundamento do conhecimento do mundo, das suas gentes e do nosso papel na vida.

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2 Comentários

  1. Anne diz: Responder

    Parabéns pelo artigo! Adorei!.

    1. Carla Mota diz: Responder

      Obrigada, visitar Uluru é mesmo maravilhoso e foi do melhor que fizemos na Austrália.

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